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Meditação nas escolas estimula desenvolvimento de alunos

Crianças aprendem sobre concentração e controle das emoções

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Praticar meditação desde a infância traz muitos benefícios, especialmente em um contexto onde as crianças estão cada vez mais interligadas às tecnologias, quando parece ser impossível alcançar o silêncio e a concentração. Uma pequena pausa regada à tranquilidade e equilíbrio pode ser suficiente para o melhor desempenho das crianças nas escolas e na vida.

Por ser importante no desenvolvimento dos alunos, as práticas da meditação e da yoga já são implementadas há quase 20 anos nas escolas norte-americanas. “Atividades que proporcionam o autoconhecimento e uma percepção maior das emoções ajudam muito. E quanto antes os pequenos iniciarem essas práticas, mais cedo eles vão encontrar outras formas de expressar os seus sentimentos e desenvolver características importantes, como o autocontrole”, destaca a psicóloga Ana Afonso.

Atualmente, os Estados Unidos é o segundo país que mais estimula conhecimentos milenares em escolas e universidades, liderança perdida apenas pela Índia. No Brasil, a relação entre a meditação e o sistema educacional está em ascensão em alcança cada vez mais as escolas da educação básica. Por isso, muitas instituições de ensino têm introduzido tais atividades em sua grade curricular.

Na opinião da profissional de Psicologia também é importante que as escolas passem a abordar mais as questões comportamentais e deixem de focar apenas nos conteúdos curriculares. A diminuição da ansiedade e o aumento da concentração são alguns benefícios da meditação. Além disso, crianças que aprendem a silenciar a mente desde cedo aprendem a lidar com as próprias limitações e emoções, desenvolvem um convívio mais harmônico com os
colegas, professores e familiares. Ou seja, apesar de melhorar o desenvolvimento escolar, o aprendizado vale para a vida e além dos muros das escolas.

Agência Educa Mais Brasil

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Destaque 3

Estudantes que tiveram pedido de isenção da taxa do Enem negado já podem recorrer

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Os candidatos que tiveram o pedido de isenção da taxa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) negado podem recorrer até sexta-feira, 26. O processo pode ser feito exclusivamente pelo site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – enem.inep.gov.br/participante.

Para recorrer é preciso enviar os documentos exigidos no ato da inscrição. O Inep disponibiliza uma série de documentos para cada caso. A lista pode ser consultada no edital do exame e também na página do órgão.

Tem direito a isenção, estudantes que estejam cursando o último ano do ensino médio na rede pública de qualquer parte do país. Além de candidatos que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas ou como bolsista integral na rede privada.

Podem conseguir o benefício ainda, candidatos com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio, por pessoa. Cidadãos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal, também têm direito a isenção.

O Enem é a porta de entrada para as universidades públicas brasileiras. Com a nota do exame ao estudantes podem ainda conseguir bolsas para cursar faculdades em instituições particulares, conveniadas em programas federais.

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Destaque 2

Prefeitura de Rio Branco será investigada pelo MPE devido às condições de ramais

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A denúncia de um morador fez com que o Ministério Público do Estado (MPE/AC) instaurasse um inquérito civil público para investigar a suposta omissão da prefeitura do município de Rio Branco para com a manutenção e conservação de dois ramais situados na Estrada do Quixadá.

Trata-se dos ramais do Limoeiro e Colibri. O morador Raimundo Vieira da Silva foi quem formalizou a denúncia através da Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo e Defesa do Patrimônio Histórico cultural.

Ao órgão, o denunciante relatou as péssimas condições de trafegabilidade e falta de conservação por parte do poder público nos ramais e também na Estrada principal.

Além desta denúncia, a promotoria de Justiça, na pessoa de Alekine Lopes dos Santos, ainda se baseou em outras cláusulas para instaurar o inquérito, tendo como base o Estatuto da Cidade, já que a situação destes ramais interfere diretamente em questões como: moradia, trabalho e lazer, quando faz alusão à infraestrutura, transporte, equipamentos urbanos e comunitários.

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