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Gladson diz que Rocha será seu candidato para disputar a prefeitura de Rio Branco

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Durante entrevista exclusiva aos jornalistas Luís Carlos Moreira Jorge e Astério Moreira, do ac24horas, o governador Gladson Cameli (Progressista), afirmou, inesperadamente, que o vice-governador Major Rocha (PSDB), será o seu candidato a prefeito de Rio Branco em 2020. Rocha, que se encontrava em uma sala de reuniões ao lado do gabinete do governador, foi surpreendido pela entrada de Gladson que formulou o convite na presença de todos. “Aqui na presença dos jornalistas Luís Carlos e Astério quero lhe convidar para ser o meu candidato a prefeito de Rio Branco”, disse.

Pego de surpresa pelo convite, o vice-governador disse que aceitava, principalmente diante do apoio de Gladson Cameli. Essa é a primeira vez oficialmente que Gladson acena em apoiar Rocha na disputa da PMRB. Nos bastidores, comenta-se que a medida seria uma tática para mostrar publicamente o clima harmonioso entre ambos.

Outro ponto que chama a atenção no anúncio inusitado é o fato de Gladson colocar por terra qualquer pretensão do partido Progressista em ter candidatura própria a prefeito, ao menos na capital, descredenciando o deputado José Bestene, que aventa a possibilidade.

Recentemente, Cameli revelou em entrevista ao ac24horas que será candidato a reeleição em 2022, contrariando suas falas durante a campanha eleitoral de que não seria mais candidato ao governo no próximo pleito.

Os detalhes e bastidores da entrevista poderão ser acompanhados no Blog do Crica e da Coluna do Astério.

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Acre 01

Funcionário do Depasa é exonerado após denunciar condições de trabalho

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Após denunciar o Departamento Estadual de Águas e Saneamento (Depasa) por péssimas condições de trabalho, por meio de vídeo em sua rede social, o Operador de Estação Elevatória, Weverton de Lima da Silva, foi demitido no dia 29 de novembro, por meio de uma mensagem de Whatsapp.

Weverton Silva, em contato com o ac24horas, alegou que foi vítima de perseguição e sua demissão teria ocorrido logo após o vídeo viralizar em redes sociais. Ele relatou que o Depasa em nenhum momento explicou o motivo da sua exoneração. Silva tinha contrato com o Depasa até janeiro de 2020.

“Vieram me pedir ajuda para trabalhar na campanha do Railson e do Raimundinho da Saúde. Eu falei que não ia ajudar ninguém. Aí colocaram as pessoas para me perseguir. Hoje eu moro no Abraão Alab, e tem um reservatório próximo a minha casa e quando a gente começou a trabalhar no Depasa falaram que a gente ia trabalhar perto de casa, mas eles me colocaram para trabalhar no Santo Afonso”, relatou.

No vídeo postado, ele mostra as condições de trabalho, onde segundo Lima, não havia bebedouro, nem cadeira pra sentar e nem sequer um ventilador, no reservatório .

“A gente trabalha num lugar perigoso e o Depasa nunca pagou por periculosidade e insalubridade. A gente nunca recebeu vale transporte por parte da empresa. Logo após meu desabafo nas redes sociais, aconteceu a minha exoneração”, lamentou.

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Destaque 2

BNDES agiliza venda do DEPASA com promessa de investir R$ 1,3 bilhão em 35 anos de concessão

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) informou nesta sexta-feira (6) que a privatização do sistema de abastecimento de água e saneamento básico do Acre está em fase adiantada. Em função desse avanço, o banco estabeleceu investimentos de R$1,3 bilhão no Departamento de Pavimentação e Saneamento do Acre (DEPASA) enquanto durar o processo -35 anos.

O BNDES diz que ampliará de R$130 milhões para R$440 milhões a previsão de aportar recursos no DEPASA em cinco anos, 3,6 vezes a mais. Apresentação desse estudo feita no Rio de Janeiro por Guilherme Albuquerque no painel, diretor do BNDES, no “Projetos em curso no BNDES”. O nome do governador Gladson Cameli está citado na lista de convidados do evento denominado “BNDES com ´S´ de social e saneamento”.

No Acre os investimentos ficaram na casa de R$20 milhões a R$30 milhões por ano recentemente – R$46 milhões em 2017 -, os aportes em “capex” saltariam para então para mais de R$ 1,3 bilhão no período total da concessão. “Capex” é a sigla da expressão inglesa capital expenditure (em português, despesas de capital ou investimento em bens de capital) e que designa o montante de dinheiro despendido na aquisição (ou introdução de melhorias) de bens de capital de uma determinada empresa.

O modo proposto para a venda do DEPASA é “concessão comum de água e esgoto realizada pelo Estado para as áreas urbanas dos 22 municípios” -venda sumária da autarquia- com projeção de abastecer com água potável 98% do Estado em cinco anos e garantir esgotamento sanitário a 95% da população em 12 anos.

O estudo do BNDES separa a condição de Acre (e Amapá) dos demais Estados com sistemas a serem vendidos. Nos dois Estados do Norte, a ideia é fazer uma concessão plena dos serviços.

O relatório diz que os investimentos estão muito abaixo do necessário para universalização e realizados exclusivamente com aporte de recursos do Estado.

A precariedade nos investimentos fazem com que o sistema consiga realizar apenas 19% de coleta e tratamento de esgoto -e com o abastecimento de água com 65% de perdas.

Saiba tudo sobre a privatização do DEPASA e outras empresas em:  https://www.bndes.gov.br/wps/wcm/connect/site/f9c48822-4ac5-401d-a745-fa52751579c3/Projetos+em+curso+no+BNDES+-S+de+Social+e+de+Saneamento.pdf?MOD=AJPERES&CVID=mXrYNSb

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