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Com um protesto por semana, caos e prejuízos são rotinas no Centro

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FOTO: SÉRGIO VALE

Não há semana que o Centro de Rio Branco não seja palco de alguma manifestação, protesto, bloqueio ou passeata neste ano de 2019. O trânsito trava, ninguém consegue sair do lugar e os prejuízos se acumulam. Levantamento do ac24horas mostra que já foram ao menos 12 manifestações no Centro da capital em 2019, o que dá um protesto a cada oito dias levando-se em conta a data da publicação deste texto, 14 de abril.

E esses protestos ocorreram pelos mais variados motivos e por diferentes segmentos sociais, mas todos afetaram o estudante, o empresário e o trabalhador comum que tiveram dificuldades de locomoção ou ficaram sem fluxo enquanto durava a pendenga. Neste começo de abril, por exemplo, familiares de presos fecharam a Avenida Ceará em frente à Praça Oscar Passos. Mulheres sentaram no asfalto e lá permaneceram para demonstrar contrariedade à redução das visitas íntimas nos presídios acreanos. “Vamos ter de dar a volta pelo Parque da Maternidade”, disse um motorista a uma passageira que questionava qual seria o itinerário. Quem estava esperando pelos ônibus no ponto do Estádio José de Melo teve de ir para outro lugar, já que as rotas foram todas desviadas. Para controlar o trânsito juntaram-se agentes municipais e estaduais, além da polícia Militar.

Os protestos têm sido tão rotineiros e gerando tais transtornos que o vice-governador do Estado, Wherles Rocha, pediu uma audiência com procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Acre, Kátia Rejane, para pedir o apoio do MP na busca de soluções para a recorrência dos protestos. Rocha disse ter informações que alguns bloqueios de vias públicas tem a coordenação do crime organizado

Na reunião com Kátia Rejane, Rocha destacou que o governo não quer tirar o direito que as pessoas têm de se manifestar, no entanto, é dever do Estado garantir o direito do cidadão de se locomover.

“Buscamos a colaboração do MPAC dando ciência da situação e aqui pactuamos a instauração de inquéritos e de investigações preliminares para avançarmos nessa demanda. Manteremos o Estado informado de todas as medidas que pretendemos tomar”, disse o vice de Gladson Cameli. A procuradora acatou e está avaliando a demanda.

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Destaque 6

Mineiro cai em ‘golpe do amor’ e resolve voltar a pé para MG

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Desempregado, sem dinheiro e sem moradia fixa, homem apostou a sorte em um namoro virtual para mudar de vida e só depois de viajar 4.441 km descobriu que foi vítima de um golpe.

Júlio Cesar da Silva, de 27 anos, é natural da cidade mineira de Juiz de Fora e conheceu uma mulher em Cruzeiro do Sul no Acre por meio de uma rede social, ele conta que o namoro virtual começou no natal de 2018 e depois de algumas conversas a mulher lhe convenceu a vir embora para a cidade acreana para viverem juntos.

Desde que chegou na cidade em Janeiro de 2019, Júlio conta que nunca viu a mulher com quem falava todos os dias. Quando tentou contato com ela por telefone foi tratado com desprezo e ignorado. Sem ter para onde ir o homem conta que ficou morando na rua até tomar a decisão de voltar para Minas Gerais depois de seis meses tentando conhecer a mulher com quem pensou que ia viver junto

“Ela me prometeu muitas coisas, eu estava confiante que tinha encontrado a pessoa da minha vida, minha vida ia mudar e depois de seis meses vivo esse pesadelo. Ela só falou comigo por telefone me tratou mal e nem quis me ver”, lamenta.

Ainda segundo Silva, chegou a ir até a casa da mulher amada, mas não a encontrou. “Ela me deu toda a segurança que íamos viver juntos, me deu todos os dados juntos de telefone dela, endereço da casa, mas acabou que ela me enganou,” conta entristecido.

Apesar da desilusão, César afirmou que não tem raiva da garota e quer que ela seja feliz. “Apesar do que aconteceu eu quero dizer para todas as pessoas e para a família dela que eu não tenho raiva dela e que nem penso em fazer mal a ninguém, só vim porque ela me chamou. Quero que ela seja feliz e siga a vida dela, apesar de não tê-la conhecido”, disse.

O mineiro não esperou ajuda e resolveu seguir a pé pela BR-364, na esperança de encontrar alguém que lhe dê uma carona para chegar até sua cidade Juiz de Fora.

 

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Destaque 6

Deputados apoiam que IEPTEC volte a ter nome de Dom Moacyr

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Durante a sessão desta terça-feira, 18, vários deputados da Assembleia Legislativa manifestaram pesar pelo falecimento do arcebispo emérito de Porto Velho, Dom Moarcyr Grechi.

Um dos parlamentares que subiu a tribuna para falar do líder religioso católico, foi Jenilson Leite (PCdoB) que apresentou um requerimento e um projeto de lei para que Instituto de Educação Profissional e Tecnológica (IEPTEC), antigo Instituto Dom Moacyr, volte a ter o nome do nome do líder católico.

O parlamentar argumentou que a mudança do nome ocorreu devido o governo o atual governo usar como parâmetro a lei federal 6.454/1977, que proíbe atribuir a logradouros e monumentos públicos o nome de pessoas vivas.

“Nesse caso, como o Dom Moacyr faleceu, nada mais do que justo essa homenagem a ele pelo bem que já fez ao Acre”, pontuou o deputado.

Os deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB), Daniel Zen (PT) e Gerlen Diniz (Progressistas) apoiaram a matéria.

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