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Secretário Paulo Wadt desativa laboratório de melhoramento genético do Acre

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O único laboratório de melhoramento genético do Acre será desativado pelo secretário Paulo Wadt. O espaço, montado no campus da Embrapa, na rodovia BR-364, foi inaugurado em 2008, pelo então governador Binho Marques. A decisão foi confirmada pelo gestão, que não vê futuro no espaço.

O laboratório é estruturado para projetos de fertilização in vitro e transferência de embriões e de inseminação dos animais. No loca, há pelo menos 20 vacas de propriedade do Governo do Acre que são utilizados para os trabalhos no local. Quando inaugurado, o laboratório recebeu o nome de Estação de Melhoramento e Difusão de Genética Animal (EMDGA).

O espaço, que estaria subutilizado desde o ano de 2018, tem equipamentos de ponta que, agora, devem ser repassados à Embrapa, que não tem nenhum projeto no mesmo sentido dos que são desenvolvidos pelo governo acreano. Ao todo quatro profissionais veterinários atuam no laboratório, segundo contou um servidor da Secretaria de Produção e Agronegócio (Sepa).

“A verdade é que o governador diz à imprensa que quer melhorar o agronegócio no estado, mas esse laboratório, que é importante para isso, para pesquisas, para fertilização, para ajudar o produtor, não vai mais funcionar. O governo investiu dinheiro aqui, mas agora vai ser tudo jogado no lixo. O pior é que a Embrapa não tem interesse nesse laboratório”, diz uma assessora da Sepa.

Quando criado, o laboratório tinha alguns propósitos, entre eles a continuidade dos trabalhos realizados na área de manejo, alimentação e sanidade de rebanho bovino e ainda do trabalhar o melhoramento genético visando inserir qualidade nos rebanhos leiteiros. A primeira meta era atingir até 400 produtores a cada 24 meses. Proposta que, segundo Wadt, não vingou.

“Aquele laboratório, em 10 anos de funcionamento, não atendeu nem um por cento do projeto inicial. Ali não se produz absolutamente nada. Virou ali um elefante branco. Não tem nenhum benefício. A alegação era que seria útil à pecuária, mas já tentamos até colocar em leilão, mas ninguém tem interesse. O Estado tem que cuidar da sua função. Na situação que está hoje, só está gerando encargos”, comenta o gestor.

Entenda a EMDGA

A EMDGA foi construída na Embrapa Acre com recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Acre Contrato BID 1399/OC-BR. O projeto foi desenvolvido visando o aspecto sócio-econômico, através das biotecnologias da reprodução animal que possibilitam o incremento na renda familiar e motivação da permanência das famílias de agricultores no campo.

Para chegar a esses objetivos, são utilizadas tecnologias de Inseminação Artificial (I.A), Transferência de Embriões (T.E), Fecundação In Vitro (FIV), sexagem de embrião e formação de bancos de sêmen e embriões. Este ano houve a aquisição de 25 vacas da raça GIR para que a produção dos embriões desenvolva animais adaptados às condições climáticas do Acre e tenham alta produtividade leiteira.

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TCE reprova contas de Jackson Marinheiro e pede R$ 1 milhão a ex-gestores da Emurb

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O Pleno do Tribunal de Contas do Acre (TCE/AC) reprovou a prestação de contas da Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb), exercício 2014, quando a empresa era administrada pelo então diretor-presidente, Jackson Marinheiro. Além de superfaturamento, o TCE/AC percebeu problemas em contratos assinados pelo gestor.

Na lista de irregularidades, apontam os técnicos da Corte de Contas, houve superfaturamento em um contrato de R$ 16 milhões, assinado com a Secretaria Municipal de Obras (SEOP) para a recuperação de ruas da capital acreana. Houve ainda problemas na contratação de pessoal sem experiência ou publicidade de seleção.

Com as irregularidades percebidas, os conselheiros do TCE deram 30 dias para que Marinheiro devolva aos cofres do Município a quantidade de R$ 977,3 mil, e pague multa de R$ 357,00 por cada contrato assinado durante a gestão, de forma irregular. Funcionários comissionados teriam sido pagos com recursos de outras áreas.

No acórdão da Corte, também estão arrolados os ex-diretores Administrativo e Financeiro e de Operações, Jorge Ney Fernandes e José Carlos Silva Fernandes, que atuaram juntamente com Marinheiro no comanda da instituição municipal. Os três também vão pagar multa acessória de R$ 3,5 mil.

Além de pagar quase R$ 1 milhão, Marinheiro precisará custear mais de R$ 97 mil, em forma de multa, nos termos do artigo 88 da Lei Complementar nº 38/1993. O prejuízo com os servidores irregulares, em 30 dias, foi de R$ 29.631,00, e também tem prazo de 30 dias para ser pago ao Município.

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