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Mães denunciam superlotação na Maternidade e falta de leitos

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Ao menos cinco grávidas reclamaram que a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, está superlotada e não consegue realizar os devidos procedimentos nas pacientes por falta de leitos. A própria direção do hospital confirmou o alto fluxo de pacientes. É o caso da gravida que não quis se identificar, de 30 anos, que alega ter passado mais de dois dias com um feto no útero, deitada nas cadeiras de espera da Maternidade.

Segundo o amigo dela, que acompanhou seu sofrimento, ela realizou uma ultrassom na última quinta-feira, 4, e obteve o triste resultado que o seu bebê de 4 meses estava sem vida. “E desde então ela está aqui na Maternidade deitada nas cadeiras, porque não conseguiu leito para o procedimento de retirada do feto”.

Ele destaca que além do abalo psicológico sofrido pela mãe, em perder o bebê, a grávida também sofreu muito devido as fortes dores que sentia, sem poder ser medicada, pois aguardava na sala de espera do hospital.

“Assim como ela, têm várias outras mulheres esperando pelo mesmo procedimento. Inclusive três mulheres com os bebês gêmeos sem vida na barriga”, disse o denunciante.

Imagens mostram a situação da jovem mãe na sala de espera da Maternidade.

Fluxo atípico

Procurado pela reportagem do ac24horas, o diretor da Maternidade Bárbara Heliodora afirmou que maternidade teve um fluxo atípico, principalmente nessa sexta-feira (5). “Muitos pacientes procurando atendimento, porém todos foram atendidos”, disse Dr. Wagner Bacelar.

Segundo ele, não procede a informação de que mães ficam deitadas em cadeiras de espera. “Quanto a paciente denunciante, a mesma chegou pela manhã de sexta-feira na maternidade com feto morto e foi atendida em tempo hábil, submetida a todos os exames pertinentes ao caso, inclusive exame de ultrassonografia que confirmou o óbito fetal intraútero”.

A direção informou que Rafaela foi internada pelo médico plantonista e já se encontra no leito, recebendo toda a assistência necessária.

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Acre

TCE multa prefeito por aumentar despesa com comissionados

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O prefeito da cidade de Bujari, Romualdo Araújo (PCdoB) foi multado pelo Tribunal de Contas do Acre para pagar R$ 14 mil. A Diretoria de Auditoria Financeira e Orçamentária (Dafo) do TCE Acre apurou em uma inspeção que o gestor do município é o responsável pelo aumento da despesa total com pessoal, que se encontra acima do limite máximo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), no 3º quadrimestre de 2017. A penalidade foi divulgada na edição desta terça-feira, do Diário Eletrônico de Contas.

O Tribunal determinou ainda a notificação de Romualdo de para que reconduza as despesas de pessoal para o patamar exigido, conforme artigo 23, da Lei de Responsabilidade Fiscal, tendo em vista o limite está em 58,48%.

Ainda segundo a publicação, o Dafo deverá acompanhar as medidas a serem tomadas pela Prefeitura. A decisão do TCE será ainda enviada para Câmara Municipal do Bujari para conhecimento dos parlamentares.

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Acre

Empresário denuncia dívida de mais de R$ 300 mil da Sesacre

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O empresário Paulo Henrique, diretor da Digicópias, resolveu desabafar em relação ao contrato que sua empresa tem com a Secretaria Estadual de Saúde para prestação de serviço de impressão e disponibilização de equipamentos e suprimentos.

Sem receber desde dezembro, o empresário perdeu a paciência. Tendo para receber mais de 300 mil reais da Sesacre, Paulo afirma que não tem mais como atender o contrato. “Eu não tenho mais como atender esse contrato. Na sexta-feira, meu fornecedor de papel, onde eu devo mais de 70 mil reais, me disse que não me vende mais papel. O meu fornecedor de toner e peças também me disse a mesma coisa”, afirma Paulo.

O empresário diz que o objetivo é que o vídeo se espalhe e que alguém da Sesacre resolva pagar o que lhe é devido. “Se não me pagarem dezembro do ano passado, maio e junho eu não tenho como atender mais. Não vou comprometer o capital da minha empresa por um contrato em que tudo que me pediram, eu fiz. Eu nunca recebi uma posição sobre o meu débito de dezembro”, diz Paulo.

Acostumado com promessas, Paulo diz que só volta a atender com o dinheiro em caixa. “Não adianta me ligar, me prometer. Na hora que o dinheiro estiver na conta, aí eu vou pagar as dívidas e vou comprar os produtos necessários para atender vocês. Caso contrário, infelizmente, não vamos atender mais.

A Secretaria Estadual de Saúde foi procurada, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Veja o vídeo:

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