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Homem que se passava por juiz no Acre é preso pela PRF com arma e droga

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Um homem que se passava por juiz no Estado do Acre foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na altura do km 4332, da BR-364 em Jaru. Ele foi identificado como José C.S.C., 45 anos. O condutor estava acompanhado de duas mulheres e uma criança e se identificou para a guarnição como sendo juiz auditor militar do Acre, exercendo o cargo de Diretor Geral. Ele apresentou uma carteira funcional e um crachá relacionados ao Poder Judiciário do Acre.

A prisão aconteceu durante abordagem realizada por agentes da PRF que realizavam a sinalização do trânsito, em virtude da remoção de um veículo envolvido em acidente no dia anterior. O motorista estava na contramão, para evitar o congestionamento.

Entretanto, em razão do nervosismo apresentado pelos ocupantes do veículo, os policiais entraram em contato com o Tribunal de Justiça acreano e foram informados que o homem era um técnico judiciário aposentado. Realizada uma busca no veículo, os agentes localizaram um revólver calibre 38, 12 munições e pequenas porções de maconha.

Questionado, o motorista afirmou que o armamento era de sua propriedade, apesar de não possuir registro, ao passo que a droga era dele e de uma das passageiras. Diante dos fatos, ficou configurada a prática de uso de distintivo de função pública que não exerce (art. 46 da Lei de Contravenções), falsa identidade (art. 307 do Código Penal), porte de droga para consumo (art. 28 da Lei de Drogas) e porte ilegal de arma de fogo (art. 14 do Estatuto do Desarmamento). A ocorrência encaminhada à Polícia Civil.

Com informações Rondoniagora.

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Cotidiano

Monitoramento eletrônico é novidade na segurança durante a Expoacre 2019

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O Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) afirmou durante coletiva realizada na manhã desta terça-feira, 23, que o esquema de segurança durante os dias de feira da Expoacre 2019 vai contar com uma plataforma de vídeo-monitoramento fixo e uma central e ainda com drone, para apoiar o efetivo policial no evento.

Durante a cavalgada, serão 210 homens envolvidos na fiscalização e segurança. Nos dias de show 186 e 160 nos demais dias. “Com isso, queremos garantir a segurança da população que se fará presente no evento”, disse o secretário de Segurança Pública, Paulo Cézar Santos.

Segundo o comandante-geral da Polícia Militar do Acre, TC Ezequiel Bino, tanto no âmbito da feira, como na parte externa e nos bairros da capital, a segurança vai estar muito forte.

O Corpo de Bombeiros faz um trabalho de vistoria nos comércios e restaurantes instalados na feira para verificar se possuem itens de segurança e proteção de combate a incêndios.

A Polícia Civil terá uma delegacia dentro do Parque de Exposições. “Nós teremos uma delegacia de flagrantes instalada dentro do parque, onde iremos atender todas as demandas ocorridas no interior da Expoacre, desde crime de menor potencial ofensivo, até furtos e roubos”, finalizou o secretário.

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Cotidiano

Governo propaga liberdade ao produtor, mas comanda fiscalização ambiental no interior

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Por repetidas vezes durante o programa ‘Fale com o Governador’, Gladson Cameli vociferou que em seu governo não iria permitir que órgãos reguladores do Estado agissem de maneira impeditiva para com os trabalhadores das zonas rurais nos municípios acreanos.

Contudo, uma notícia publicada na própria agência online do governo revela uma atitude contrária ao que fora reafirmada em inúmeras ocasiões pelo próprio Cameli. Ocorre que desde o último sábado, 20, a Polícia Militar, com o Batalhão de Policiamento Ambiental, está realizando uma megaoperação de combate a crimes ambientais no município de Acrelândia.

A operação militar é legítima e segue o trabalho de fiscalização baseado no código florestal. Entretanto, vai de encontro ao discurso do governador, onde proferiu que antes de penalizar o produtor/morador dessas localidades, a orientação era, inicialmente, de instruir a comunidade rural.

Ao ac24horas, a assessoria do governo informou que a operação no interior do Acre não quebra o discurso anterior de Gladson Cameli. “Desmatamento é crime! O governador sempre enfatizou que respeita o que está no código florestal. Seu discurso não mudou”.

Questionada sobre a “tal liberdade” que Gladson tanto falou que iria dar aos produtores rurais, a assessoria disse que: “O produtor rural terá liberdade para produzir sempre, e já está recebendo orientação devida. O desmatamento causa danos à saúde, ao meio ambiente e é ilegal. É dever do Estado controlar o desmatamento ilegal e ainda, proteger os moradores da zona rural e urbana”.

A operação termina na próxima quinta-feira, dia 25, e até lá os moradores passam por patrulhamento, abordagem e fiscalização para identificação de prática de crimes ambientais, como desmatamento ilegal, caça de animais silvestres e extração de madeira. Segundo o governo, o banco alemão KFW Bankengrupp é quem está liberando recursos para fomentar as políticas de preservação ambiental no estado.

A fiscalização ocorre nos ramais Progresso, Granada, Pelé, entre outros no município. O Batalhão informou que também atua com atividades educativas.

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