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Médico Eduardo Veloso é indiciado por homicídio culposo na morte de Maicline Borges

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A Polícia Civil do Acre concluiu em inquérito que o médico Eduardo Veloso foi o causador do acidente que vitimou a jovem Maicline Borges, de 26 anos, que morreu no dia 12 de janeiro deste ano durante um acidente de moto aquática no Rio Acre – capital acreana, enquanto navegava nas águas com sua irmã, o médio e o empresário Otávio Costa.

O delegado Karlesso Nespoli, que esteve à frente do caso, declarou nesta sexta-feira, 12, que o empresário Otávio não teve culpa na tragédia. Segundo a Polícia Civil, o médico Eduardo Veloso foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Para concluir o inquérito, a Polícia realizou uma perícia complementar no local em que aconteceu o acidente, além de ouvir testemunhas.

“Observamos as dimensões do rio, as curvas. E com o laudo complementar, aliado com as provas testemunhais, ao laudo de danos dos veículos, conseguimos finalizar o inquérito”, esclarece Nespoli.

Para o delegado, o que ocorreu trata-se de uma fatalidade, um acidente em que os envolvidos não tinham intenção de matar. O inquérito já foi encaminhado à justiça.

Investigação

As investigações da Polícia Civil apontam que Maicline estava na garupa da moto aquática que era pilotada pelo empresário Otávio Costa. Em outro jet sky, estava o médico Eduardo Veloso e a irmã da vítima. Segundo o delegado, os dois veículos se chocaram. Nesse momento, a jovem acabou perdendo uma das pernas.

Maicline Borges ainda chegou a ser socorrida, mas morreu logo após dar entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco.

Tragédia

O laudo da perícia criminal destaca que regras de tráfego fluvial foram descumpridas durante o corrido que culminou na morte da jovem. “Conseguimos constatar que o acidente teria ocorrido pelo lado a bombordo do rio, como num acidente de trânsito, em que alguém entra na contramão e colide com outra pessoa”.

 

 




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Calegário suspeita que colegas estejam em lista de propina da Energisa

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O deputado Fagner Calegário (PV) fez ontem, a acusação mais grave neste início de debate da “CPI DA ENERGISA”, ao jogar no ar a suspeição de que parlamentares estariam numa suposta lista de propina da empresa para amolecer. Ou fala os nomes ou a acusação cai no descrédito. No Blog do Crica de hoje o jornalista Luis Carlos Moreira Jorge pergunta ao deputado: “Quais são os [DEPUTADOS] propineiros? Segundo o jornalista, a acusação de tamanha gravidade se faz com provas em mãos. Leia blog AQUI




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Bestene diz que deputados a favor da CPI jogam para plateia

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FOTO: SÉRGIO VALE

O primeiro deputado da base de Gladson Cameli a discursar na Aleac foi José Bestene (PP). Contrário à CPI, Bestene afirmou que os deputados que assinaram o pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito jogam para a plateia.

O progressista afirmou que o alto valor do ICMS precisa ser colocado na conta do ex-governador Jorge Viana que aumentou a alíquota de 17% para 25%.

Bestene disse ainda, fugindo completamente do assunto da CPI, que as condições atuais do Acre é culpa da gestão passada e que há diversos outros assuntos que podem render uma CPI, citando como exemplo os investimentos na Zona de Processamento de Exportação (ZPE), uma clara provocação ao deputado Edvaldo Magalhães, secretário de indústria do governo de Sebastião Viana, idealizador da ZPE, que nunca saiu do papel.

Bestene, como se diz no ditado popular “deu a cara à tapa. Foi, como se esperava, vaiado pelos manifestantes e chamado de “inimigo do povo”. Mesmo assim foi o único parlamentar da base do governo, que é contrário a CPI, a se posicionar.




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