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Cristãos acompanham encenação da Paixão de Cristo, no Palácio

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A encenação da Paixão de Cristo, realizada em Rio Branco, atraiu cerca de 10 mil pessoas no Palácio Rio Branco. A atividade, realizada pela Diocese de Rio Branco com o apoio de fiéis, teve além da encenação da morte de Jesus Cristo, apresentação de um coral que ensaiava desde outubro do ano passado.

A estrutura montada, incluindo sonorização, iluminação e instrumentos musicais, tendas e equipamentos da peça teatral foram frutos de parcerias conseguidas pelos irmãos da igreja. No microfone, o orador do evento pedia minuto a minuto: “até mesmo R$ 1,00 para ajudar no pagamento da estrutura usada” na encenação.

O bispo Joaquím Pertiñez, confirmou que não houve apoio do Governo do Acre, e a única forma viável foi recorrer aos fiéis. “Infelizmente não tivemos esse apoio, porque não houve condições por parte do governo, mas estamos aqui fazendo essa linda encenação, como todos os anos”, limitou-se a comentar.

Antes da apresentação, pelo menos 25 mil fiéis percorreram as principais avenidas do Centro e do bairro Bosque, durante a procissão do Senhor Morto, tradicionalmente realizada na Sexta-Feira da Paixão. Em meio ao trajeto, outras comunidades e paróquias se uniram à procissão.

A Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que não há Eucaristia e o altar fica descoberto, sem nenhuma decoração no presbitério. A sexta-feira santa, curiosamente, é um dia em que se comemora a morte e a paixão de Jesus, ocorrida, segundo a história, há cerca de 2.000 anos.

A Semana Santa expressa o momento mais forte da fé cristã. Iniciada com o Domingo de Ramos, o período é marcado pela instituição da eucaristia, o lava-pés, a Paixão de Cristo e a ressurreição. Os fiéis são chamados a vivenciar a experiência da conversão ao participar das celebrações que revivem o testemunho de Cristo.

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Acre

Coronel assume subcomando geral do Corpo de Bombeiros no Acre

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O Coronel Charles da Silva Santos assume oficialmente nesta quarta-feira, 21, como subcomandante geral do Corpo de Bombeiros Militar no Acre. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de hoje. De acordo com o órgão, Santos estava há oito meses como Coordenador Estadual do Fundo de Segurança Pública e Coordenador Operacional do CIOSP da Secretaria de Estado e da Segurança Pública. Ele já foi Comandante Operacional de Rio Branco e do interior e chefiou o gabinete do Comandante-geral.

O novo subcomandante é bacharel em Ciências Contábeis, com pós-graduação em administração pública e Segurança pública. Agora, irá conduzir a corporação ao lado do comandante-geral, Coronel Carlos Batista.

Coronel Charles garante que está preparado para a nova missão. “Darei irrestrito apoio as demandas do Comandante-geral e consequentemente da corporação. Junto com os Oficiais, praças e funcionários civis, faremos uma administração boa para todos, visando nosso público mais importante que é a comunidade acreana”, disse o novo Subcomandante.

Com informações da Assessoria

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Acre

Gladson Cameli torna sem efeito promoções de PM’s e Bombeiros

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Após a reportagem do ac24horas, na qual o Ministério Público do Acre (MPAC) recomendava a revogação das promoções de agentes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Acre pelo cometimento de ato improbidade administrativa, o governador Gladson Cameli (Progressistas) acatou a recomendação do Ministério Público e tornou sem efeito o Decreto nº 3.161, na manhã desta quarta-feira, 21, por meio do Diário Oficial do Estado do Acre (DOE).

RELEMBRE O CASO – Em suma, o MPAC pedia a revogação das promoções de agentes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Acre e advertia ainda da necessidade de readequação dos gastos com pessoal, uma vez que tal decisão gera impacto nas contas públicas. O MPAC havia estipulado um prazo de 15 dias para manifestação do governador.

Tal decisão, infligiu a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e desconsiderou o que prevê o Artigo 12 do Decreto nº 114/1975, no qual determina que as decisões envolvendo promoções devem se dá “mediante proposta do Comandante Geral da Corporação, ouvido o Estado Maior do Exército, através da IGPM”. Gladson descumpriu e ignorou tal determinação.

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