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Primeiro jogo da final do Campeonato Acreano será nesta sexta, 19, no Arena da Floresta

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FOTO: MANOEL FAÇANHA

Não teve jeito. Mesmo com toda a polêmica e o anúncio de que a partida não terá transmissão das rádios, a primeira das duas finais do Campeonato Acreano de Futebol acontece nesta sexta-feira, 19, às 17h na Arena da Floresta.

Após toda polêmica negativa por conta da partida acontecer em uma sexta-feira da Semana Santa e por coincidir com o horário da procissão, o que fez com que as duas rádios que transmitem o campeonato, Difusora Acreana e EcoAcre FM, optassem pelo evento religioso, a Federação de Futebol do Acre ainda tentou mudar as datas das finais para sábado e terça-feira, mas o Atlético Acreano recusou.

A negativa do Galo é que já estreia no sábado da semana que vem, 27, no Campeonato Brasileiro da Série C contra o Volta Redonda, jogo que vai ser realizado no Rio de Janeiro, e o tempo de preparação para a competição nacional seria muito curto.

Os dois jogos entre Atlético e Galvez, que decidem o título do futebol acreano, acontecem nesta sexta e na próxima segunda-feira, dia 22.

As duas equipes chegam a decisão sem vantagens. É campeão quem somar pontos nos dois jogos. Em caso de vitória para cada time, independente do placar, o campeão será conhecido nos pênaltis.

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Destaque 2

Gladson pede paciência à sindicatos e diz que não vai demitir “coronel da saúde”

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À portas fechadas o governador Gladson Cameli, acompanhado de seus principais secretários, entre eles Mônica Feres, da Sesacre, e Alysson Bestene, da articulação política, recebeu na manhã desta quinta-feira, 19, os representantes dos sindicatos ligados à saúde.

Na mesa de discussão, revisão do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCR), etapa alimentação e a regularização do Pró-Saúde, reivindicações que levaram a greve na saúde estadual, que só acabou por conta da ilegalidade apontada pela justiça que determinou a volta ao trabalho.

Outra reivindicação é a demissão do secretário adjunto de saúde, o coronel do Exército Brasileiro, Jorge Rezende, que durante a greve foi acusado de ter tentado agredir o deputado estadual Jenilson Leite (PSB) e supostamente teria chamado os trabalhadores em saúde de vagabundos.

Apesar da insatisfação dos sindicatos pelo pouco avanço nas pautas de negociação, a postura de Gladson foi elogiada pelos próprios sindicalistas.

Outra novidade é ter em mesa de negociação a presença de um deputado de oposição, como foi o caso de Jenilson Leite (PSB). No último governo, a presença de um deputado opositor em um momento de discussão com um sindicato que acabou de fazer uma greve era algo impensado.

Gladson reconheceu a legitimidade das reivindicações, mas pediu paciência aos sindicatos. “Não faz parte da minha personalidade me esconder atrás dos problemas. Mas se o Estado quebrar, estamos todos lascados. Estou com meu limite de gastos acima do permitido por lei e preciso vender todas as dívidas do estado, o que deve acontecer no máximo até 15 de novembro”, afirmou.

Os sindicalistas explicaram que após o episódio registrado durante a greve fez com que houvesse mais clima para se sentar com o secretário-adjunto.
Gladson foi firme e reafirmou que não vai demitir o Coronel Rezende. “O coronel Rezende teve seus excessos, teve, e isso não vou negar. Não estou aqui o defendendo, mas se coloque no lugar dele, é importante a gente sempre se colocar no lugar do outro”, disse Cameli.

Os sindicalistas lembraram ainda que é um compromisso de Gladson melhorar as condições de trabalho nas unidades de saúde.

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Destaque 3

Confira a lista dos 340 comissionados exonerados por Gladson Cameli nesta quinta-feira

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Foi publicado na tarde desta quinta-feira, 19, uma edição extra do Diário Oficial onde o governador Gladson Cameli exonera mais de 340 cargos comissionados da Estrutura do Estado.

ACESSE A LISTA DOS COMISSIONADOS AQUI

Com as alterações realizadas na terça-feira, 17, pela Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o governo alega que será necessário a adoção de medidas austeras para resgatar o equilíbrio fiscal do Estado para o devido cumprimento do teto de gastos públicos.

Atualmente, o Estado extrapolou o limite máximo de gastos com pessoal que é de 49% e está com 55,17%. O assunto foi discutido durante uma reunião realizada entre a Casa Civil, Secretaria da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Gestão e Planejamento (Seplag) e Secretaria de Relações Políticas e Institucionais (SRPI).

A decisão governamental ocorre devido aos vetos dos deputados estaduais referentes à proposta discutida com membros do Poder Executivo na semana passada, afetando diretamente o equilíbrio das contas públicas, uma vez que o Governo do Estado vem trabalhando no sentido de cumprir suas obrigações financeiras com a folha de pagamento, inclusive com a antecipação do décimo terceiro salário e o saneamento de dívidas da gestão anterior.

De acordo com o governador, o aumento do déficit previdenciário refletiu nas despesas com pessoal, levando o Estado a ultrapassar o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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