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Ossada encontrada em Assis Brasil pode ser de colono assassinado pelo genro

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Autoridades da Polícia Civil foram acionados na noite da última terça-feira, 16, para verificar uma ossada humana encontrada no Rio Xapuri, no município de Assis Brasil. O local é próximo de onde ocorreu um assassinato envolvendo o genro e a ex-esposa de Rosildo de Oliveira da Silva, de 56 anos, morto há quase um mês.

Segundo informações, a ossada foi localizada pelos próprios familiares da vítima, que estavam passando de barco pelo rio. O esqueleto foi resgatado e os parentes da vítima e comunicaram às autoridades. A polícia se deslocou ao local com uma equipe para transladar a ossada ao IML, em Rio Branco, a fim de tentar identificar, através de exame de DNA.

Acredita-se que realmente sejam os restos mortais de Rosildo, já que a ossada estava intacta e tinha um relógio em um dos braços, que foi reconhecido pelos parentes de Rosildo.

Segundo o delegado que está cuidando do caso, Luís Tonini, se acredita que possa estar fechando esse caso com o resultado do DNA nos próximos dias.

Entenda o caso

Rosildo teria ido até a casa de seu genro Francisco Antonio Lima Lumbo, vulgo “Chico”, de 27 anos, onde teriam tido uma discussão. Depois de 10 dias, familiares foram até a delegacia para noticiar o seu sumiço. Desconfiavam do pior, uma vez que os dois tinham problemas pessoais.

Depois que uma equipe de policiais civis e militar foram até a casa do genro, descobriram que ele havia matado o sogro com vários tiros de rifle 22 e depois jogado o corpo no rio.

Pouco dias depois, outra diligencia foi até a zona rural de Assis Brasil, para deter a ex-mulher da vítima desaparecida, Elenilda de Queiroz e Queiroz, de 45 anos. Foi descoberto ela teria participação direta no crime, premeditando com o genro e fornecendo a arma.

Os dois teriam ido até a casa para matar Rosildo, já que tinham desavenças e queriam ‘acertar as contas’. Elenilda teria ajudado a enrolar o corpo e jogaram no rio para tentar se livrar do crime. O atual companheiro da mulher também foi detido pelo delito de porte ilegal de arma.

Caso se confirme o DNA, se acredita que a ex-mulher e o genro irão a Juri popular e poderão ser condenados pela Justiça.

Com informações O Alto Acre.

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Cidades

Fernanda Hassem: “está difícil respirar”

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A situação na fronteira do Acre com a Bolívia está realmente delicada sob o aspecto ambiental porque o País vizinho vive sérios problemas com as queimadas. Em entrevista ao Valor, a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, se disse preocupada com a situação. “Nunca se queimou tanto. Nunca tivemos tanta dificuldade de respirar. Isso nos assusta”, disse. “É horrível de se dizer, mas, porque a fumaça chegou a São Paulo, vão prestar atenção. Nós convivemos com este quadro sempre e agora está pior”, completou.

O Valor lembra que as queimadas aumentaram 82% na Amazônia de janeiro a agosto deste ano, Na segunda-feira à tarde, o dia escureceu em São Paulo, em Mato Grosso do Sul e no Paraná. O fenômeno foi explicado pela conjunção de fatores aliados às queimadas.

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Cidades

Fórum de Xapuri realiza mutirão da Semana Justiça Pela Paz em Casa

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A Vara Única da Comarca de Xapuri abriu nesta quarta-feira, 21, o mutirão de audiências da 14ª edição da Semana Justiça Pela Paz em Casa. São cerca de 40 audiências previstas para serem realizadas até esta quinta-feira, 22, no Fórum Raimundo Dias Figueiredo. A iniciativa, que ocorre em todo o Brasil, visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha em uma concentração de esforços no julgamento dos casos de feminicídio e no andamento dos processos relacionados à violência contra a mulher.

No Acre, o trabalho é coordenado pela desembargadora Eva Evangelista, que atua à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que também promove ações pedagógicas com intuito de dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade. 

A abertura do evento no Acre aconteceu na última sexta-feira, 16, pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, e a desembargadora Eva Evangelista, coordenadora estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do TJAC.

As ações da Semana Justiça Pela Paz em Casa fazem parte do calendário dos tribunais estaduais desde 2017, por meio de Portaria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Em 2018, a Política se tornou uma Resolução do CNJ. 

O esforço concentrado dos tribunais serve para agilizar milhares de processos que correm na Justiça brasileira sobre casos de violência doméstica contra a mulher. Atualmente, tramitam aproximadamente 1 milhão de processos sobre o tema, sendo 10 mil relativos a feminicídio. No Acre, só em 2019, foram registrados 21 casos.

Com informações do Tribunal de Justiça do Acre.

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