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Rocha tenta minimizar crise entre Palácio Rio Branco e Assembleia

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O governador do Acre em exercício, Major Rocha, e o chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade, foram escalados pelo governador Gladson Cameli para uma conversa com os deputados estaduais na tentativa de minimizar a crise estabelecida entre o Palácio Rio Branco e a Assembleia Legislativa.

Na terça-feira, dia 16, vários deputados da base de sustentação do governo na Assembleia Legislativa conversaram com Rocha e Trindade na Casa Civil, com as portas fechadas. Gladson está em Brasília (DF), onde tenta liberar recursos para o estado. A reunião aconteceu no dia em que a sessão foi esvaziada pelos parlamentares.

Segundo divulgou o governo, os deputados José Bestene, Nicolau Júnior, Neném Almeida, Luiz Gonzaga, Whendy Lima, Luiz Tchê, Pastor Wagner, Cadmiel Bomfim e Chico Viga, dialogaram com os membros do Poder Executivo sobre várias pautas relevantes para a sociedade que serão levadas à apreciação do Poder Legislativo ainda no primeiro semestre deste ano.

“É necessário ouvirmos os parlamentares porque eles estão todos os dias nas bases, dentro dos bairros, entre as categorias profissionais, nos municípios, e principalmente trabalhando pela elaboração de leis e a fiscalização do Poder Executivo. O debate é imprescindível para que haja alinhamento e êxito nas pautas que levarão o governo a desempenhar um papel transformador na vida das famílias acreanas”, disse Rocha.

No encontro, Rocha lembrou o papel conciliador do governador Gladson Cameli, que tem 12 anos de vida pública. “Estamos trabalhando para tirar o Acre do caos que encontramos, e não tenho dúvidas que com o apoio de todos os Poderes, toda sociedade acreana será beneficiada com as boas obras deste governo”, finalizou.

Nicolau Júnior, presidente da Assembleia, agradeceu o convite feito aos parlamentares da base e disse que o Poder Legislativo do Acre é plural, democrático e aberto para atender aos anseios da população ao qual ele representa. “Estamos unidos para ajudar o Acre no que for preciso”, afirmou Nicolau.

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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