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Guaraná Cruzeirense dribla crise e expande os negócios para todo o Estado do Acre

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Guaraná Cruzeirense é uma empresa que representa muito bem a força econômica do Vale do Juruá. Contudo, a empresa ultrapassou os limites – antes imaginados – e está chegando ao consumo de quase todos os acreanos, além de famílias amazonenses. Isso porque a indústria de bebidas Cruzeirense tem como principal objetivo oferecer bebidas de qualidade.

Tudo começou em 1994, quando Francisco Souza dos Santos, o saudoso ‘Zinho’, resolveu comprar a tradicional fábrica de guaraná, no próprio município. Esta deu o pontapé inicial na fabricação do verdadeiro xarope de guaraná no Brasil. O passo seguinte se deu na fabricação do Guaraná Cruzeirense, uma potência regional no ramo de refrigerantes.

Renovação

Hoje, a palavra de ordem da empresa é “expandir”. A visão que Júnior Santos, têm para a indústria é ganhar cada vez mais o mercado com seus diversos produtos e conquistar verdadeiros admiradores de suas bebidas em todos os municípios do Acre.

“Nosso projeto passou pelo redirecionamento da marca. Criamos uma nova identidade visual para as embalagens dos produtos e ampliamos a gama de sabores”, afirma Junior Santos. Um dos sócios destaca que os desafios são enormes e assustam, como o acesso aos insumos e mão de obra qualificada, por exemplo, mas que a vontade de ter um produto reconhecido por sua qualidade e sabor é bem maior. Queremos mostrar o diferencial do nosso produto, fazemos um guaraná de verdade, um guaraná legitimamente acreano. Nossos clientes se encantam com a aparência e qualidade do refrigerante”.

Lucas Profeta é empresário no ramo de restaurantes, proprietário do Freguesia Hamburgueria, sucesso entre os rio-branquenses e visitantes. Para ele, foi uma grata surpresa firmar parceria com a empresa. “Tivemos receio no começo, mas logo no início a marca provou que cumpre o que promete. Ela nos dá todo o suporte necessário e, de fato, compra a briga do comerciante no objetivo de vender mais”.

Redes distribuidoras

Guaraná Cruzeirense atende quase todo o estado do Acre. Atualmente, são 17 municípios acreanos que recebem diretamente os produtos. Além disso, a bebida também caiu no gosto do paladar amazonense: seis cidades do estado do Amazonas já consomem os refrigerantes da marca.

A rede dispõe de três inigualáveis sabores: Guaraná Cruzeirense, Guaraná Cruzeirense Champ e Ice Cola. Além destes, fabrica, ainda, a linha de refrigerantes Cruzeiro, disponibilizando mais quatro sabores: uva, laranja, limão e guaraná.

Distribuidoras fixas com pontos de venda estão localizadas em Cruzeiro do Sul e também Rio Branco. Cruzeiro do Sul abastece todo o Vale do Juruá. Na capital, a rede abastece os demais municípios, atuando com vendedores que distribuem para cada município, desde Sena Madureira até Assis Brasil, atendendo toda a demanda acreana, que aumenta a cada dia.

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Destaque 6

Acre é o terceiro estado com a maior taxa de desemprego no país

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Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 16, apontam que o desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da federação no 1º trimestre. Nesta pesquisa, o Acre aparece como o terceiro estado que apresentou maior taxa de desemprego no país, com 18,0%.

O Acre só ficou atrás do Amapá (20,2%) e da Bahia (18,3%). Em comparação com o 4º trimestre, as maiores variações foram registradas, também, no Acre, com 4,9 pontos percentuais (p.p.).O desemprego no trimestre encerrado em março é o maior desde o trimestre terminado em maio de 2018.

Já a menores taxas foram registradas em Santa Catarina (7,2%), Rio Grande do Sul (8,0%) e Paraná e Rondônia (ambos com 8,9%). Nos demais estados, houve estabilidade.

Menos 317 postos de emprego

No mês passado, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou que o Acre registrou queda na geração de empregos formais no mês de março de 2019. O estado perdeu 317 postos de emprego formal no final do primeiro trimestre do ano, com 1.858 admissões contra 2.175 demissões.

Segundo a pesquisa, o setor de comércio foi o que mais puxou essa perda, com 292 postos a menos no mês avaliado. Rio Branco foi a que mais perdeu postos formais de emprego, com 220 vagas a menos. Tarauacá também teve um saldo negativo de 16 postos e Sena Madureira com cinco vagas a menos. Já Cruzeiro do Sul apresentou um saldo positivo de 11 novos postos de emprego.

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Destaque 2

Ranking da indústria põe o Acre como menos dinâmico da economia brasileira

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O primeiro Índice FIEC de Inovação dos Estados traz o Acre como o Estado menos inovador do Brasil. Além de ser o último no ranking geral, o Acre amarga a 24ª posição no Índice de Capacidades e a 27ª posição no Índice de Resultados, consolidando o já antigo status de Estado menos dinâmico da economia brasileira.

O Indíce FIEC de Inovação dos Estados está sendo construído pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), vinculada à Confederação Nacional das Indústrias (CNI). O Índice FIEC de Inovação dos Estados é dividido em duas áreas, Capacidades e Resultados, as quais avaliam tanto o ecossistema de inovação quanto a inovação em si. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13).

O conjunto de indicadores que formam o Índice representam os aspectos e as capacidades essenciais para o desenvolvimento dos estados brasileiros, de modo que esses, quando postos em conjunto, constroem a base para o crescimento da competitividade e produtividade estadual.

Muito ao contrário do Acre, São Paulo é o primeiro do ranking, líder em Investimento Público em Ciência e Tecnologia e Competitividade Global em Setores Tecnológicos. Mais ainda, SP está entre os quatro primeiros colocados em todos os indicadores analisados.

Os dados são públicos e o espaço para manifestações acerca de seu conteúdo estão aqui assegurados.

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