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Membros de organização criminosa são condenados a quase 400 anos de prisão

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Acolhendo recurso do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça condenou réus denunciados na Operação Dínamo por associação para o tráfico e tráfico ilícito de drogas.

Com a confirmação, somando-se as penas de 38 réus, a organização criminosa recebeu 389 anos e 9 meses de reclusão, com uma média de pouco mais de 10 anos para cada réu. O líder do grupo, Saimo da Silva Chaves foi condenado, além da pena de multa, a cerca de 50 anos de prisão por associação ao tráfico e dois por tráficos de droga.

A operação, deflagrada pela Polícia Civil em 2015, identificou 40 pessoas como participantes de um grupo criminoso dedicado ao tráfico de entorpecentes. Segundo a Delegacia de Repressão de Entorpecentes, o grupo se organizava através da divisão de tarefas, com a venda direta por alguns, a distribuição de droga para outros estados e a compra para vinda de drogas ao Acre. A comercialização se dava em vários pontos da capital e do interior do estado.

Inicialmente, o Juízo da Vara de Delitos de Drogas, atendendo a pedido do MP, havia absolvido um dos réus por associação e excluiu outro por ser menor de idade. Já os demais 38 réus foram condenados por colaborar com o crime, havendo, porém, a absolvição de dois, entre eles o líder Salmo da Silva Chaves, pela prática de tráfico.

O MPAC recorreu destas duas absolvições pelo crime de tráfico e se contrapôs aos demais recursos defensivos, que visavam absolvição de todos pelo delito de associação. Ao julgar o caso, o Tribunal de Justiça acolheu recurso do Ministério Público e condenou os dois reus por tráfico de droga, bem como manteve a condenação dos 38 réus pelo crime de associação.

A denúncia foi oferecida pelo promotor de Justiça Thales Fonseca Tranin, atuando o Gaeco a partir da instrução pelos promotores de Justiça Ildon Maximiano e Bernardo Albano.

Jaidesson Peres- Agência de Notícias do MPAC




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Prefeito de Feijó sonha com obras: “a partir desse verão, vamos começar uma nova vida

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Durante a oitava edição do programa de rádio ‘Fale com o Governador’, o prefeito do município de Feijó, Kiefer Lima (PP), foi um dos convidados deste sábado (18). Kiefer se empolgou ao lado de secretários de estado no momento em que criticavam falhas da gestão anterior com relação ao uso de emendas parlamentares- onde algumas foram bloqueadas pelo governo federal por negligência na prestação de contas.

A conversa pairou sobre a intenção do governador Gladson Cameli em investir na reestruturação do acesso da pista do aeroporto do referido município e na pavimentação das ruas de Feijó. “Daqui a 10 dou 20 dias Feijó irá se transformar num verdadeiro canteiro de obras, fruto de muito trabalho e empenho de nossos parlamentares”, disse o prefeito.

Segundo Kiefer, o município foi entregue a sua administração de maneira totalmente inadimplente, sem crédito, destruído. “Fui atrás de emendas em Brasília e após dois anos de mandato, os frutos estão chegando a Feijó. A partir desse verão, vamos começar uma nova vida”, garantiu.

O prefeito assegurou durante o programa um investimento de mais de 3 milhões de reais na primeira etapa e mais de 2 milhões na segunda etapa dos serviços de pavimentação. “Isso leva para a população de Feijó a esperança de reconstrução. Vamos reconstruir Feijó em parceria com o governo”, declarou.




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Secretários de estado reclamam da morosidade no serviço público em programa de rádio

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Devido ao falecimento do tio do governador Gladson Cameli, ocorrido na madrugada deste sábado, 18, o programa ‘Fale com o Governador’ de hoje contou com a participação de secretários de estado. Estiveram presentes os secretários de Saúde, Educação e Empreendedorismo e Turismo do Acre. Em boa parte do tempo, todos relataram que a demora na ação da maior parte dos serviços públicos ocorrem por conta da morosidade burocrática.

“A coisa que mais me angustia é a morosidade no serviço público. Dependemos de parecer jurídico, do controlador da secretaria, da Procuradora Geral do Estado, de ofício, e quando o parecer vem, é desfavorável ao que gostaríamos de fazer”, lastima Eliane Sinhasique, secretária de empreendedorismo e turismo.

O trio fez um alerta com relação à burocracia que o estado enfrenta, destacando que a “coisa pública” demora a acontecer. “As pessoas que aguardam esses serviços, às vezes, não conseguem entender”, disse Mauro Sérgio, da secretaria de educação.

“Imagina na saúde, onde tratamos com vidas”, completou Alysson Bestene. Segundo o secretário da pasta que vem sendo um dos maiores gargalos da administração de Gladson Cameli, a burocracia acaba levando vidas. “Temos que sugerir aos nossos legisladores que comecem a ter um olhar diferente para a legislação da saúde, pois precisamos de respostas rápidas”.

O trio de secretários finalizou o assunto afirmando que a questão burocrática na compra e licitação demora bastante e acabam enfrentando dificuldade em dar respostas a população com relação à realização de trabalho nos serviços públicos.




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