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Nos pênaltis, Atlético é campeão do segundo turno do acreanão2019

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Foi pegado, disputado em cada lance e não poderia ser diferente. Afinal, Atlético e Rio Branco são os principais rivais do futebol acreano nos últimos anos.

Na decisão do segundo turno, na Arena da Floresta, a rivalidade esteve presente em cada jogada. Os times bem que tentaram, mas pararam nos dois goleiros, Edvandro (Rio Branco) e Miller (Atlético), que em noite inspirada seguraram os dois ataques e garantiram o empate. Final dos 90 minutos, jogo encerrado em 0 a 0.

O Atlético ainda teve o treinador, Álvaro Miguéis, expulso por reclamação. Policiais militares precisaram entrar em campo para acalmar os ânimos.

A decisão foi para os pênaltis. E pelas ironias que o futebol proporciona, o grande destaque do Rio Branco no campeonato, o experiente Doka Madureira foi escolhido para abrir a série de cobranças para o Estrelão. A bola, caprichosamente carimbou a trave.

Marquinhos, na terceira cobrança do Galo parou no goleiro do Rio Branco e deixou tudo igual. Só que Kinho, cobrou para fora. Vitória do Atlético nas penalidades por 4 a 3.

Com o título do segundo turno, o Galo, garante vaga na Copa do Brasil do ano que vem, e se classifica para a final do campeonato, que será disputada em dois jogos contra o Galvez, que já estava classificado por ter vencido o primeiro turno.

Atlético e Galvez decidem o Campeonato Acreano 2019 em duas partidas. A primeira acontece na próxima sexta-feira, 19, às 7 da noite. O outro jogo decisivo vai ser realizado na segunda-feira, 22, também às 19 horas.

A Federação de Futebol do Acre ainda não divulgou o local das partidas.

Confira os melhores momentos da partida fotografados pelas lentes de Sérgio Vale:

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Acre

Quadro de vítimas de explosão é estável, mas inspira cuidados

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As vítimas da explosão ocorrida num barco no município de Cruzeiro do Sul, às margens do Rio Juruá, na sexta-feira, 7 de junho, continuam recebendo atendimento do governo do Acre, da Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ) e toda a rede integrada do Sistema Único de Saúde.

O chefe da Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) José Adorno, que apoia e coordena o atendimento dos pacientes acreanos em tratamento fora de domicílio em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte, informou nessa terça-feira, 18, que o estado clínico dos pacientes é estável, mas ainda inspira cuidados.

Estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital João XXIII, Umberto da Conceição de Oliveira, 38 anos; José Ortenízio Souza da Conceição, 39 anos e Valdir Torquato da Silva, 51 anos. Eles continuam em tratamento, que inclui desbridamento cirúrgico, procedimento para retirada de tecidos queimados até que possa ser realizado o enxerto e recomposição da pele.

O esforço das equipes agora, tanto no João XXIII, sob os cuidados do Doutor Marcelo Lopes Ribeiro, quanto na unidade de Goiânia, é para que os pacientes vençam esta primeira etapa, e que tenham condições para serem submetidos aos procedimentos necessários à conclusão do tratamento, que deve ainda durar entre 60 a 90 dias”, explica José Adorno.

Entre os pacientes do João XXIII, o menino P.V.F.S., 4 anos, se recupera bem e deve ter alta nos próximos dias. Francisco Luna Dos Santos, 46 anos, é o que apresenta quadro mais grave, porém estável.

Em Brasília, os quatro pacientes internados no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) continuam recebendo curativos especiais, sem necessidade de procedimentos cirúrgicos. O quadro clínico é estável e a expectativa é que também possam ter alta nos próximos dias.

Agência de Notícias do Acre

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Acre

Preso que for usar tornozeleira terá que pagar pelo aparelho

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Foi aprovado no início da tarde desta quarta-feira, 19, por unanimidade, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) que dispõe sobre o pagamento dos aparelhos de monitoramento eletrônico pelos próprios presos apenados.

De acordo com a lei, os condenados beneficiários da fiscalização por meio por meio de tornozeleira eletrônica serão obrigados a arcar com as despesas de aquisição e manutenção do equipamento, enquanto dele fizerem uso.

De acordo com o projeto, aos condenados comprovadamente hipossuficientes poderá ser concedida, mediante decisão judicial fundamentada, a isenção do pagamento das despesas. A instalação do equipamento de monitoração eletrônica será realizada no prazo de 24 horas após a comprovação do recolhimento do valor estabelecido em regulamento.

Ainda segundo o parlamentar, o não pagamento das despesas mensais, no valor e na forma estabelecidos em regulamento, acarretará a perda do benefício da monitoração eletrônica, por decisão fundamentada do juiz da execução penal.

Segundo dados do Instituto de Administração Penitenciária – IAPEN, cada condenado que utiliza o sistema de monitoração eletrônica custa R$ 230,00 por mês, sendo que atualmente há no Estado R$ 1.586 monitorados ao custo de R$ 364.780,00 por mês e, R$ 4.377.360,00 por ano.

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