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No Acre, declarações do Imposto de Renda superam expectativas da Receita Federal

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A Receita Federal no Acre recebeu 3.674 acima do esperado para as declarações do Imposto de Renda em 2019. A expectativa do órgão era arrecadar declarações do IR de cerca de 75 mil contribuintes, mas superou a estimativa e recebeu a entrega de mais de 78 mil contribuintes no Acre.

O prazo para realização das declarações terminou no último dia 30 de abril. Até a data, o Fisco recebeu 78.674 mil declarações, o que representa um aumento de 4,6% com relação ao número de declarações em 2018, que totalizou 75.187 mil.

Segundo o órgão, o pagamento do primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2019, ano-base 2018, será feito no dia 17 de junho. Para quem não declarou dentro do prazo, o valor da multa é de no mínimo R$ 165,741 ou até 20% do imposto devido.

Receita ainda recebe IR

Os contribuintes que perderam o prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda das Pessoas Físicas 2019 podem enviar o documento a partir de hoje (2).

O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2019, ano base 2018, está disponível no site da Receita Federal. Também é possível preencher e enviar o documento por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

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Com 81 novos casos de coronavírus, Acre atinge 22.516 contaminados neste sábado

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O Acre registrou nas últimas 24 horas 81 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus. A secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou neste sábado, 15, que o número de infectados saltou de 22.435 para 22.516.

Agora, a Sesacre não informa mais a lista de óbitos por Covid-19 aos finais de semana. O dado passará a ser divulgado de segunda a sexta-feira. Desse modo, os óbitos do final de semana serão informados no boletim de segunda-feira. Atualmente, o Acre registra 576 óbitos pelo novo coronavírus.

Mais informações sobre a situação da pandemia no estado serão disponibilizadas no boletim completo, a partir das 16 horas.

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Ministra diz que pecuária do Acre valoriza carne brasileira no mercado internacional

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Segundo a ministra da Agricultura Tereza Cristina, um dos grandes fatores que deve impulsionar as exportações brasileiras é o reconhecimento de quatro estados, entre eles o Acre, como áreas livres de febre aftosa sem vacinação.

Ela explicou que, em maio, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deverá ratificar a decisão do Ministério da Agricultura, o que liberará a carne bovina desses estados para exportações sem vacinação, valorizando o produto brasileiro no mercado internacional.

Além do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia- e de regiões do Amazonas e do Mato Grosso são agora zonas livres de aftosa sem vacinação.

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Destaque 3

Publicada instrução normativa que reconhece Acre zona livre de aftosa sem vacinação

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Apesar da grande publicidade do feito, apenas nesta sexta-feira (14) é que o Governo Federal publicou no Diário Oficial da União a instrução normativa 52, de 11/8/2020, que reconhece como livres de febre aftosa sem vacinação os Estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e regiões dos Estados do Amazonas e de Mato Grosso.

O fim da vacinação contra aftosa já era esperada no Acre. A IN é do Ministério da Agricultura.

Em maio de 2005, a Organização Internacional de Epizootias (OIE) declarou o Acre como área livre de aftosa com vacinação. Desde então, o Estado vinha trabalhando arduamente para obter o atual status.

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Agentes públicos estão proibidos de fazer publicidade e propaganda a partir deste sábado

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O eleitor se deparou nos últimos dias com o anúncio de que as prefeituras estão tirando seus sites e redes sociais do ar. Tudo isso tem um motivo: a legislação eleitoral.

É que a partir deste sábado, 15, agentes públicos de todo o país estão proibidos de fazer publicidade, propaganda ou pronunciamento em rádio e televisão. As restrições são parte de diversas condutas vedadas no período que antecede às eleições municipais, cujo primeiro turno ocorre no dia 15 de novembro. O objetivo, segundo a lei, é garantir que todos os candidatos tenham igualdade de oportunidades no pleito.

No entanto, de acordo com Emenda Constitucional Nº. 107, aprovada em julho, há uma exceção para as eleições deste ano: publicidade e divulgação de ações de enfrentamento e orientação à população em torno da pandemia estão permitidas.

Mas até onde prefeitos, vereadores e demais agentes públicos podem ir sem ultrapassar os limites da lei e praticar algum tipo de abuso eleitoral, aproveitando-se de ações no combate à pandemia para autopromoção?

É consenso entre os especialistas que os candidatos não poderão associar sua imagem pessoal a medidas de combate à Covid-19 e que a publicidade institucional de atos e campanhas destinados ao enfrentamento da pandemia e à orientação da população devem ter caráter “educativo e informativo”, apenas.

O que diz a lei

De acordo com a Lei nº 9.504, conhecida como Lei da Eleições, os agentes públicos (inclusos aqui os prefeitos, vereadores, parlamentares e outros) não podem praticar uma série de condutas que lhes dê vantagem na corrida eleitoral contra outros candidatos. Duas das proibições passam a valer três meses antes do primeiro turno do pleito.

Em primeiro lugar, os agentes públicos não podem autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral. A pandemia da Covid-19 se encaixa em uma dessas exceções.

O candidato não pode participar de inauguração de obras públicas e nem aquele ocupante de cargo na administração pode usar da propaganda para se promover. Um vereador, por exemplo, não pode se vincular a uma obra pública dizendo que, em razão dele, determinada ação foi feita.

Além disso, os gestores não podem fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito. Mais uma vez, há uma ressalva: quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria “urgente, relevante e característica das funções de governo”.

Punições

Para aqueles que divulgarem publicidade ou propaganda fora das regras estabelecidas em lei, há uma série de punições. As sanções levam em conta, também, a influência que as irregularidades podem ter sobre o resultado nas urnas, mas, não há passe livre para pequenos abusos.

As punições podem ir da multa, cassação do registro do diploma até mesmo a responsabilização por ato de improbidade administrativa com a perda do cargo e suspensão dos direitos políticos.

Eleições 2020

Previstas para outubro, as eleições municipais deste ano foram adiadas para novembro, por causa da pandemia da Covid-19. O primeiro turno está marcado para o dia 15. Já o segundo, para o dia 29 do mesmo mês. Na emenda à Constituição que os parlamentares aprovaram há a possibilidade de eleições suplementares nas cidades que não apresentarem condições sanitárias seguras para realizar o pleito.

Na prática, o texto permite que as regiões que estiverem com alta propagação da Covid-19 na época das eleições possam adiar a votação, após aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Congresso Nacional.

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