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No país, de acordo com o CIEE, o número de estagiários cresceu 23,8%

Estagiários apontam crescimento profissional e pessoal com a experiência

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Obrigatório ou não durante a graduação, o estágio é uma etapa essencial na vida profissional e acadêmica dos estudantes. No primeiro trimestre do ano passado, o número de estagiários atuando no Brasil era de 466.157. No mesmo período deste ano, são 576.983 estagiários em atividade. Comparando os dois últimos anos, foi possível verificar uma alta de 23,8%. Os números fazem parte de uma pesquisa divulgada na última terça-feira (16), pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

Larissa Mesquita, de 23 anos, estudante do 6º semestre de jornalismo, avalia que o estágio é uma das maiores fontes de experiência. “São aprendizados que serão levados para a vida inteira. Atuando no mercado, é onde o estudante põe em prática tudo o que aprende em sala de aula e até mesmo o que não é visto”, opina. Estagiando hoje em uma agência de notícias, a estudante também analisa que esta experiência a ajuda não só a se tornar uma boa profissional, mas, também em uma melhor pessoa. “Por mais que eu aprenda em sala de aula, pôr em prática é completamente diferente. Aprendo cada vez mais no meu ambiente de trabalho. Aprendo, inclusive, a ser uma pessoa melhor”, conclui.

Os cursos de Administração, Pedagogia, Direito, Ciências Contábeis, Engenharia Civil e Engenharia de Produção são os maiores produtores de estagiários, segundo a pesquisa do CIEE. Porém, no último trimestre, um dos cursos que mais abriram vagas foram Direito, Pedagogia, Educação Física e Tecnologia da Informação.

Formado em Engenharia Civil, Caio Braga, teve a oportunidade de estagiar desde quando estava na metade do seu curso. Segundo ele, o estágio sempre foi, além da sala de aula, fonte de troca de conhecimento e uma oportunidade de pôr em prática os assuntos abordados na faculdade. “O estágio aumenta o meu networking e abre portas para novas oportunidades.

Estagiar engloba desde o contato com a vida prática até a preparação profissional. É uma experiência fundamental para galgar melhores oportunidades no mercado”, assegura.

Para estagiar, é necessário estar matriculado em alguma universidade, escola ou fazendo um curso técnico. Caso você ainda não esteja matriculado em algumas dessas modalidades de ensino, não precisa se preocupar. O Educa Mais Brasil pode abrir portas para você. O programa já beneficiou mais de 900 mil estudantes e oferece bolsas de até 70% para todas essas modalidade de ensino. Acesse o site do programa e confira as oportunidades disponíveis na sua região.

Agência Educa Mais Brasil

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Destaque 4

Madeira apreendida é usada em revitalização do Parque de Exposições para a Expoacre

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Cerca de 300 metros cúbicos de madeira apreendida pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC) está sendo reutilizada pelo governo do Acre na revitalização do Parque de Exposições para a realização da Expoacre 2019. Os insumos foram doados pelo próprio Imac à Secretaria de Estado de Empreendedorismo e Turismo.

A madeira foi apreendida durante fiscalização ambiental, pois estava irregular. Por lei, madeiras apreendidas são redirecionadas a obras sociais. Com isso, o governo economiza aproximadamente R$400 mil reais, que seriam destinados para a compra do material necessário.

Foi necessário que duas equipes do Imac trabalhassem por dez dias para garantir a utilização do produto e a reforma do parque de exposição. “Isso vai beneficiar não só o espaço, mas a população em geral que vai estar no evento. O parque vai poder recebê-los de forma adequada, com espaço revitalizado”, destacou o presidente do Imac, André Hassem.

Passarão por reforma o palco, a arena de rodeio e as arquibancadas, além de novos espaços que estão sendo construídos como o Agroflorestal.

 

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Cotidiano

Criança de três anos abandonada pela mãe reencontra o pai haitiano em Brasileia

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Um menino de apenas três anos de idade, de nacionalidade franco-guianês, que havia sido abandonada pela mãe em abril deste ano no município de Brasileia, reencontrou o pai no último sábado, 13, depois de um trabalho intenso da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM).

Segundo o governo do Acre, a mãe do garoto estava com a saúde mental debilitada e partiu para o Equador deixando o filho para trás. A Polícia Militar do Estado do Acre e do Conselho Tutelar de Brasileia comunicaram a situação à diretoria de Direitos Humanos.

A criança recebeu o apoio e várias frentes governamentais passaram a procurar pela família do garoto. No último final de semana, a pasta conseguiu entregar a criança ao pai, o serralheiro Lebrun Ednord, de 33 anos, haitiano, que atualmente mora na Guiana Francesa.

“Um trabalho minucioso, com muita habilidade dos conselheiros e dos policiais militares permitiu que obtivéssemos o número de telefone de Ednord, fornecido pela própria mãe, antes de partir sozinha para o Equador”, explica Claire Cameli, secretária da SEASDHM.

Claire explica que desde que o estado foi acionado, técnicos da pasta procuraram a todo o tempo entender o ocorrido e auxiliar na resolução do problema, classificado como uma situação de assistência humanitária. Para voltar para sua terra natal, o Haiti, o pai do menino precisou registrar a criança em nome de outro homem.

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