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Acre realiza feira de confecções e promete transformar indústria

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Empreendedores de Rio Branco se preparam para sediar a primeira feira de confecções acreana. O evento irá reunir representantes de 10 indústrias locais de confecções e promete ser um marco histórico ao setor no Estado. A programação vai ocorrer nos dias 03, 04 e 05 de maio, na entrada do Canal da Maternidade, das 18 às 22 horas, em frente ao Terminal Urbano, centro da capital.

A proposta, segundo o Sindicato da Indústria de Confecção e Correlatas do Acre (SINCON), é alavancar e valorizar a indústria local, induzindo os consumidores a adquirirem o produto no próprio estado, ao invés de precisarem viajar para outras cidades em busca de peças com valor mais baixo para revenda.

Para isso, a Secretaria de Empreendedorismo e Turismo apresenta à população esta semana o que foi produzido nos últimos meses, com o propósito de quebrar o paradigma de que a confecção de moda tem de, necessariamente, vir de outros estados.

“Será uma oportunidade e tanto para as indústrias locais de mostrar seus produtos para a população, que terá acesso a um produto de qualidade por um preço acessível”, diz o presidente do SINCON, Abraão Figueiredo. A feira terá uma pegada popular e terá a participação de indústrias locais de confecção, além de empreendedores do ramo de alimentação, artesanato e plantas.

Ao todo, 30 empreendimentos serão beneficiados com o evento, que irá gerar cerca de 90 postos de trabalhos durante os dias de feira. “Os profissionais do ramo foram beneficiados, ainda na gestão anterior, com dezenas de máquinas de costura para produzir peças mais baratas, com poder aquisitivo mais acessível para poder vender para os consumidores do estado”, afirma Fred Lima, da secretaria de Empreendedorismo e Turismo.

Conforme Lima, o principal intuito é evitar que os empresários precisem se deslocar para outros estados em busca desses produtos. “A ideia é que se faça aqui em Rio Branco essa logística. Se deu certo ou não, veremos os resultados nessa primeira feira”.

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MPF apura suspensão de voos entre Rio Branco e Porto Velho

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O Ministério Público Federal no Acre (MPF/AC) instaurou um procedimento inicial de levantamento de dados visando apurar os motivos da suspensão, desde o último dia 06 de maio, dos voos da companhia aérea Gol no trecho entre as capitais do Acre e Rondônia. Até então, este era o único voo que ligava as duas cidades, distantes 500km entre si.

Os ofícios enviados para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e para a Gol Linhas Aéreas pedem explicações para ambos sobre os motivos da suspensão e inclusive, se há previsão de retorno da frequência dos voos, À Anac foi pedida ainda que explicasse quais foram as providências adotadas pelo órgão diante da situação.

Após o recebimento dos esclarecimentos, o MPF vai decidir sobre as medidas que poderão ser tomadas sobre o caso.

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Latam é obrigada a transportar idoso de Goiânia para Rio Branco

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O juiz da 30ª Vara Cível da comarca de Goiânia, William Costa Mello, concedeu liminar para obrigar a Latam Airlines Brasil a transportar um idoso enfermo de volta ao seu lar. A companhia aérea havia se negado a autorizar o embarque do passageiro, pelo caráter grave da doença, mesmo com alta médica.

A intenção é que ele consiga regressar para sua casa, em Rio Branco, no Acre, depois de tentar tratamento médico, sem sucesso, em Goiânia. A viagem deverá ser realizada em até 24 horas após a data da concessão da medida liminar. Em caso de descumprimento da medida, a empresa está sujeita a multa diária de R$ 5 mil.

Segundo a petição, o idoso é portador de neoplasia de pâncreas avançada. Ele veio a Goiás, em fevereiro deste ano, para tentar terapia. Como não conseguiu perspectiva de cura, o médico responsável indicou cuidados paliativos e sugeriu o retorno à casa, para o paciente ficar junto da família. Contudo, a viagem foi negada pela ré.

Para o magistrado, a Latam Airlines agiu com abusividade, ao impedir o idoso de viajar, justificando a necessidade de concessão da liminar. “O periculum in mora (risco da demora) resta configurado uma vez que não seria razoável exigir do autor esperar o deslinde do processo para somente ao final obter o transporte aéreo almejado. E tal ocorre ante a possibilidade do autor não usufruir o resultado prático de sua pretensão de retornar a sua casa e despedir de seus entes queridos, já que somente está realizando tratamento paliativo para a neoplasia maligna avançada”.

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