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Católicos pedem até R$ 1,00 para pagar estrutura usada na peça da Paixão de Cristo

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A apresentação da Paixão de Cristo, em Rio Branco, não contou com dinheiro público esse ano. Com isso, foi preciso recorrer aos fiéis pela primeira vez. A apresentação ocorreu nas escadarias do Palácio Rio Branco, no Centro, e reuniu milhares de pessoas, como todos os anos.

A estrutura montada, incluindo sonorização, iluminação e instrumentos musicais, tendas e equipamentos da peça teatral foram frutos de parcerias conseguidas pelos irmãos da igreja. No microfone, o orador do evento pedia minuto a minuto: “até mesmo R$ 1,00 para ajudar no pagamento da estrutura usada” no evento.

O bispo de Rio Branco, dom Joaquím Pertiñez, confirmou que não houve apoio do Governo do Acre, e a única forma viável foi recorrer aos fiéis. “Infelizmente não tivemos esse apoio, porque não houve condições por parte do governo, mas estamos aqui fazendo essa linda encenação, como todos os anos”, limitou-se a comentar.

Antes da apresentação, pelo menos 25 mil fiéis percorreram as principais avenidas do Centro e do bairro Bosque, durante a procissão do Senhor Morto, tradicionalmente realizada na Sexta-Feira da Paixão. Em meio ao trajeto, católicos de diversas comunidades e paróquias da cidade se uniram à procissão.

A Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que não há Eucaristia e o altar fica descoberto, sem nenhuma decoração no presbitério. A sexta-feira santa, curiosamente, é um dia em que se comemora a morte e a paixão de Jesus, ocorrida, segundo a história, há cerca de 2.000 anos.

A Semana Santa expressa o momento mais forte da fé cristã. Iniciada com o Domingo de Ramos, o período é marcado pela instituição da eucaristia, o lava-pés, a Paixão de Cristo e a ressurreição. Os fiéis são chamados a vivenciar a experiência da conversão ao participar das celebrações que revivem o testemunho de Cristo.

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Acre

Diretor do IMAC explica que investigação do TCE é referente a pendências da gestão anterior

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O Diretor-Presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), André Hassem, entrou em contato com a reportagem do ac24horas para esclarecer a nota divulgada referente ao processo de nº (132.012), que trata sobre a não apresentação dos arquivos referentes ao 6º Bimestre de 2018. O processo foi publicado na edição do Diário Oficial do TCE, desta quarta-feira (21).

André informa que os arquivos já foram todos encaminhados. “Do mês de novembro entreguei no dia 28 de Janeiro de 2019 e a de dezembro entreguei no dia 08 de Fevereiro de 2019”.

O que que ocorreu?

“Ocorre que devido às junções das secretarias o IMC veio para dentro do IMAC. Então, nós fizemos a circular e mandamos pro Tribunal através da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) informando que não tinha como enviar prestação porque o responsável à época pelo Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) não entregou a prestação de contas e nem entregou em tempo hábil os relatórios de prestação de contas exigidos pelo Tribunal. No entanto, eu encaminhei os dados, que era do ex- gestor do IMAC, em janeiro e fevereiro”.

Ele relata que o problema se deu porque o IMC sequer havia entregue os relatórios e a prestação de conta, o que vem prejudicando o envio.

“Já enviamos tudo, lá atrás, pro TCE. E foi feito a justificativa para a Sefaz. Agora vamos também justificar porque não foi enviado a de dezembro juntamente com a de novembro, em relação a junção do IMC com O IMAC. Mas agora o IMC voltou, e o professor Carlitinho que é o responsável, e agora temos que encaminhar a prestação de contas de 2018, embora não seja responsabilidade dele, mas sim de quem estava à frente à época”, explicou.

André Hassem disponibiliza as imagens comprovando a entrega dos arquivos, por meio de Ofício, ao Tribunal de Contas do Estado (TCE)

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Destaque 4

Crianças de creche no Jarbas Passarinho, em Rio Branco, protestam pelo direito de respirar

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Se o apelo dos adultos não funciona, quem sabe a doçura de estudantes de 2 e 3 anos de idade sensibilizem os que teimam em continuar praticando queimadas urbanas e rurais que estão deixando o acreano sem condições de respirar de tanta fumaça.

Com a ausência diárias de crianças que não vão à creche por causa de doenças respiratórias, a creche Olindina Bezerra da Costa, localizada no Conjunto Jarbas Passarinho, resolveu fazer um protesto para protestar contras as queimadas.

“Estamos trabalhando com a temática do folclore brasileiro com as crianças, mas resolvemos explorar esse assunto, já que temos muitos casos de nossos pequenos que estão com problemas respiratórios, ocasionados pelas queimadas”, afirma a assistente Samara Aparecida.

A creche Olindina da Costa atende cerca de 220 crianças em dois turnos.

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