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Prazo dado pela prefeitura não é cumprindo e mais de 200 crianças seguem sem aulas em escola

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Mães e pais dos cerca de 250 alunos matriculados na escola Chrizarubina Leitão Abrahão, localizado no conjunto Manoel Julião, estão na bronca com a Secretaria Municipal de Educação.

É que mesmo já estando no quinto mês do ano uma reforma na escola que se arrasta a passos lentos não permite o início do ano letivo. A gestão municipal da educação garantiu que o prazo limite para o início das aulas seria nessa última segunda-feira, 06.

“Isso é um absurdo. A gente só quer um prazo. Nossos filhos estão sendo prejudicados. Tem gente que não tem com quem deixar os filhos. Quando a gente procura, eles só dizem que não há previsão. Como uma empresa não consegue prever a conclusão de uma simples obra de reforma de uma escola?”, pergunta uma mãe que pediu pra não ser identificada.

O Secretário Municipal de Educação, Moisés Diniz, se manifestou e disse que houve um novo atraso e o ano letivo na escola está previsto para iniciar entre 22 e 27 de maio.

“Nós pegamos a obra andando, não tivemos a oportunidade de impor condições e reunir com a empresa e a comunidade, antes do início das obras. Isso provocou distorções “, explica o secretário.

O secretário diz que a direção da escola e a Seme optaram em não realocar as crianças para espaços alternativos, porque não havia segurança e nem espaços salubres.

“Apesar de não ser o responsável único por esse atraso, eu quero pedir desculpas aos pais das nossas crianças. Fatos como esse não voltarão a ocorrer, porque planejaremos o tempo de nossas obras e seremos rigorosos com as empresas, antes de assinar a ordem de serviço”, afirmou.

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Comissão aprova área de livre comércio para todo o Acre

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A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados aprovou nesta 3ª semana de agosto, o Projeto de Lei 2264/19, que estende para todos os 22 municípios do Acre a condição de área de livre comércio de exportação e importação (ALC), sob regime fiscal especial. O objetivo é promover o desenvolvimento das respectivas regiões.

O texto altera a Lei 8.857/94, que atualmente beneficia apenas os municípios de Brasileia, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul.

A proposta, do deputado Jesus Sérgio, recebeu parecer pela aprovação da relatora, deputada Silvia Cristina, de Rondônia. “As ALC foram criadas para promover o desenvolvimento das cidades de fronteiras internacionais da Amazônia Ocidental. Com isso, esperam-se ganhos na fiscalização de entrada e saída de mercadorias e o fortalecimento do setor comercial, com a geração de empregos”, avaliou.

Ela argumentou ainda que os benefícios a serem concedidos reduzirão o custo de vida da população, principalmente nas cidades situadas próximo às fronteiras com o Peru e a Bolívia, onde acreanos deslocam-se para comprar produtos mais baratos nesses países.

Com informações da Agência Câmara de Notícias)

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Exército deverá auxiliar no combate as queimadas

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IMAGEM DA INTERNET

Com a confirmação da decretação de calamidade ambiental por causa das queimadas publicada na edição desta sexta-feira, 23, do Diário Oficial do Estado, o governador Gladson Cameli junto com os demais chefes de Estado da região norte encaminharam uma carta ao presidente Jair Bolsonaro pedindo auxílio do exército brasileiro no combate aos focos de incêndio para manter a lei e a ordem.

O documento justifica o pedido levando em conta a grande repercussão no noticiário nacional e internacional nos últimos dias devido a ocorrência de inúmeras queimadas, muitas delas de proporções significativamente altas, tanto na Amazônia brasileira como na Amazônia internacional.

“A situação se agrava a cada dia, comprometendo a biodiversidade da região em razão da destruição de quilômetros de flora e da morte de milhares de espécies da fauna amazônica. Já se cogita, inclusive, que em algumas regiões as queimadas passarão a ser um risco real e imediato à integridade física e à saúde das pessoas”, destaca trecho do documento.

Os governadores da Amazônia enfatiza que a proporção das queimadas, a velocidade de alastramento do fogo, a dificuldade de acesso às áreas atingidas, bem como a insuficiência de meios – financeiros, humanos e materiais – para combater o fogo, potencializam o tamanho da destruição e gravidade do problema.

“Nesse contexto, e ante à falta de meios próprios suficientes para cumprir a missão constitucional de conservação e preservação da Floresta Amazônica, solicito a V. Exª. que, com fundamento no disposto no artigo 142, caput e § 1º, da Constituição, e no artigo 15 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, autorize o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem na região da Amazônia Legal, especialmente no combate a focos de incêndio na floresta em território brasileiro”, finaliza a proposta.

Na próxima terça-feira, 27, o presidente Jair Bolsonaro deverá se reunir com os governadores da Amazônia para tratar de estratégias para passar por essa crise ambiental. O governo federal deve decretar também estado de emergência também já nos próximos dias.

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