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Raphael Bastos: “achava que se tratava de mais um ataque”

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O ex-secretário de Planejamento do Acre (Seplan), Raphael Bastos, que foi demitido pelo governador Gladson Cameli nesta quarta-feira, dia 24, fez um desabafo nas redes sociais sobre a forma pela qual foi desligado do Governo do Acre. Raphael disse que só soube da demissão ao acordar e ver o nome no Diário Oficial.

A demissão de Raphael Bastos, que já era praticamente certa desde a segunda-feira, dia 22, justamente o dia em que o decreto de exoneração teria sido assinado pelo governador, teria ocorrido porque o democrata não conseguiu se comunicar bem com os demais colegas da equipe econômica do governo.

“Confesso que fiquei surpreso com o questionamento, pois achava que se tratava de mais um ataque – muito comum até aqui – de nossos “aliados” no Governo, o chamado “fogo amigo”, que vem me acompanhando durante esses 114 dias no governo, de modo que não acreditei que o fato viesse a se concretizar”, escreveu no facebook.

Além disso, Bastos destaca que a missão dele em favor do Acre não acabou, e que há vários motivos que podem ter levado à exoneração do cargo. “Lamento muito a forma com que foi orquestrada a minha saída e, principalmente, por tomar conhecimento do fato por meio da imprensa, mas acredito que nem um “inimigo” deveria ter recebido tal tratamento”, completa.

Raphael Bastos também disse que esperava outra atitude de Gladson Cameli, “Esperei do Governador, por quem tenho profundo respeito, uma atitude diferente, mas em face da nova realidade, desejo-lhe muita sorte e sucesso, pois a missão dele é muito difícil: fazer um Governo produzir com tantas “amarras” e “freios”, onde o medo de errar tem sido infinitamente maior do que a vontade de acertar”, finaliza.

Quando ao deputado federal Alan Rick, que indicou Bastos e está insatisfeito com a demissão do ex-secretário, Cameli minimizou a crise. “Vou conversar com o deputado federal Alan Rick agora pela manhã, e explicar a ele os motivos. Minha relação continuará a melhor possível. O nosso propósito é único: é olhar e defender o nosso estado”, completa.

Com a baixa de Bastos, o Democratas pode deixar de dar apoio ao governador acreano. O deputado Alan Rick comenta, nos bastidores, que levará a questão ao Planalto, numa nítida demonstração de que se colocará contra o governo de Gladson. A ameaça pode causar mais problema na gestão progressista.

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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