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Acre apoia mudança na classificação da madeira

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Os resultados preliminares de um estudo que embasa o pedido do setor florestal de revisão da Resolução 411 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) sobre a classificação dos produtos florestais bem como do Índice de Conversão Volumétrica (CRV) estão sendo apresentados ao público-alvo. Neste fim de semana, agentes do Ibama e industriais do Mato Grosso recebem as informações. A iniciativa é aprovada pelo Estado do Acre, que há anos atua para facilitar a identificação e a qualificação das espécies florestais.

A demanda do setor florestal de alteração é antiga pois a interpretação da resolução, durante a fiscalização, tem gerado diversos problemas, como a apreensão de cargas e até a responsabilização criminal dos empresários.

A pesquisa sobre o tema está sendo conduzida pela professora Tatiana Paula Marques de Arruda, da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Os resultados comprovam que há perdas mínimas de volume, para os diferentes tipos de produtos obtidos a partir do desdobro de uma tora, considerando as diversas espécies florestais estudadas, garantindo a sustentabilidade e otimização da madeira. Com isso, fica descartada a preocupação dos órgãos ambientais de que no processo de transformação dos produtos há quebra na metragem cúbica com sobra de créditos que poderiam contaminar a cadeia produtiva.

A proposta do setor florestal é abolir o uso de termos muito específicos para a classificação dos produtos de origem florestal, criando grupos mais gerais o que tornaria a fiscalização mais eficiente ao conferir as espécies e a metragem cúbica das cargas. Além do Acre, iniciativa tem o apoio dos estados do Pará, Rondônia, Amazonas, Roraima entre outros, que se destacam na produção e comercialização florestal no país.

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Destaque 6

Polícia Penal reduz PM atuando no sistema penitenciário do Acre

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FOTO: SÉRGIO VALE

O advento do policial penal pode liberar quase 200 policiais militares para funções de policiamento ostensivo. “São 1.254 policiais penais no Acre e o ingresso na carreira passa a ser por concurso público”, explicou o presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN), Lucas Gomes.

“É de grande importância esse projeto. Nós fizemos junção de ideias e apresentamos substitutivo”, completou o deputado Roberto Duarte.

A transformação da categoria de agente penitenciário para polícia penal foi decidida nesta quinta-feira (12) pela Assembleia Legislativa do Acre com vistas à melhorar a segurança pública do Estado.

(Aldeia FM)

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Cachaça acreana está entre as mais queridas do Brasil

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Produzida em Rio Branco, a cachaça Jibóia está entre na lista “250 Cachaças Mais Queridas do Brasil”, iniciativa da Cúpula da Cachaça e do caderno Paladar Estadão. A relação foi divulgada na primeira quinzena de dezembro, representando, nesta fase do certame, 17 Estados brasileiros.
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Da lista constam as cachaças escolhidas pelo voto popular para seguirem para a segunda fase do 4º Ranking Cúpula da Cachaça, o maior concurso de cachaças do país.

Segundo a Cúpula, foram 75 dias de votação na primeira das três fases do 4º Ranking Cúpula da Cachaça, iniciativa que busca dar visibilidade e fomentar a produção de qualidade do destilado nacional brasileiro. A Jibóia foi lançada em abril de 2018.

No dia 28 de novembro, a votação, feita exclusivamente pelo site da Cúpula, foi fechada, contabilizando 33.144 votantes, que fizeram um total de 99.102 indicações (cada pessoa podia votar em até três cachaças).

Mais de 970 cachaças – entre as mais de 3,6 mil registradas – atraíram pelo menos um voto dos devotos do destilado brasileiro.

Saiba mais sobre o Ranking da Cachaça em: http://www.cupuladacachaca.com.br/cupula-anuncia-lista-das-250-cachacas-mais-queridas-do-brasil/

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