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Procissão do Cristo Morto leva 25 mil fiéis às ruas de Rio Branco na Sexta-Feira da Paixão

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Uma multidão emocionada de católicos percorreu nesta Sexta-Feira, dia 19, as ruas de Rio Branco, durante a procissão do Senhor Morto, tradicional da Sexta-Feira da Paixão. A caminhada foi dirigida pela Diocese de Rio Branco, e contou com pelo menos 25 mil fiéis.

A peregrinação saiu da Catedral Nossa Senhora de Nazaré, onde dom Joaquím Pertiñez, bispo da Capital, celebrou a Liturgia da Paixão no final da tarde, encerrando pela noite, nas escadarias do Palácio Rio Branco, no Centro.

Pertiñez destaca que a data é lembrada anualmente, e que o dia é marcado por intensas atividades da Igreja, com oração e agradecimento. “Esse é o momento em que lembramos e assistidos, pessoalmente, como foi sofrida a morte de Cristo. Ele deu a vida por nós, mas ressuscitou ao terceiro dia. Hoje é um dia muito importante, também de reflexão”, comenta.

Dom Joaquím Pertiñez também convidou a população para prestigiar a Missa do Alvorecer, no domingo, dia 21, páscoa, a partir das 5 horas, com concentração iniciando às 4 horas, no Palácio Rio Branco. “No domingo estaremos também aqui, unidos, adorando Jesus, e lembrando que Ele ressuscitou”, destaca.

A Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que não há Eucaristia e o altar fica descoberto, sem nenhuma decoração no presbitério. A sexta-feira santa, curiosamente, é um dia em que se comemora a morte e a paixão de Jesus, ocorrida, segundo a história, há cerca de 2.000 anos.

A Semana Santa expressa o momento mais forte da fé cristã. Iniciada com o Domingo de Ramos, o período é marcado pela instituição da eucaristia, o lava-pés, a Paixão de Cristo e a ressurreição. Os fiéis são chamados a vivenciar a experiência da conversão ao participar das celebrações que revivem o testemunho de Cristo.

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Acre

Diretor do IMAC explica que investigação do TCE é referente a pendências da gestão anterior

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O Diretor-Presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), André Hassem, entrou em contato com a reportagem do ac24horas para esclarecer a nota divulgada referente ao processo de nº (132.012), que trata sobre a não apresentação dos arquivos referentes ao 6º Bimestre de 2018. O processo foi publicado na edição do Diário Oficial do TCE, desta quarta-feira (21).

André informa que os arquivos já foram todos encaminhados. “Do mês de novembro entreguei no dia 28 de Janeiro de 2019 e a de dezembro entreguei no dia 08 de Fevereiro de 2019”.

O que que ocorreu?

“Ocorre que devido às junções das secretarias o IMC veio para dentro do IMAC. Então, nós fizemos a circular e mandamos pro Tribunal através da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) informando que não tinha como enviar prestação porque o responsável à época pelo Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) não entregou a prestação de contas e nem entregou em tempo hábil os relatórios de prestação de contas exigidos pelo Tribunal. No entanto, eu encaminhei os dados, que era do ex- gestor do IMAC, em janeiro e fevereiro”.

Ele relata que o problema se deu porque o IMC sequer havia entregue os relatórios e a prestação de conta, o que vem prejudicando o envio.

“Já enviamos tudo, lá atrás, pro TCE. E foi feito a justificativa para a Sefaz. Agora vamos também justificar porque não foi enviado a de dezembro juntamente com a de novembro, em relação a junção do IMC com O IMAC. Mas agora o IMC voltou, e o professor Carlitinho que é o responsável, e agora temos que encaminhar a prestação de contas de 2018, embora não seja responsabilidade dele, mas sim de quem estava à frente à época”, explicou.

André Hassem disponibiliza as imagens comprovando a entrega dos arquivos, por meio de Ofício, ao Tribunal de Contas do Estado (TCE)

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Destaque 4

Crianças de creche no Jarbas Passarinho, em Rio Branco, protestam pelo direito de respirar

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Se o apelo dos adultos não funciona, quem sabe a doçura de estudantes de 2 e 3 anos de idade sensibilizem os que teimam em continuar praticando queimadas urbanas e rurais que estão deixando o acreano sem condições de respirar de tanta fumaça.

Com a ausência diárias de crianças que não vão à creche por causa de doenças respiratórias, a creche Olindina Bezerra da Costa, localizada no Conjunto Jarbas Passarinho, resolveu fazer um protesto para protestar contras as queimadas.

“Estamos trabalhando com a temática do folclore brasileiro com as crianças, mas resolvemos explorar esse assunto, já que temos muitos casos de nossos pequenos que estão com problemas respiratórios, ocasionados pelas queimadas”, afirma a assistente Samara Aparecida.

A creche Olindina da Costa atende cerca de 220 crianças em dois turnos.

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