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Bittar e Flávio Bolsonaro propõem ampliação de áreas à produção rural

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Projeto de lei prevê extinção das reservas legais, principal entrave ao desenvolvimento econômico, sobretudo do norte do país

Um projeto idealizado pelo senador Marcio Bittar (MDB-AC) recebeu a adesão do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). A proposta visa revogar a regra que instituiu a preservação das chamadas Reservas Legais. A intenção é dar aos produtores rurais, sobretudo os dos estados da Amazônia Legal, a oportunidade de expandir a as atividades agropecuárias em todo o país.

Em relação ao norte, o Código Florestal é ainda mais severo do que nas demais regiões, delimitando a apenas 20% as áreas de terra formadas de florestas, nas quais é permitido produzir. Os outros 80% do território precisam permanecer intocáveis.

Na tarde de quarta-feira (17), Bittar e Bolsonaro se reuniram com o ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, para tratar do assunto. Ele se mostrou favorável à proposta, sobretudo porque ela resguarda da exploração humana as Áreas de Proteção Permanente.

Bittar lembrou ao ministro que a obrigação de manter intactos 80% da vegetação nativa em imóveis rurais da Amazônia impede a geração de emprego e renda e limita as chances de desenvolvimento socioeconômico da região.

Atualmente, cerca de dois terços do território nacional são destinados à vegetação protegida e preservada. Segundo dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), só as áreas de preservação permanente equivalem a 50% das propriedades rurais, ou 25,5% de todo o território nacional.

Somadas, porém, as unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos rurais, quilombolas, áreas militares, áreas de preservação permanente em imóveis rurais e terras devolutas, chaga-se ao total de 66,3% de todo o território brasileiro resguardados pelo Código Florestal.

Marcio Bittar lembrou ao ministro Ricardo Salles que os dados internacionais mostram que a Austrália protege 19,2% do seu território, os Estados Unidos 13% e o Canadá 9,7%.

“Somente a área protegida no Brasil equivale à superfície de 15 países europeus, segundo levantamento ONU (Organização das Nações Unidas)”, acrescentou o senador do MDB do Acre.

O projeto de lei que terá como coautor o senador Flávio Bolsonaro já foi protocolado na Comissão de Meio Ambiente.

 

 

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Acre

Mara Rocha diz em rede social que muita gente tem medo do Moro

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A deputada federal Mara Rocha (PSDB) e o irmão Major Rocha, vice-governador do Acre, fizeram uma transmissão ao vivo no Facebook na tarde desta quinta-feira, 23, para comentar a decisão da Câmara dos Deputados que devolveram o comando do Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Economia, tirando das mãos de Sérgio Moro, Ministro da Justiça.

Mara foi a única parlamentar do Acre que votou a favor da manutenção do órgão no Ministério da Justiça. Moro classifica o Coaf como estratégico para o combate à corrupção no país.

“A verdade é que houve uma manobra. Muita gente tem medo do Moro. Infelizmente perdemos por 18 votos, mas esperamos que a população faça pressão com os senadores para que essa pressão possa devolver o Coaf ao Ministério da Justiça”, disse Mara.

Rocha afirmou que a Lava Jato tá passando o Brasil à limpo e pediu que a operação passe no Acre. “Seria interessante uma visita ao Acre, isso tá faltando. Foram mais de 4 bilhões que foram tomados emprestados e não vemos essas obras. Tem notícias lá atrás de que o estado gastou mais de 20 milhões na primeira eleição do Lula com a agência Asa Publicidade, a mesma do mensalão”.

Mara convidou o irmão para ir junto ao Ministério da Justiça solicitar uma visita de Sérgio Moro ao Acre. “Vamos fazer essa agenda e cobrar que venha ao Acre. O Brasil não podia ficar do jeito que tava. Não é possível mais passar à mão. Havia uma prática de que quem tava do nosso lado não é bandido. Isso não pode mais. Bandido é bandido e não tem cor partidária”, disse Rocha.

A deputada federal lembrou que Rocha pediu a expulsão do mineiro Aécio Neves, que hoje também é deputado federal, já foi senador e candidato a Presidente da República pelo mesmo PSDB, mesmo partido dos dois.

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Acre

Programa Fale com o Governador será às segundas-feiras

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O Programa Fale com o Governador começará a ser transmitido às segundas-feiras. A entrevista fará parte do programa Cidadania, na Aldeia FM, das 7h30 às 8h30. A programação entra em cadeia nas rádios AMs e FMs de todo o estado do Acre.

O formato do programa será mantido com a possibilidade dos ouvintes e internautas encaminharam dúvidas, reclamações e perguntas ao governador. O bate papo é mediado pelo jornalista Jairo Carioca.

Ao longo das edições do programa Gladson Cameli abordou temas como segurança, infraestrutura, saúde, pagamento do 13° salário, entre outros assuntos relacionados à gestão. E também respondeu a uma série de questionamentos dos ouvintes do programa. Na maioria das vezes, o governador esteve acompanhado de secretários de Estado e de aliados políticos como senadores e deputados federais.

“Nossos ouvintes podem acessar a programação ao vivo pelo seu telefone celular e pela rede mundial de computadores no endereço: aldeiafm.ac.gov.br. Outro canal é o nosso WhatsApp (68) 99986 7274”, destacou Carioca.

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