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Gasolina de Guajará no AM é mais barata que a de Cruzeiro do Sul

Em Cruzeiro do Sul, com o último aumento, o litro da gasolina, passou a custar R$ 5,58 na maioria dos postos de combustíveis. Já na cidade amazonense do Guajará, que fica apenas 20 quilômetros de Cruzeiro do Sul, o litro da gasolina, nesta sexta-feira, variava entre R$5,19 e R$ 5,20.

Depois da abertura definitiva da BR-364 e o fim do uso exclusivo das balsas para o transporte do combustível, os empresários cruzeirenses agora alegam outros motivos para os altos preços do combustível, além das “dificuldades de logística” sempre lembradas.

O empresário Raimundo Bananeira, dono de um posto local, diz que vinha segurando os preços até que o acumulado chegou a 34 centavos e aí teve que repassar o aumento. Fala em preços abusivos da distribuidora nacional. Quanto ao preço do combustível de Cruzeiro comparado ao de Guajará, bananeira cita “que tudo que se compra no Amazonas não tem ICMS embutido e aqui no Acre se paga o maior ICMS do país”.

Mas o empresário Getúlio do Vale, que vende o litro de gasolina a R$ 5,20 na cidade amazonense do Guajará compra o combustível na Petrobrás de Cruzeiro do Sul. Ele afirma que segura esse preço com uma margem de lucro mínima. “O certo seria vender com o mesmo preço de Cruzeiro, mas vou segurar mais um pouco esse valor menor mesmo sem lucros. Muita gente de Cruzeiro e cidades vizinhas vem aqui no final de semana e abastece e enche o tanque por causa da diferença de preços. Então é melhor vender assim do que fechar o posto”, pondera ele.

Já o presidente da Associação Comercial de Cruzeiro do Sul, Assem Cameli, negou que a diferença na alíquota do ICMS acreano, em comparação ao do Amazonas, seja a causa dos altos preços da gasolina vendida em Cruzeiro do Sul. “É a mesma alíquota. Esse empresário do Guajará simplesmente optou por uma margem de lucros menor”, ressaltou, sem entrar em maiores detalhes sobre o custo da logística do transporte do combustível.

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Destaque 7

Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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