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Enquete mostra duas bibliotecas públicas do Acre entre as 15 mais bonitas do Brasil; saiba mais

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Duas das 15 bibliotecas públicas consideradas as mais bonitas do Brasil estão no Acre. Localizadas em Rio Branco, a Biblioteca Pública do Estado e a Biblioteca da Floresta aparecem numa relação construída a partir de uma enquete com os leitores para saber quais são as bibliotecas públicas mais bonitas do Brasil e as 15 mais votadas foram reunidas em uma lista. “Entre as mais lembradas, estão a Biblioteca da Floresta, em Rio Branco; a Biblioteca Nacional de Brasília e a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, a maior da América Latina”, informa a Revista Bula (www.revistabula.com), autora da pesquisa.

A Bula faz uma breve apresentação das bibliotecas acreanas: A Biblioteca Pública do Estado do Acre foi inaugurada em março de 1979. Ao longo do tempo, passou por reestruturações, com o propósito de facilitar o acesso livre à internet, filmoteca, espaço HQ e ambiente infantil. O acervo atual da BPE possui aproximadamente 25 mil livros nacionais e estrangeiros. No centro de Rio Branco, a biblioteca também serve como um centro cultural, e promove eventos como mostras de filmes, cursos, oficinas, encontros com autores, entre outros.

Inaugurada em 2007, a Biblioteca da Floresta é especializada em assuntos e autores da Amazônia e do Acre. Localizada no Parque da Maternidade, a instituição tem como propósito contribuir para o desenvolvimento sustentável, colocando à disposição dos pesquisadores e da sociedade documentos e informações sobre os movimentos socioambientais. Logo na entrada, os visitantes encontram painéis que retratam a vida de Chico Mendes, ex-seringueiro e ambientalista assassinado na década de 1980. (Com informações de Marina Felipe/Revista Bula).

Veja a lista completa em: https://www.revistabula.com/22498-as-15-bibliotecas-publicas-mais-bonitas-do-brasil/

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Embaixador de Israel vem ao Acre em junho a convite de Alan Rick

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O deputado federal a Alan Rick (DEM) esteve na manhã desta quarta-feira, 16, na Embaixada de Israel, onde foi recebido pelo embaixador Yossi Shelley para tratar de visita institucional ao Estado em junho.

Alan Rick é membro do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel na Câmara dos Deputados, grupo que trabalha pelo fortalecimento das relações diplomáticas, comerciais, tecnológicas e humanitárias entre os dois países.

“Fiz o convite e o embaixador já confirmou sua vinda ao Acre no mês de junho. Yossi cumprirá extensa agenda no nosso estado em compromissos com o Governo, setores empresariais, educacionais e eclesiásticos”, destaca Alan Rick.

O objetivo da visita proposta pelo parlamentar é estabelecer parcerias nos campos de Segurança Pública, Saúde, Agronegócio, Comércio, Tecnologia, além de uma grande celebração das igrejas que apoiam Israel.

“Em nossa conversa, ressaltei que o Acre o receberá de braços abertos, pois do Acre saem algumas das maiores caravanas para peregrinação religiosa na Terra Santa”, destaca Alan Rick.

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Destaque 4

Mara Rocha apresenta PL criando Política de Incentivo à Apicultura e Meliponicultura

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A partir de 2013 o mundo tem se deparado com o sumiço de abelhas. Em agosto daquele ano, a revista Time já trazia uma matéria de capa sobre o tema, alertando para esse evento que preocupa dois setores aparentemente antagônicos: o agronegócio e as entidades de preservação ambiental.

Esse fenômeno motivou os membros da Associação de Criadores de Abelhas do Acre – Floresta com Abelhas a procurarem a Deputada Federal Mara Rocha (PSDB/AC) para discutir o tema. Dessa reunião surgiu o Projeto de Lei nº 2.341/2019 que cria Política Nacional de Incentivo ao Desenvolvimento da Apicultura e da Meliponicultura, O Projeto tenta organizar as atividades de criação, conservação e manejo racional das abelhas e seus enxames, além de criar incentivos para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico da criação de apiários e meliponários.

“A Associação Floresta com Abelhas apresentou alguns dados que me alarmaram muito. O mundo tem testemunhado um fenômeno preocupante. As abelhas operárias, que servem para a polinização de plantas e para a produção de mel, estão desaparecendo das colmeias o que tem levado à morte de colônias inteiras. Isso é extremamente grave, pois se esse quadro não for revertido, a falta de polinização levará ao fim de diversas culturas, colocando em risco a própria agricultura como conhecemos ”, afirmou Mara Rocha.

A parlamentar tucana esclareceu que o Projeto tem a finalidade de dar maior viabilidade econômica à criação de abelhas mas, também, busca garantir a sobrevivência da agricultura no país. “Em termos globais, os serviços de
polinização prestados por estes operários da natureza são avaliados em R$54 bilhões por ano. Culturas como a da maçã, pera, laranja, melão, melancia, café, castanha, amêndoas, abacate, morango, pepino, algodão, soja, pêssego,
abóbora e cebola, entre outras, dependem diretamente da polinização feita pelas abelhas para desenvolver sua produção”.

Na justificativa do seu Projeto, Mara Rocha destacou a importância econômica da produção de mel no Brasil. “Apenas em 2016, a produção nacional de mel foi de 36.612 toneladas, desse total, 61% destinou-se à exportação,
contribuindo com cerca de US$ 95,63 milhões para a balança comercial brasileira. Então, a cultura das abelha é um importante ativo financeiro a ser explorado”.

Além de políticas de incentivo à cultura das abelhas, o Projeto da Deputada Mara Rocha inova ao permitir a instalação, manejo e exploração econômica de meliponários em Unidades Federais de Conservação da Natureza. “As

Melíponas são as abelhas nativas do Brasil, são aquelas abelhas que não possuem ferrão, como a uruçú, a jupará, a jataí, e podem ser criadas próximas às residências. Elas hoje se encontram em risco de extinção e, justamente por
isso, sugeri a instalação de meliponários nas Unidades de Conservação por entender que esse arranjo permitirá a preservação das nossas matas, das abelhas nativas, além de garantir uma nova fonte de renda à população do
Acre e do Brasil”.

“Esse Projeto me deixou particularmente feliz, foi um trabalho em conjunto, feito pela minha assessoria, com participação direta dos representantes da Associação. Quero deixar consignado meu reconhecimento ao trabalho da
Angélica Maciel, da Maria Edna, do Artaganan Cícero, do David de Oliveira e do Manoel Ezimar, dentre outros, que contribuíram muito para a apresentação dessa que é a primeira proposta legislativa a tentar organizar o setor”, finalizou Mara Rocha.

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