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Agentes penitenciários protestam em frente a Aleac contra Gladson

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FOTO: SÉRGIO VALE

Dezenas de agentes penitenciários estão se manifestando na manhã desta terça-feira,7, na entrada da Sede da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Eles se posicionam contra o concurso provisório que o Estado tem a intenção de realizar.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do Acre (SINDAP-AC), Eden Azevedo, afirmou que o governador Gladson Cameli teria prometido durante a campanha das eleições de 2018 que faria concurso efetivo para a classe.

“O senhor governador prometeu durante a campanha concurso efetivo para a classe e fora isso, queremos os pagamentos das gratificações  e nosso plano anual de valorização , além de uma melhor condição de trabalho. Hoje o sistema penitenciário se encontra caótico, precário, ruas esburacadas, esgoto ao céu aberto. Queremos um diálogo”, diz o sindicalista, informando ainda que a cerca de dois meses entregou uma carta aberta ao governador e seus representantes, mas não obteve nenhuma resposta. “Eles prometeram nos chamar e até agora nada”, frisou.

FOTO: SÉRGIO VALE

Sobre o fato de agentes penitenciários estarem sendo ameaçados por membros de facções, Eden afirmou que o governo não tem dado nenhum tipo de apoio. “O único apoio que temos é um agentes defendendo o outro. O que temos é um agentes fazendo a segurança dos outros e o governo nem sequer afasta o servidor ameaçado e nem dá o direito de portar arma”, explica. Azevedo enfatiza que o Sindicato pediu ao Instituto de Administração Penitenciária que os agentes ameaçados recentemente em Sena Madureira fossem afastados do trabalho temporariamente, mas o pleito não foi atendido.

Além da manifestação na Aleac, os agentes prometem ir até o gabinete do governador na busca de serem recebidos por algum representante.

 

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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