Conecte-se agora

Encenação da morte e ressurreição de Cristo emociona fieis

Publicado

em

Mostrar para a sociedade o verdadeiro significado da Páscoa. Foi com esse objetivo que o Lago do Amor recebeu na noite desta quinta-feira santa uma encenação da morte e ressurreição de Cristo.

O teatro, realizado pela Igreja Batista da Vila Ivonete, emocionou as cerca de 300 pessoas que assistiram à peça. Foi difícil não se emocionar. Os figurinos, cenário, a iluminação e a sonorização foi tudo pensado para reproduzir o máximo de realismo possível.

Um dos momentos mais emocionantes, a crucificação de Jesus, levou muita gente às lágrimas. Chorando, a dona de casa Maria Auxiliadora explicou tanta emoção. “Quem é cristão sabe do sacrifício que Jesus fez por nós. É impossível não se emocionar”, disse.

Mais de 40 membros da igreja se tornaram atores e atrizes por algum tempo. Com a missão de representar o dono da festa, Janderson Martins falou do desafio em interpretar Jesus Cristo. “Para quem é ator pode ser apenas mais um papel, mas pra gente que é cristão tem um significado muito grande; É algo que a gente se envolve muito. Apesar de tudo isso aqui não ser de verdade, consigo imaginar um pouco do que Jesus passou por nós”, complementa.

Há oito anos a Igreja Batista da Vila Ivonete realiza a apresentação teatral em vários locais de Rio Branco e também no interior do estado. “O grande objetivo é apresentar para as pessoas o verdadeiro sentido da Páscoa. Infelizmente essa data se tornou símbolo de ovo de chocolate, se abster de comer algum tipo de carne, mas a Páscoa é a vinda de Jesus Cristo que deu a sua vida para nos resgatar do pecado”, explica o pastor Ivan de Oliveira.

Quem quiser conferir a encenação da morte e ressurreição de Cristo, a peça teatral será apresentada nesta sexta em Plácido de Castro, no sábado na praça do Bairro Quinze e no domingo na sede da Igreja Batista da Vila Ivonete.

Propaganda

Cidades

Fernanda Hassem: “está difícil respirar”

Publicado

em

A situação na fronteira do Acre com a Bolívia está realmente delicada sob o aspecto ambiental porque o País vizinho vive sérios problemas com as queimadas. Em entrevista ao Valor, a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, se disse preocupada com a situação. “Nunca se queimou tanto. Nunca tivemos tanta dificuldade de respirar. Isso nos assusta”, disse. “É horrível de se dizer, mas, porque a fumaça chegou a São Paulo, vão prestar atenção. Nós convivemos com este quadro sempre e agora está pior”, completou.

O Valor lembra que as queimadas aumentaram 82% na Amazônia de janeiro a agosto deste ano, Na segunda-feira à tarde, o dia escureceu em São Paulo, em Mato Grosso do Sul e no Paraná. O fenômeno foi explicado pela conjunção de fatores aliados às queimadas.

Continuar lendo

Cidades

Fórum de Xapuri realiza mutirão da Semana Justiça Pela Paz em Casa

Publicado

em

A Vara Única da Comarca de Xapuri abriu nesta quarta-feira, 21, o mutirão de audiências da 14ª edição da Semana Justiça Pela Paz em Casa. São cerca de 40 audiências previstas para serem realizadas até esta quinta-feira, 22, no Fórum Raimundo Dias Figueiredo. A iniciativa, que ocorre em todo o Brasil, visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha em uma concentração de esforços no julgamento dos casos de feminicídio e no andamento dos processos relacionados à violência contra a mulher.

No Acre, o trabalho é coordenado pela desembargadora Eva Evangelista, que atua à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que também promove ações pedagógicas com intuito de dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade. 

A abertura do evento no Acre aconteceu na última sexta-feira, 16, pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, e a desembargadora Eva Evangelista, coordenadora estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do TJAC.

As ações da Semana Justiça Pela Paz em Casa fazem parte do calendário dos tribunais estaduais desde 2017, por meio de Portaria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Em 2018, a Política se tornou uma Resolução do CNJ. 

O esforço concentrado dos tribunais serve para agilizar milhares de processos que correm na Justiça brasileira sobre casos de violência doméstica contra a mulher. Atualmente, tramitam aproximadamente 1 milhão de processos sobre o tema, sendo 10 mil relativos a feminicídio. No Acre, só em 2019, foram registrados 21 casos.

Com informações do Tribunal de Justiça do Acre.

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.