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Morador grava vídeo mostrando sacos de peixe estragado em mercado de Cruzeiro do Sul

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Um vídeo divulgado nas redes sociais por um morador do município de Cruzeiro do Sul neste sábado, 20, mostra um suposto desperdício de pescado no mercado de peixes da cidade.

Conforme relata o autor do vídeo, são 13 sacas de pescados que estariam estragados, prontos para serem lançados no lixo. Ele ainda destaca que os peixes estragados poderiam ter alimentado pessoas ou até mesmo sido vendidos, caso baixassem o preço.

Veja o vídeo:

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Acre 01

Em debate com Roberto Duarte, Moisés Diniz crítica governos de esquerda no Acre 2050

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Fotos: Douglas Barros

A importância de uma política com visão de longo prazo foi debatida na noite desta quinta-feira (05) pelo deputado estadual e pré candidato a prefeito de Rio Branco Roberto Duarte (MDB) e Moisés Diniz, ex-deputado federal e atualmente Secretário Municipal de Educação de Rio Branco, com mediação de Rodrigo Pires, no Painel 2º, do evento Acre 2050.

O evento teve como tema: “Rio Branco do futuro: como pensar uma Rio Branco inteligente e economicamente viável?”.

O deputado estadual Roberto Duarte e pré candidato a prefeito de Rio Branco pelo (MDB) disse que Rio Branco tem muito o que avançar na questão da tecnologia e da internet. Ele disse que é necessário essas duas partes para uma cidade mais inteligente e criticou a falta de gestões anteriores, que vai uma e vem outra, que só pensam em tapar buracos e não tem projetos para malha viária de Rio Branco.

Para Duarte, o caminho para uma Rio Branco inteligente é trabalhar a educação. “A hora é agora, precisamos investir em tecnologia e em internet. Eu acredito muito na parceria pública e privada. Precisamos desburocratizar e integrar todos os setores e esse é o caminho para o futuro”, ponderou.

Já o ex-deputado federal Moisés Diniz cometeu um “sincericídio”. Ele criticou duramente os governos da esquerda, do qual fez parte e foi líder. Diniz disse que “não fizeram nada sobre uma política pública dura para combater o tráfico de drogas pelas fronteiras”.

“Quando governamos nos tínhamos Presidente da República e não se fez uma política pública de fronteiras, ou a gente coloca os políticos do Acre para parar de fazer projetinho bonito, que não resolve nada, e colocar eles para ir cuidar da nossa fronteira”, disparou.

Moisés também criticou a falta de políticas públicas para o fomento da energia solar.

“Nos estamos no lugar mais perto do sol e não temos politicas públicas para essa área. Eu estou com um projeto pronto que irei apresentar para a prefeita e a Câmara para a gente colocar a energia solar nas 86 escolas de Rio Branco. Iremos economizar, em 17 anos, mais de R$ 400 milhões com apenas uma medida. Isso é a metade do orçamento da prefeitura”, afirmou Moisés.

ACRE 2050

O evento contou com a presença de Emerson Jarude, Moisés Diniz, Roberto Duarte, José Adriano da FIEAC, Gabriel Santos do Movimento Acredito BR e Renova BR, Roberto Pires da Agência PWS e um dos organizadores do Acre 2050 e a sociedade civil em geral, que lotaram o auditório do Cine Teatro Recreio.

O Acre 2050 tem a coordenação suprapartidária de um grupo de jovens apoiados pela instituições mais importantes do Estado. Eles mantêm um relacionamento contínuo com as Universidades, grupos de pesquisas e centros acadêmicos, que têm a responsabilidade de reunir as melhores contribuições regionais, nacionais e até internacionais para refletir sobre o que os acreanos desejam para os 30 anos seguintes.

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Acre 01

Após Flaviano, Romildo Magalhães também perde pensão de ex-governador de R$ 35 mil

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O juiz da 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Rio Branco, Anastácio Lima Menezes Filho, derrubou a liminar que garantia o pagamento da pensão de ex-governador Romildo Magalhães. O magistrado entendeu que a situação do ex-governador não se aplica àqueles que governaram o Acre antes da Constituição de 1988.

Anastácio Lima Menezes Filho relatou em sua decisão, por mais que pesa tais argumentos, “nenhum deles é procedente, uma vez que não houve recepção de tais normas jurídicas pela CF/88. Como é de solar clareza em direito constitucional, a nova constituição recepciona as normas anteriores compatíveis e extirpa as incompatíveis. Como será exposto abaixo, as normas anteriores à Constituição de 88 que tratavam da matéria não foram recepcionadas por serem incompatíveis com a nova ordem jurídica”.

Por fim, o juiz acrescentou que não há como invocar direito adquirido em face de nova Constituição.

O magistrado usou sua tese em base da decisão do STF usando exemplo Ações Direta de Inconstitucionalidade (ADI) de diversos estados como Pará, Sergipe, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Amapá.

Chamado para se manifestar, o Ministério Público Estadual (MPE) negou o pleito de Romildo que pedia o restabelecimento do pagamento da pensão de ex-governador.

“A manifestação coleciona entendimentos do STF contrários ao pagamento de subsídios vitalícios a ex-governadores e que tal pagamento se caracterizaria ofensa aos princípios da impessoalidade e moralidade elencados no Art. 37, caput, CF/88”, afirmou o MP.

O fim do pagamento dessas pensões só foi realizado pela Proposta de Emenda da Constituição (PEC) que foi apresentada pelo atual líder do governo Gladson Cameli, Gerlen Diniz em 2017 e aprovada no mesmo ano onde revogou integralmente o art. 77 da Constituição Estadual e, que consequentemente acabou com a previsão legal de pagamentos de pensão para ex-governadores.

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