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Pacientes do Hospital do Câncer protestam na Aleac; veja o vídeo

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FOTO: SÉRGIO VALE

Pacientes que fazem tratamento de câncer no Hospital do Câncer em Rio Branco, a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), superaram as dores físicas e foram pedir socorro aos deputados estaduais durante a sessão desta quinta-feira, 02, na Assembleia Legislativa.

O grito de socorro é de quem enfrenta a difícil doença e além de lutar contra um câncer é obrigado a conviver com o descaso do poder público. As pacientes denunciam falta de medicamentos e até, acredite, de um atendimento humanizado por parte até dos médicos.

“Estamos a mercê da sorte. Estamos reivindicando um atendimento com mais qualidade, começando pela situação da estrutura física do prédio. O teto só falta cair nas nossas cabeças. Não tem sequer um bebedouro com água. O atendimento é muito ruim desde a recepção. Alguns médicos nos tratam muito mal, bem diferente de quando nos atende em seu consultório particular”, afirma Jovelina Nava, que faz tratamento contra um câncer de mama.

O mais grave é que, segundo a denúncia, crianças, mulheres e homens estão morrendo por falta de tratamento.

“Temos aqui várias pessoas com comprovantes de compra de medicamentos, não tem uma simples seringa e não tem verba para o TFD. Esse problema vem de muito tempo e todos os dias morrem gente por falta de tratamento”, acrescenta Jovelina.

Por falta do tratamento de radioterapia, muitos pacientes são obrigados a fazer o tratamento na unidade do Hospital de Amor em Porto Velho. Os pacientes relatam a diferença em relação ao Hospital do Câncer do Acre.

“O tratamento em Porto Velho é completamente diferente. Chegamos lá e somos bem atendidas com humanidade do portão até a sala do médico. Eu fui vítima do Unacon. Comecei, mas como o tratamento demorou muito a doença voltou. Eu disse que nunca mais pisava no Unacon e graças à Deus eu consegui e estou fazendo tratamento em Porto Velho. Estamos pedindo socorro pelas crianças, homens e mulheres que estão morrendo por falta de tratamento no Hospital do Câncer do Acre”, diz Maria de Fátima Oliveira.

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Acre

Cameli diz que Acre enfrenta um inimigo impiedoso e esforços não podem cessar

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Em pronunciamento oficial, o governador Gladson Cameli (Progressistas) nesta quinta-feira, 06 de Agosto, data do início da Revolução Acreana, lamentou o fato de não poder comemorar a data como é de costume no Acre com desfiles e a participação da população, em decorrência da Covid-19.

Cameli aproveitou para relembrar que o Acre foi o único estado que lutou para ser integrado ao Brasil.

“Não iremos para às ruas como era de costumes. Não desfilamos ou juntaremos uma multidão para expressar a nossa força e união, mas não abriremos da alegria e do orgulho de sermos o único estado que lutou para ser brasileiro”, pontuou.

O governador pediu para que todos os acreanos lembrem, que neste 06 de Agosto, enfrentam um inimigo impiedoso que é a Covid-19, que fez mais de 500 óbitos no Acre.

Cameli pede à população que reforcem as medidas de distanciamento social para conter a propagação do vírus.

“Esse dia 06 de agosto, enfrentamos nossa própria batalha a de proteger nossos irmão acreanos através das medidas das medidas de distanciamento social. O Acre agora enfrenta um inimigo impiedoso.Vamos vencer, e estamos vencendo, mas como toda a batalha se faz de um esforço que não pode cessar até o final da guerra. É hora de visitar o nosso passado para entender a grandeza do nosso futuro. Esse 06 de Agosto comemoramos em casa para que nos próximos anos voltemos a comemorar como sempre estivemos e como sempre estaremos. Juntos!”, encerrou.

 

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Acre

Engenheiro sugere construção de praia com ondas no Acre

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O engenheiro e ex-secretário de infraestrutura do governo Gladson Cameli, Thiago Caetano, usou as redes sociais, nesta quarta-feira, 06, para sugerir ao governo do Acre a construção de uma Praia Pública para promover o turismo na região norte.

O engenheiro afirmou que, com planejamento, poderia se criar condomínios e centros comerciais no entorno dessa Praia Pública que iria virar um ponto de turismo de todos os acreanos.

Segundo ele, esse projeto custaria por volta de R$ 200 a 300 milhões, e poderia ser destinado via Emenda de Bancada ou operação de crédito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

“Alguns vão achar loucura, outros um sonho distante. Mas para quem já viu e fez muitas coisas que pareciam impossíveis acontecer, sabe que basta querer e ter bons técnicos. Que rapidamente este sonho poderia tomar forma e se tornar realidade, mas por enquanto, é apenas um sonho de quem é apaixonado por praia. Então, vamos sonhar”, escreveu.

Caetano ainda disponibilizou um vídeo com um modelo de máquina que cria ondas.

