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Manobra da base governista impede instalação de CPI

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FOTO: SÉRGIO VALE

A base do governo Gladson Cameli fez de tudo para brecar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que iria investigar a Energisa.

E conseguiu. Por falta de quórum regimental, a CPI não foi instaurada durante sessão nesta terça-feira, 16.

Desde o início da sessão, ficou evidente que os deputados de sustentação ao governo iriam tentar algum tipo de manobra, já que vários não apareceram no plenário.

A estratégia deu certo. Após o deputado Tchê (PDT) solicitar que seu nome fosse retirado da relação de deputados a favor da CPI alegando ter assinado o pedido de instalação no corredor da Aleac, o número de parlamentares presentes foi insuficiente para a leitura do requerimento, que é condição necessária para a instalação da CPI.

E foi exatamente a falta de um parlamentar que impediu a leitura. No plenário, estavam doze deputados, número insuficiente, já que é necessário, segundo o regimento da casa, a presença de 13 parlamentares.

FOTO: SÉRGIO VALE

Mesmo estando na casa, Tchê não compareceu ao plenário, justamente para que o quórum mínimo fosse alcançado.

A atitude desagradou as lideranças comunitárias que compareceram a Aleac e pressionaram os deputados pela instalação da CPI. “Nós estivemos aqui em uma mobilização para que pudéssemos acompanhar essa sessão. Esperamos até esse horário e vem a informação de que por causa do deputado Tchê, que retirou seu nome e depois se isolou em uma sala, não tem CPI por falta de quórum. Isso cria indignação. Os nossos representantes deveriam atender os interesses da população. O deputado não sabe o que uma família carente passa com uma conta de luz tão alta”, afirma Ednaldo Fernandes, líder comunitário do Bairro Santa Cruz.

O deputado Jenílson Leite (PCdoB), idealizador da CPI, lamentou a manobra da base do governo. “O que nós queremos é atender o clamor popular. A gente não entende o porquê do governo fazer esse tipo de manobra que dialoga contra os interesses da população”.

Como o requerimento já foi protocolado, entra na pauta da sessão de amanhã, último dia de trabalho na Aleac antes do feriado da Semana Santa.

Resta saber o que a base de apoio vai fazer para barrar a instalação da CPI, já que o número de parlamentares que assinaram o pedido de instalação, 12, é suficiente.

O povo presente na galeria da casa promete voltar na sessão desta quarta para mais barulho e mais pressão em cima dos deputados contrários a CPI.

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Acre

Prédio da Segurança irá funcionar no Museu dos Povos Acreanos

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FOTO: G1/AC - INTERNET

Durante o café da manhã de confraternização com os servidores da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (SEJUSP), o governador Gladson Cameli informou que a pasta irá sair do Palácio das Secretarias e irá funcionará em uma parte do futuro Museu dos Povos Acreanos, no Centro de Rio Branco.

“Este local já não atende mais a demanda da Segurança Pública e diante da importância que esta secretaria representa para o nosso governo e visando melhorar as condições de trabalho dos servidores, estou abrindo mão do meu gabinete que seria levado para o museu e cedendo aquele espaço para melhor atender a nossa Segurança Pública”, explicou Cameli.

Para o secretário Paulo Cézar Rocha dos Santos, a futura sede da SEJUSP erá “um espaço extremamente qualificado, principalmente na esfera das áreas tecnológicas e operacionais que poderão ofertar uma melhor resposta À sociedade”, pontuou.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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Acre

Mailza anuncia R$ 1 milhão em emendas para Segurança Pública

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A senadora Mailza Gomes (PP) anunciou, na manhã desta sexta-feira, 23, em Brasiléia, que destinará R$ 1 milhão em emendas para a área de Segurança Pública nos municípios da regional do Alto Acre.

O anúncio foi feito durante a audiência pública convocada pela Câmara do município para debater o crescimento da criminalidade na faixa de fronteira que compreende os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia.

Mailza Gomes ressaltou que o momento é de preocupação com a situação de insegurança em todo o Acre. Ela disse que visitou todos os município acreanos para definir a alocação de suas emendas no Orçamento da União para 2020. No caso dos municípios do Alto Acre, a senadora afirmou que a prioridade tinha que ser a Segurança.

“Eu já estive aqui em Brasiléia em outra oportunidade e agora retornei para ouvir os relatos dessa audiência, e sabemos que essas cidades precisam dos recursos para os investimentos que precisam ser feitos”, afirmou a senadora do Progressistas.

A parlamentar disse ainda que o seu mandato tem como base a defesa de recursos para os 22 municípios nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, agricultura, segurança pública e projetos para a defesa da família e valorização da mulher.

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