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Filme de Torloni, “Amazônia, o despertar da Florestania” estreia na quinta-feira (9)

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A atriz Christiane Torloni pensava em fazer cinema dedicado às questões amazônicas desde que esteve no Acre e ficou chocada o ver, pela primeira vez na vida, a floresta virando cinzas em um incêndio. Cristiane adotou a metáfora florestania, criada no Acre pelos governos do PT, para falar do tema e está concluindo o documentário “Amazônia, o despertar da florestania”

Ela esteve no Acre durante as gravações de “Amazônia — De Galvez a Chico Mendes” (2007), minissérie criada por Gloria Perez sobre a saga dos seringueiros no Acre. “Foi a primeira vez que vi a floresta queimando. Foi um choque, bateu uma indignação” lembra a atriz paulistana de 62 anos em entrevista ao jornal O Globo. De certa forma, diz ela, “Amazônia, o despertar da florestania”, que chega aos cinemas quinta-feira (9) e marca a estreia de Christiane como realizadora, é um desdobramento de seu “chamado” em defesa do maior bioma do mundo.

Essa é a estreia de Torloni na direção – ela trabalha ainda como roteirista e produtora –, mas a ideia de um filme veio do acaso, quando há sete anos mostrou algumas cenas gravadas por ela ao diretor Miguel Przewodowski, que se encantou com a qualidade do material.

Veja o trailer do filme de Cristiane Torloni:

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Cotidiano

Criança de três anos abandonada pela mãe reencontra o pai haitiano em Brasileia

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Um menino de apenas três anos de idade, de nacionalidade franco-guianês, que havia sido abandonada pela mãe em abril deste ano no município de Brasileia, reencontrou o pai no último sábado, 13, depois de um trabalho intenso da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM).

Segundo o governo do Acre, a mãe do garoto estava com a saúde mental debilitada e partiu para o Equador deixando o filho para trás. A Polícia Militar do Estado do Acre e do Conselho Tutelar de Brasileia comunicaram a situação à diretoria de Direitos Humanos.

A criança recebeu o apoio e várias frentes governamentais passaram a procurar pela família do garoto. No último final de semana, a pasta conseguiu entregar a criança ao pai, o serralheiro Lebrun Ednord, de 33 anos, haitiano, que atualmente mora na Guiana Francesa.

“Um trabalho minucioso, com muita habilidade dos conselheiros e dos policiais militares permitiu que obtivéssemos o número de telefone de Ednord, fornecido pela própria mãe, antes de partir sozinha para o Equador”, explica Claire Cameli, secretária da SEASDHM.

Claire explica que desde que o estado foi acionado, técnicos da pasta procuraram a todo o tempo entender o ocorrido e auxiliar na resolução do problema, classificado como uma situação de assistência humanitária. Para voltar para sua terra natal, o Haiti, o pai do menino precisou registrar a criança em nome de outro homem.

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Cotidiano

Profissionais do Hospital de Amor começam treinamento para atendimento ao público

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Está previsto para o próximo mês de agosto o início dos atendimentos do Hospital de Amor, Instituto de Prevenção ao Câncer do Hospital de Barretos, em Rio Branco.

Finalizada a fase de contratação, os 24 servidores distribuídos nas funções de auxiliar administrativo, técnico em radiologia, técnico de enfermagem, ouvidoria, hotelaria e controladores de acesso, iniciaram nesta segunda-feira, 15, a fase de treinamento.

Até o final do mês, a capacitação acontece na própria capital acreana. No início de agosto, parte dos servidores viaja para Barretos, interior de São Paulo, onde fica a matriz do hospital, que se tornou referência no país no atendimento aos portadores de câncer.

“Essa é a última etapa antes de começarmos a atender a população. É um momento importante porque é uma unidade de saúde que tem uma filosofia única, com atendimento diferenciado. Não é à toa, que somos o Hospital de Amor”, afirma João Paulo Silva, gestor do hospital no Acre.

O Hospital de Amor vai implantar o “Programa de Rastreamento do Câncer de Colo de Útero e Mama”, que será executado por meio de uma unidade fixa e duas carretas que vão percorrer todos os municípios, realizando exames de mamografia e Papanicolau (PCCU) em todas as mulheres que se enquadrarem nos critérios de inclusão (que tenham de 40 a 69 anos para a prevenção do câncer de mama e 25 a 64 anos no caso do câncer de colo de útero).

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