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Acre

Acre teve mais de 3 mil novos infectados durante a fase laranja

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Num período de 15 dias, desde que o Acre migrou oficialmente para a Bandeira Laranja (alerta) da pandemia de Covid-19 e deixou o status de emergência, o Estado registrou 3.551 novos contaminados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) nos 22 municípios acreanos. Além disso, do dia 21 de julho até esse 5 de agosto, também foram contabilizadas 82 mortes decorrentes de complicações da doença.

Nessa última semana – a contar os primeiros cinco dias do mês agosto – foram somados quase 1.500 resultados positivos de Covid-19 e o Acre teve precisamente 16 óbitos. Ontem, quarta-feira, 5, data em que o governo do Acre, junto ao Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, anunciou a nova classificação de risco definida pelo Pacto Acre sem Covid, o Estado contava 323 novos casos da doença e já passava dos 21 mil infectados. Confirmou ainda a 547ª morte por conta do vírus.

O ápice de novos contaminados registrados em 24 horas na faixa laranja ocorreu no dia 3 de agosto, quando a secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) registrou 373 novos casos e mais 2 mortes provocada por coronavírus. Dias críticos durante a Bandeira Laranja também causaram apreensão com relação aos exames. A falta de reagentes e outros problemas fizeram com que a fila de amostras sorológicas em análise no Laboratório Charles Mérieux e no Laboratório Central de Saúde do Acre (Lacen) chegasse a mais de 1.200.

Embora tenham participado diretamente para a mudança de faixa perante a pandemia, os profissionais de saúde do Comitê alertam para uma grande preocupação neste momento: maior circulação de pessoas nas ruas pode favorecer o aumento descontrolado dos casos de Covid-19, caso não sejam tomadas as precauções de convivência estabelecidas pelo Pacto Acre sem Covid.

Durante apresentação dos dados que concluíram uma nova mudança de faixa ao Estado, que agora se encontra na Bandeira Amarela (atenção), a coordenadora do Grupo de Apoio ao Pacto Acre sem Covid, Karolina Sabino, destacou que o Acre sente uma folga no sistema de saúde, com taxa de internação inferior a 50%.

“Por isso estamos mais seguros em fazer ajustes metodológicos que permitem nossas ferramentas entenderem as mudanças, mas tudo de forma segura e responsável, a fim de que haja proteção do direito à vida. Não estamos voltando ao antigo normal. Enquanto não houver uma vacina, não estaremos realmente protegidos. Por isso precisamos manter nossa postura de cuidados”, disse.

Na faixa amarela, foi ampliado o leque de estabelecimentos que podem voltar a funcionar durante a pandemia. Agora, além dos templos religiosos, bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes e sorveterias podem abrir obedecendo a capacidade máxima de 50% do número de mesas no ambiente externo e interno e mantendo uma distância mínima de 2,5 metros entre as mesas dos clientes. O Acre está até o momento com 21.033 pessoas que já se contaminaram com o vírus e 547 óbitos decorrentes da doença.

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Acre

Na CNN, Bittar diz que imposto sobre transações digitais traz sonegador para legalidade

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O senador Márcio Bittar, em entrevista à CNN, nesta quarta-feira, 05, defendeu a proposta apresentada pelo Ministro da Economia Paulo Guedes ao Congresso Nacional, que trata da primeira parte da Reforma Tributária estudada pela área econômica.

A primeira proposta trata apenas da unificação de PIS e Cofins: tributos federais sobre o consumo. A reforma foi fatiada em quatro pedaços, os outros três devem ser apresentados nas próximas semanas.

Para o emedebista, a proposta de Guedes diminui a burocracia e simplifica o sistema tributário e pega parte de negócios de mercado livre, que está fora de tributação.

“Agora, o ministro apresenta uma proposta fatiada que é a união de PIS e Cofins criando a CBS com 12% de contribuição. Isso vai diminuir a burocracia e vai simplificar o sistema, e vai trazer para dentro dos tributos uma parcela de negócios do mercado livre que hoje está livre de tributação, o que eu acho positivo! Você simplifica, diminui a burocracia e atrai pessoas que não pagam tributos”, pontuou.

Para o senador, o governo deveria ter apresentado a Reforma Tributária conjuntamente com Administrativa do Estado Brasileiro e junto à PEC do Pacto Federativo porque as duas trabalham na austeridade fiscal, ou seja, mais rigor no controle de gastos.

Em outro trecho da entrevista, o senador se mostrou favorável a proposta de Guedes de cobrar imposto sobre pagamentos eletrônicos, que tem sido apontada como a “nova CPMF”.

“A ideia de pegar sonegador é positiva! Então, você tem concretamente muitas transações financeiras onde as pessoas sonegam, e isso não é bom pra ninguém! Então, trazer para legalidade vários sonegadores é importante porque aquele que está sonegando tá sobrevivendo de serviço público pago por outras pessoas”, explicou.

“Eu sou simpático a ideia de Guedes. Há milhares de transações financeiras, hoje, quase tudo se faz no cartão e muito disso está sendo sonegado, e não tá pagando tributo. Portanto, trazer para legalidade aquela parte da sonegação é importante”, defendeu.

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