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Para Zen, Gladson faz “chantagem barata e terrorismo”

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FOTO: SÉRGIO VALE

O deputado estadual Daniel Zen (PT) não poupou críticas a possibilidade do governador Gladson Cameli (Progressistas), decretar calamidade financeira caso a Reforma da Previdência proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) não for aprovada no Congresso Nacional. Ao ac24horas, o petista salientou o chefe do Palácio Rio Branco faz “chantagem barata e terrorismo” com o caso.

Zen enfatiza que não existe correlação alguma entre a Reforma da Previdência com a questão do governo do Acre sinalizar com o decreto. “Não altera absolutamente em nada. Porque o nosso é Regime Próprio de Previdência (RPPS) e a Reforma é para o Regime Geral da Previdência (RGPS). O que ele [Gladson] deve está alegando é que deve ter promessas do governo Bolsonaro do tipo, reformando a previdência lá, os caras vão ter um caixa e que dai esses recursos seriam liberados para os Estados, por meio de convênios, transferências de recursos e emendas parlamentares. É por isso que ele tá dizendo isso. Um regime não interfere no outro até porque para mexer no regime daqui tem que ter lei estadual e a gente já mexeu no regime próprio no governo do Tião quando elevou a alíquota de 11% para 14%. Eles têm ainda um projeto de Previdência Complementar que é até muito bom por sinal “, disse o deputado.

LEIA TAMBÉM: Gladson confirma que Acre poderá decretar calamidade financeira se reforma da previdência não for aprovada

O petista enfatiza que as declarações de Gladson “são tão falaciosas quanto a propaganda oficial do Governo Federal de que a reforma da Previdência foi encaminhada ao Congresso para acabar com privilégios. “Quem teve a paciência e o cuidado de estudar a proposta sabe que ela mantém intocados os privilégios e prejudica os trabalhadores mais humildes, que ganham de 1 a 5 salários mínimos”, frisa.

O parlamentar cita ainda o exemplo da reforma trabalhista que, diziam, iria gerar empregos e o que aconteceu foi exatamente o contrário do que o Governo Federal propagandeava. “A reforma retirou direitos e não gerou nenhum emprego novo. O Brasil atingiu, no último trimestre, taxa recorde de desemprego dos últimos 30 anos: 13,3 milhões de desempregados, sendo 1,3 milhão só nesse início de governo Bolsonaro”, destacou Zen revelando que o governo de Cameli caminha para mesma direção. “Mais de 1,2 mil pessoas perderam seus empregos neste início de governo Cameli”, disse.




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Acre

Coronel assume subcomando geral do Corpo de Bombeiros no Acre

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O Coronel Charles da Silva Santos assume oficialmente nesta quarta-feira, 21, como subcomandante geral do Corpo de Bombeiros Militar no Acre. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de hoje. De acordo com o órgão, Santos estava há oito meses como Coordenador Estadual do Fundo de Segurança Pública e Coordenador Operacional do CIOSP da Secretaria de Estado e da Segurança Pública. Ele já foi Comandante Operacional de Rio Branco e do interior e chefiou o gabinete do Comandante-geral.

O novo subcomandante é bacharel em Ciências Contábeis, com pós-graduação em administração pública e Segurança pública. Agora, irá conduzir a corporação ao lado do comandante-geral, Coronel Carlos Batista.

Coronel Charles garante que está preparado para a nova missão. “Darei irrestrito apoio as demandas do Comandante-geral e consequentemente da corporação. Junto com os Oficiais, praças e funcionários civis, faremos uma administração boa para todos, visando nosso público mais importante que é a comunidade acreana”, disse o novo Subcomandante.

Com informações da Assessoria




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Acre

Gladson Cameli torna sem efeito promoções de PM’s e Bombeiros

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Após a reportagem do ac24horas, na qual o Ministério Público do Acre (MPAC) recomendava a revogação das promoções de agentes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Acre pelo cometimento de ato improbidade administrativa, o governador Gladson Cameli (Progressistas) acatou a recomendação do Ministério Público e tornou sem efeito o Decreto nº 3.161, na manhã desta quarta-feira, 21, por meio do Diário Oficial do Estado do Acre (DOE).

RELEMBRE O CASO – Em suma, o MPAC pedia a revogação das promoções de agentes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Acre e advertia ainda da necessidade de readequação dos gastos com pessoal, uma vez que tal decisão gera impacto nas contas públicas. O MPAC havia estipulado um prazo de 15 dias para manifestação do governador.

Tal decisão, infligiu a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e desconsiderou o que prevê o Artigo 12 do Decreto nº 114/1975, no qual determina que as decisões envolvendo promoções devem se dá “mediante proposta do Comandante Geral da Corporação, ouvido o Estado Maior do Exército, através da IGPM”. Gladson descumpriu e ignorou tal determinação.




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