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“Frear a CPI é fechar os ouvidos para o clamor do povo”, diz Jenilson Leite sobre CPI da Energisa

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Com 13 assinaturas, número suficiente para a instalação de uma CPI, o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC) Jenilson Leite (PCdoB) protocolou o pedido para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o preço elevado na tarifa de elétrica pela concessionária Energisa, empresa comprou a Eletrobras Distribuição Acre pelo valor de 50 mil reais.

Para o deputado, a aprovação da CPI representa o anseio da população, na qual o parlamento se eleva no conceito popular. “ A população não aguenta mais pagar uma das energias mais cara do país. E, esta Casa que tem a atribuição de fiscalização, precisa saber por que uma empresa que veio ao Acre prometendo baixar o preço da energia e melhorar a qualidade, comprando a Eletroacre pelo valor de 50 mil reais, apresenta para os consumidores umas das energias mais cara e sem nenhuma melhoria. Então, essa CPI tem o objetivo de mostrar à população que fez a sua parte. Porque de posse do relatório nós vamos identificar quais são os problemas que elevam o preço da energia”, argumentou o deputado.

Ainda segundo Jenilson, com o relatório final da CPI, o parlamento possui os recursos necessários para corrigir através de projeto de lei a cobrança do ICMS, que é um dos itens a ser investigado pela Comissão. Além de acionar a própria empresa na Justiça.

O deputado destacou também em discurso na tribuna, que a CPI não se trata de uma divergência com os deputados que assinaram e com os que não assinaram, mas uma tentativa de escutar o grito de população. “Além dos problemas de segurança pública e saúde, a população não aguenta mais pagar um preço tão caro pela energia consumida. E nós enquanto oposição temos tido toda paciência com o governo, evitando as críticas desproporcionais, contudo, não tem como deixar de trazer para a ALEAC o clamor da sociedade diante uma falsa proposta que foi feita no Estado do Acre pela Energisa. Que prometia baixar o preço e a realidade é outra”, afirmou o parlamentar.

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Destaque 4

Madeira apreendida é usada em revitalização do Parque de Exposições para a Expoacre

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Cerca de 300 metros cúbicos de madeira apreendida pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC) está sendo reutilizada pelo governo do Acre na revitalização do Parque de Exposições para a realização da Expoacre 2019. Os insumos foram doados pelo próprio Imac à Secretaria de Estado de Empreendedorismo e Turismo.

A madeira foi apreendida durante fiscalização ambiental, pois estava irregular. Por lei, madeiras apreendidas são redirecionadas a obras sociais. Com isso, o governo economiza aproximadamente R$400 mil reais, que seriam destinados para a compra do material necessário.

Foi necessário que duas equipes do Imac trabalhassem por dez dias para garantir a utilização do produto e a reforma do parque de exposição. “Isso vai beneficiar não só o espaço, mas a população em geral que vai estar no evento. O parque vai poder recebê-los de forma adequada, com espaço revitalizado”, destacou o presidente do Imac, André Hassem.

Passarão por reforma o palco, a arena de rodeio e as arquibancadas, além de novos espaços que estão sendo construídos como o Agroflorestal.

 

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Destaque 4

Governo volta a manter Educandário e repassa mais de R$ 300 mil à entidade

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O Educandário Santa Margarida, localizado em Rio Branco, acaba de receber do governo do Estado o repasse no valor de R$ 305.949,28, referentes a sete parcelas aos meses (mês de março a setembro) de 2019. A maioria das parcelas estava atrasada. O recurso busca atender as necessidades da entidade e alinhar projetos no âmbito social.

Os atrasos no repasse de recursos, segundo o atual governo, deu-se em razão de que a gestão anterior deixou de fazer a previsão na Lei Orçamentária Anual para o Exercício de 2019. Este ano, houve entraves com a não aprovação Lei de Subvenções, além de pendências na documentação do Educandário.

Para o pagamento do restante dos meses, será feito um aditivo para o pagamento de mais 4 parcelas referente aos meses de outubro/novembro/dezembro e 13°.

Na última sexta-feira, 12, a secretária de Estado Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM), Claire Cameli, visitou o abrigo e reafirmou parceria do Estado com a instituição. “O governo pretende desenvolver ações que ajudem o trabalho desses profissionais e voluntários, que têm contado com a doação da sociedade civil, de instituições, para a manutenção e o cuidado com essas crianças.”, ressaltou Claire Cameli.

Alimentação, vestuário, material de limpeza, higiene pessoal e calçados são em sua grande maioria, conforme o coordenador financeiro, Nilton Cosson, são oriundas de doações da sociedade civil. “Abrigamos essas crianças, assumindo a responsabilidade de cuidar delas. Com as parcerias conseguimos desenvolver um trabalho de excelência”, disse Nilton Cosson.

Aos 76 anos de existência, o Educandário Santa Margarida é a única instituição que atende crianças de zero a 12 anos em Rio Branco. Hoje, são abrigadas 36 crianças vítimas de abandono, negligência e violência. Lá, trabalham diariamente 24 profissionais de várias áreas, como: cuidadores, cozinheiros, serviços gerais, zelador, motorista, administrador, assistente social, psicólogo, assistentes pedagógicos e voluntários que ajudam nas escalas diurnas e noturnas.

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