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Homem é morto com um tiro na cabeça no bairro Recanto dos Buritis, em Rio Branco

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Nem na Sexta-Feira da Paixão as facções dão trégua. Mais um homicídio foi registrado na Capital. O jovem Fabrício Sousa da Costa, de 23 anos, foi morto com um tiro na rua Anderson Silva, no bairro Recanto dos Buritis em frente a Praça da Juventude.

A Polícia foi acionada via Ciosp para atender a ocorrência e ao chegar no local se depararam com a vítima dentro de um carro Audi de cor preta. Segundo relatos de moradores, foi ouvido um disparo de arma de fogo e quando saíram de suas casas para saber o que tinha acontecido encontraram Fabrício ferido.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas ao chegar no local Fabrício que já se encontrava morto.

A Polícia Militar isolou a área até a chegada do perito em criminalística, que encontrou dentro do veículo um revólver calibre 38 e constatou que o jovem foi morto com um tiro no pescoço. No local ninguém soube informar sobre o criminoso.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os devidos procedimentos.

A Polícia não soube informar a motivação do crime.

O caso será mais um a ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Acre 01

Matador de delegado é condenado a mais 14 anos por tiro contra sargento do BOPE

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Em julgamento realizado nesta sexta-feira (18), o Tribunal do Júri de Xapuri condenou a 14 anos de reclusão, pena a ser cumprida em regime inicialmente fechado, o presidiário Elivan Verus da Silva, 37, por tentativa de homicídio contra o sargento do BOPE, Antônio de Jesus Batista.

O crime aconteceu no dia 15 de dezembro de 2014, quando Elivan tentava escapar de um cerco montado por uma operação realizada pelas polícias civil e militar para o prenderem depois que ele efetuou um disparo de espingarda calibre 20 contra o delegado Antônio Carlos Marques Mello, o Carioca, que morreu 25 dias depois em Rio Branco.

Leia mais e entenda o caso: Assassino do delegado Carioca volta ao banco dos réus em Xapuri

Dias antes de atirar no delegado, o réu havia matado a facadas a adolescente Janaína Nunes da Costa, de 15 anos, no dia 26 de novembro de 2014, quando também tentou matar a mãe da garota, segundo o denunciou o Ministério Público do Estado do Acre.

Ainda segundo o MP, depois de vários dias foragido Elivan adquiriu uma espingarda calibre 20 na Bolívia, e no dia 14 de dezembro sequestrou uma ex-namorada, que foi obrigada a levá-lo à cidade.

Encurralado em um cerco policial, Verus conseguiu escapar depois de atirar no delegado Antônio Carlos, que um pouco antes de ser baleado havia dado voz de prisão ao fugitivo. Ele foi capturado um dia após o crime numa grande operação policial.

Elivan Verus da Silva foi condenado pelos crimes contra a jovem e o delegado em dois julgamentos, ocorridos nos dias 17 de junho e 1º de julho de 2015. Nas duas oportunidades também foi condenado pela tentativa de homicídio contra a mãe de Janaína e pelo sequestro da outra ex-namorada. No total, foi sentenciado a 60 anos de reclusão em regime inicialmente fechado.

Com a condenação desta sexta-feira (18), ele possui 73 anos e 6 meses de reclusão a serem cumpridos. Recentemente, ele foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Acre pelos crimes de tráfico de drogas e de associação para o tráfico, cometidos dentro do presídio onde se encontra.

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Acre 01

Em encontro com os poderes, Gladson dispara: “tem uma conta e alguém tem que pagar”

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O governador Gladson Cameli reuniu na manhã desta sexta-feira, 18, os chefes dos Poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e representantes da Defensoria Pública para explicar as mudanças que ocorrerão com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que foi alterada nesta semana em votação polêmica e conturbada na Assembleia Legislativa pela maioria dos deputados pertencentes a base do governo.

“Eu convidei para fazer todos os esclarecimentos a cerca da LDO. Tirar todas as dúvidas. É aquilo que tenho falado, eu não vou governar só. Eu não quero o que seja bom para o executivo que não debatido com os demais poderes. Eu externo que todo debate sentado, dialogado, a gente tem que esticar o máximo que puder. A realidade é que tem uma conta e alguém tem que pagar, alguém vai ter que fazer o sacrifício. O que não dá é que tomem as decisões, que fiquem na dúvida e que não encontremos uma solução”, disse o governador.

Cameli disse que o Estado vem fazendo todos os ajustes econômicos para que o governo possa honrar os repasses constitucionais. “Primeiramente nós estamos fazendo todos os ajustes econômicos para que a gente possa honrar com os compromissos, com os repasses, porque não é só a situação do executivo, nós temos todas as instituições, os poderes ao qual tem todo o meu respeito. Nós estamos vivenciando ai e o governo federal tem cobrado muito que é o PAF (Plano de Ajuste Fiscal)” salientou o chefe do Palácio Rio Branco.

O governador afirmou que não poderia empurrar o debate para o ano que vem ressaltou a importância de um alinhamento institucional. “O Acre, o executivo, está acima do limite e precisamos ajustar. Eu tenho falado constantemente da venda da dívida, da negociação que já estamos nos trâmites finais e hoje eu convidei os poderes, as instituições para vir tomar um café para que esse debate fosse feito. Debatemos, tiramos algumas dúvidas que circulam, que as pessoas comentam, mas a realidade é que tem uma conta e alguém tem que pagar. A gente só pagar se houver um alinhamento, um ajuste e um debate. O que não dá é postergar para o ano que vem. Eu não vou fazer isso. Eu parto do princípio que toda a situação, seja negativa ou positiva, que ela seja colocada na mesa e debater”, destacou.

“Eu não estou tomando nenhuma decisão monocrática. Eu estou indo ao limite para o debate. Agora o que eu não vou fazer e quero deixar claro, é politizar a situação. Todos sabem, todos são testemunhas da minha luta que estou tendo constantemente nesse elemento. Agora não dá para todo dia eu ficar sabendo se eu vou tomar café, almoçar ou jantar. O que nós precisamos e dar uma resposta a sociedade e principalmente ao povo. E essa resposta a gente só consegue com o reconhecimento e a soberania dos poderes, o respeito e o fortalecimento da nossa democracia”, disse.

Durante o encontro, o procurador-geral do Estado, João Paulo Setti, explicou toda a situação financeira do Estado e o efeito da lei aprovada na Assembleia Legislativa.

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