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Jenilson Leite promove ação de saúde para o povo Jaminawa

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Na semana que se inicia as comemorações alusiva ao dia do índio (19 de abril), o deputado Jenilson Leite (PCdoB) que é médico infectologista e vice-presidente da ALEAC junto com a SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena) promoveu uma ação de saúde na aldeia Três Cachoeiras da etnia Jaminawa, localizada no alto rio Acre, município de Assis Brasil na fronteira com o Peru. Além do deputado, o presidente da Associação Comercial de Assis Brasil, Jesus Pilique, participou do evento e foi um dos colaboradores.

O deputado aproveitou a oportunidade para ouvir as reivindicações da população Jaminawa, que reside distante da cidade cerca de seis horas de barco motorizado. Sendo que este trabalho de levar atendimento médico aos ribeirinhos e indígenas, bem como ouvi-los suas demandas, é desenvolvido pelo parlamentar desde que assumiu a cadeira de legislador em 2015, fugindo da rotina do gabinete e ficando perto de quem mais necessita do apoio das autoridades, ou seja, os cidadãos que estão equidistantes da zona urbana.

Foram realizados mais de cem procedimentos médicos, incluindo exames de ultrassonografia e eletrocardiograma. O atendimento ocorre no momento na qual a saúde indígena passa por um momento de crise, sendo que o governo federal havia suspendido o repasse de recursos para as ações de saúde, levando centenas de indígenas a protestar contra à medida.

Para o cacique Durines Jaminawa a vinda do médico e deputado foi excelente, pois a comunidade pôde usufruir de exames que nem mesmo na cidade Assis Brasil é ofertado. Ressaltado também a importância dos parlamentares se fazerem presente nas comunidades rurais para ouvir a demanda da população. “ Estamos muitos felizes com esta ação de saúde, nossa gente pôde fazer exames que nem mesmo na cidade de Assis Brasil a gente tem acesso. Também é importante que os deputados venham ouvir as comunidades indígenas, os moradores rurais. Dessa forma. Conhecerá a nossa realidade”.

Jenilson Leite enfatizou que a população rural merece um olhar especial dos governantes, pois são os que mais sofrem com a escassez das políticas públicas, sendo que no tocante a saúde indígena o momento é preocupante. “ Nosso mandato tem estado presente nas comunidades rurais, ouvindo o povo e depois buscando a solução junto aos órgãos competentes. Com relação aos atendimentos de saúde, é uma marca do nosso mandato, levar saúde aos que mais necessitam. Sabemos da dificuldade que é conseguir um exame na rede pública. Também sabemos que a saúde indígena, que é de responsabilidade do governo federal, passa por crise, corte nos recursos para essa área, além dos três meses de suspensão para o SESAI realizar as ações. Uma situação preocupante”, afirmou Leite.

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Destaque 7

Fica ou sai? Permanência de médica em hospital é objeto de dois abaixo-assinados

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No município de Feijó, ocorre uma situação inusitada em relação a médica Sirlândia Maria Oliveira Brito. É que nas redes sociais existem dois abaixo-assinados quanto a permanência da profissional no Hospital Geral de Feijó.

Um dos abaixo-assinados pede a permanência da profissional na unidade de saúde.

Segundo a petição online, Sirlândia vem sofrendo retaliação e perseguição desde que denunciou que um falso médico, sem CRM, estava acompanhando uma cirurgia dentro do centro cirúrgico do Hospital Geral de Feijó. Após a denúncia, a Polícia Militar foi até o hospital e confirmou que Antônio Adinan Silva da Silveira, que não possui CRM e nem trabalha na unidade de saúde acompanhava uma cirurgia de cesariana.

A partir desse episódio teria tido início a perseguição contra a médica. . O motivo é que Adinan foi levado ao centro cirúrgico pelo próprio diretor técnico do Hospital Geral de Feijó, Romeu Charlin Ayala Caldeiron, conforma consta, inclusive, em boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Feijó.

“Eu só fiz a minha obrigação enquanto médica. O Dr. Romeu, como diretor técnico era quem deveria fazer isso, já que sabe que não pode. Mas, pelo contrário, ele era quem levava a pessoa sem CRM e que na verdade nem sabemos se realmente terminou o curso de medicina. E Isso já vinha acontecendo há mais de um ano. A partir disso começaram a me perseguir, criaram essa petição e querem minha transferência. A informação que tenho é que estão orientando até quem tem cargo comissionado a assinar esse abaixo-assinado. Eu sou concursada e estão me perseguindo”, afirma Sirlândia

Já um outro abaixo-assinado pede a substituição da profissional da unidade de saúde. A motivação seria, segundo a publicação, seu temperamento emocional agressivo com pacientes e colegas de profissão.

Outro fato curioso é que os dois abaixo-assinados têm quase o mesmo número de adesões, sendo pouco mais de 300 assinaturas.

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Destaque 7

Polícia prende assaltantes que roubaram barbearia na capital

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Uma ação rápida dos Policiais Militares do 4°Batalhão na noite desta sexta-feira (19) resultou na prisão de Mateus Rocha de Moura, de 20 anos, e Marcos Romão da Silva. Eles são acusados de invadir uma barbearia no bairro Abraão Alab em Rio Branco e roubar os pertences de funcionários e clientes.

De acordo com a Polícia Militar, a dupla adentrou o estabelecimento e um deles puxou um revólver e anunciou o assalto. Os criminosos fizeram as vítimas deitarem e roubaram, celulares, dinheiro e bolsas. A ação dos bandidos durou cerca de 2 minutos e em seguida fugiram do local a pé.

A Polícia Militar foi acionada e após colher as características dos assaltantes fizeram rondas e conseguiram avistar a dupla em via pública no bairro Boa Vista. Foi feita uma revista e em posse de Mateus e Marcos foram encontrado o revolver calibre 38 com 6 munições intacta e os pertences das vítimas.

Os assaltantes foram conduzidos à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os devidos procedimentos.

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