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Com menos 13 homicídios na Capital, governo comemora redução nos índices

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O levantamento divulgado pelo “Monitor da Violência” nesta quinta-feira 18, gerido pelo site nacional de notícias online G1, fez a secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) comemorar a queda de 29,11% no número de homicídios.

 

Segundo a pesquisa, em todo o Estado, a incidência de crimes letais entre 01 de janeiro e 28 de fevereiro de 2019 caiu de 79 para 56 em relação ao mesmo período no ano passado. Já em Rio Branco, a média de mortes violentas caiu de 49 para 36, representando uma redução de 26,53%.

Em todo o Brasil, houve uma queda de 25% na média do número de homicídios nos dois primeiros meses deste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. O estado que mais registrou queda nesse levantamento foi o Ceará, que diminuiu em 58% o número de mortes.

 

Na região norte, o estado que mais preservou vidas foi o Amapá com 35,8%, seguido do Acre com 29,11% e Pará com 26,8%. Ainda na região norte, os dois estados do país que apresentaram um aumento no número de crimes foram Amazonas e Rondônia.

No Acre, a Segurança Pública garante ter investido na entrega de equipamentos e veículos, além de tecnologia para coibir crimes de roubo e furto. A secretaria ainda afirma realizar reuniões semanais com os gestores das instituições que compõem o sistema integrado para debater os resultados e gerar novas estratégias de enfrentamento ao crime.

O “Monitor da Violência” é realizado pelo próprio site de notícias em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência na USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Com informações Agência de Notícias do Acre.

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Destaque 6

Rio Branco possui 12 startups, mostra levantamento da ABStartup

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Rio Branco possui 12 startups mapeadas pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups). A maioria atua nos setores de educação, varejo e atacado; serviços profissionais, científicos ou técnicos; e recrutamento. Em um ano, uma nova startup surgiu no Estado, segundo atualização do mapa. Alguns exemplos de negócios inovadores locais são Busca Peças, Lance Certo, Nativus Live e Royal Advice. Rio Branco é palco de iniciativas como Negócios na Prática, Papo de Empreendedor, Sebrae Startup Day, Startup Weekend, StartupDay e StartupON Rio Branco. Alguns grupos da região são Amazonia Valley e Aquiri Valley. As instituições de ensino Ifac e Sebrae oferecem incubadoras, enquanto o Sebrae lab Ufac oferece pré-aceleração e mentoria. A FabriQ é uma aceleradora presente em Rio Branco. Junior Santos, Marcelo Macedo e Rodrigo Pires estão entre os investidores.

Grandes empresas acreanas que se relacionam com a comunidade são, por exemplo, a telecom Cruzeirense, o negócio de consertos e peças automotivas Starmotors e os Supermercados Araújo. “Com o objetivo de incentivar e fomentar o desenvolvimento e a criação de empresas digitais no Acre, iniciamos em 2013 várias chamadas para o diálogo entre Academia, Instituições, Governo e Empreendedores, no intuito de criar um compromisso para o desenvolvimento competitivo da região, tendo como propósito, estabelecer ações que resultassem em políticas integradas, com base no fortalecimento das parcerias institucionais públicas e privadas, de modo a consolidar empresas digitais no mercado. Esse modelo deu certo e depois de 5 anos temos vários frutos colhidos no Estado como a criação de infraestrutura de apoio, programas de desenvolvimento de empresas inovadoras, políticas públicas instaladas e o principal que são o crescente número de startups nascentes e operando”, comenta Alex Lima, do Sebrae, no estudo da ABStartup.

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Acre tem mais de 100 candidatos à adoção de crianças

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O Acre tem 101 pretendentes à adoção em todo o Estado, o que corresponde a apenas 0,22% do total de interessados no País. Está entre os menores índices entre os Estados. Apenas oito crianças estão cadastradas.

Os dados são do Cadastro Nacional de Adoção, coordenado pela Corregedoria do Conselho Naed

cional de Justiça (CNJ). Trata-se de uma ferramenta digital que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção em todo o país.

O CNA tem o objetivo de colocar sempre a criança como sujeito principal do processo, para que se permita a busca de uma família para ela, e não o contrário.

Além das crianças aptas à adoção, o sistema traz informações do antigo Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas, do CNJ, no qual 47 mil crianças que vivem em instituições de acolhimento em todos os estados estão cadastradas.

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