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Gladson Cameli, o encantador de deputados? Confira o resumo da política nesta semana no Acre

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Acre

Duarte quer que governo Gladson antecipe metade do 13º em julho

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FOTO: SÉRGIO VALE

Se baseando pela declaração do governador Gladson Cameli que afirmou recentemente que já tem o dinheiro para o pagamento do décimo terceiro salário dos servidores públicos em dezembro, o deputado Roberto Duarte usou a tribuna da Aleac na manhã desta quarta-feira, 22, para pedir que o Estado disponibilize 50% do crédito para o funcionalismo, conforme prevê a legislação trabalhista.

“Eu entendo que, como o Governo mostrou para a população do Estado do Acre que está com a saúde financeira maravilhosa, porque criou inúmeros cargos, e ele também já disse que está com os recursos do décimo terceiro garantidos, nós vamos pedir que o Governo monte uma comissão e convide a Assembleia Legislativa para essa comissão para começar a negociar com todas as categorias dos servidores efetivos e, também, que possa fazer o pagamento do décimo terceiro até o mês de julho”, disse o parlamentar.

Duarte alega serem necessárias essas medidas como forma de valorizar o servidor público. Ele pede, inclusive, a realização de concursos públicos para ampliação do cargo efetivo que, em alguns casos, encontram-se com número de profissionais abaixo do necessário, como é o caso dos policiais civis e agente penitenciários.

O parlamentar ressaltou ainda que caso o a antecipação seja feita pelo governo, o comércio que está quebrado será beneficiado e ainda aquecerá a economia local com circulação de dinheiro e geração de emprego.

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Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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