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Três empresas de transporte por aplicativo já estão regularizadas

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Entra em vigor amanhã, 16, a portaria que regulamenta o funcionamento da lei de operadoras de tecnologia de transporte em Rio Branco. De acordo com o diretor da Superintendência de Transportes e Trânsito da capital (RBTrans) Nélio Anastácio, atualmente, cerca de cinco empresas operam em Rio Branco e até o momento três estão devidamente cadastradas na autarquia conforme dtermina a portaria.

As três empresas que já fizeram o cadastro são todas regionais; Mobi Driver, Urbano Norte e Forest Car. Juntas, elas têm cerca de 400 motoristas. “Nós buscamos nosso credenciamento, nós fizemos nossa parte, agora, se a empresas nacionais não fizeram, que sigam os prazos determinados pela Prefeitura. Como nós buscamos nosso credenciamento, elas [as empresas nacionais] que busquem o delas”, disse Alisson Gomes, representante da Mobi Driver.

“O que nós estamos pedindo, estamos tentando convencer essas empresas que ainda não fizeram o cadastro, que procurem a Prefeitura, porque se assim não acontecer os motoristas ficarão impossibilitados de prestar o serviço. É um cadastro simples, apresentar as certidões que qualquer empresa deve possuir. É importante frisar que o cadastramento dos motoristas depende do cadastro das empresas. Se elas não fizerem, os seus operadores não vão poder fazer seus cadastros”, destacou.

Uber e 99, as maiores empresas que operam na capital, não realizaram seus cadastros na RBTrans. O diretor da autarquia municipal, disse que a Uber encaminhou um e-mail onde solicita o cadastramento com restrições, o que já foi feito. De acordo com ele, a empresa alega algumas inconsistências na lei. “Nós estamos fazendo a análise jurídica dessas inconsistências, à primeira vista nós não concordamos com as alegações e vamos responder a empresa oficialmente. Paralelo a isso, vamos encaminhar essas alegações para a Procuradoria Jurídica do município, para que uma análise mais profunda seja realizada. Porém, isso não impede que a empresa se cadastre e continue discutindo isso que eles chamam de inconsistência”.

O cadastro

A norma que estabelece as regras para o funcionamento deste tipo de serviço na capital acreana foi aprovada pela Câmara de Vereadores em julho de 2018 e publicada em agosto, com o prazo de 120 dias para que as operadoras e motoristas realizassem as adequações necessárias e fossem cadastradas junto à RBTrans.

Este prazo venceu em 19 de dezembro do ano passado e, em 15 de março deste ano, a Prefeitura publicou nova portaria com o prazo adicional de 30 dias para a regularização dos prestadores do serviço.

Não existem dados oficiais, mas estima-se que atualmente cerca de cinco mil pessoas trabalhem com aplicativos de mobilidade urbana em Rio Branco. Com a entrada da portaria que determina o funcionamento da lei 2.294 de 12 de julho de 2018, a partir da próxima terça-feira, 16, a RBTrans poderá realizar sanções às empresas e aos motoristas que forem pegos de forma irregular, entre elas, a aplicação de multas.

Com informações da Prefeitura de Rio Branco.




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Ação social doou chocolate para mais de mil crianças carentes

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Neste feriado de Páscoa, dois grupos sociais de Rio Branco conseguiram presentear mais de mil crianças carentes com chocolate, kits de doces e um lanche para os pequenos. Dezoito comunidades de bairros periféricos foram atendidas pela ação social, que começou a distribuir as doações no sábado, dia 20, até encerrou as entregas, nesse domingo (21).

Ao todo, mais de 100 voluntários do Grupo Social Pela Vida e do Olhar Diferente se empenharam nesta campanha, que desta vez chegou a comunidades como: Taquari, Caladinho, Sapolândia, Calafate, Papoco e Favelinha.

“Conseguimos os produtos das doações através de venda de rifas, ou pedindo mesmo aos amigos, aos nossos colaboradores. Entregamos caixas de chocolate para cada criança, além de vários kits de doces”, disse Mel Silva, coordenadora do Grupo Social Pela Vida.

A priori, a expectativa dos voluntários era conseguir alcançar ao menos 500 crianças, mas dobraram a meta e beneficiaram mais de mil crianças. Para isso, decidiram unir as campanas, que já era um projeto dos dois grupos.

“Estamos realmente surpresos e extasiados. É uma sensação inexplicável. Primeiramente pensamos que não íamos alcançar nem as 500 crianças e, de repente, alcançamos mais de mil. A única palavra que temos pra descrever o sentimento é gratidão”, comemorou Karolyne Oliveira, Grupo Olhar Diferente.

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Com mil produtores monitorados, Idaf bloqueia doença do cacau

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O Instituto de Defesa Agroflorestal do Acre (Idaf) iniciou no mês março o monitoramento da monilíase nos plantios de cacau e cupuaçu no Estado. A Monilíase é uma doença devastadora para o cacaueiro, cujo agente causal é o fungo, e está presente no Peru e na Bolívia, daí a ação do Idaf. “A importância dessa atividade deve-se ao fato de o Estado do Acre ser considerado de alto risco para a introdução dessa praga através das suas fronteiras, porque o Peru e a Bolívia já convivem com essa doença em seus plantios e no Brasil essa praga ainda é ausente”, disse Jessé Monteiro, diretor Técnico do Idaf.

As atividades começaram pelos municípios do Juruá e se estenderam ao longo da BR 364 até Sena Madureira, onde o transito de pessoas é mais intenso. A partir de segunda feira as equipes estarão nos municípios do Baixo e Alto Acre que fazem fronteira com a Bolívia e o Peru.

Para o Brasil essa praga é de extrema importância econômica devido a cultura do cacau, pois o seu fruto é a matéria prima para a indústria do chocolate e para o estado do Acre, a cultura do cupuaçu, devido sua importância econômica dentro da agricultura familiar, através da comercialização sua polpa, doces, bombons, recheios e etc.

Essa praga é importante porque ataca exatamente a parte comercial da planta, que é o seu fruto, inviabilizando totalmente a matéria prima. E devido o cacau ser da mesma família do cupuaçu, a Theobroma. O Idaf vem realizando o cadastramento e o monitoramento dessas propriedades e faz educação sanitária junto às associações de produtores rurais, além de orientar quanto aos sintomas da doença e como proceder caso ela apareça.

Atualmente o Idaf já possui um banco de dados com mais de 1.000 propriedades cadastradas, inclusive as propriedades urbanas, que se localizam perto de rodoviárias, aeroportos e rodovias.

Quanto aos produtores localizados em comunidades remotas, como os ribeirinhos de moram em seringais distantes das cidades, as equipes usam a estratégia de visita direta aos batelões que estão ancorados nos portos para transmitir informações sobre a praga, com distribuição de material educativo, panfletos e cartazes.

“E importante frisar que esses monitoramentos acontecem principalmente na época da frutificação do cacau e cupuaçu. Nesse momento estamos em final de safra do cupuaçu”, completou Monteiro.

Caso sejam observados sintomas:

Os principais sintomas que o produtor pode detectar a olho nu no seu plantio são: frutos deformados e mumificados (muitos duros de quebrar), pesados e cobertos com um pó branco em grande quantidade. Os técnicos recomendam que o produtor retire esse fruto e deixe ele acondicionado no caule da planta, próximo a raiz e verifique diariamente se a quantidade do pó branco aumentou. Esse produtor deve procurar o escritório do idaf no município e pedir a visita dos técnicos da defesa vegetal o mais urgente possível na sua propriedade.




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