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TJAC fecha parceria para novas atividades aos reeducandos

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O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) fechou nova parceria social destinada aos reeducandos com processo criminal em andamento na Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas (Vepma) de Rio Branco. A parceria foi feita com a Comunidade São Marcos, da Cidade do Povo, nesta quarta-feira, 20.

Com o acordo, os reeducandos em regime aberto e alternativas penais, moradores do bairro, terão de participar, obrigatoriamente, de algumas atividades desenvolvidas pela comunidade religiosa e terão que ajudar com mão de obra no local como, por exemplo, na manutenção da horta e capinagem.

“As parcerias são fundamentais para instrumentalizar as ações. É uma política pública institucional, que o Tribunal de Justiça coloca em prática através de diversas atividades”, disse a juíza-auxiliar da Presidência, Andréa Brito, que esteve na Cidade do Povo acompanhada do diretor de Gestão Estratégica do TJAC, Euclides Bastos, e da equipe multidisciplinar da Vepma.

A juíza, que também é titular da Vepma de Rio Branco, ressaltou que esse formato de penas é para os reeducandos adquirirem conhecimento e buscar mecanismos para que eles se reintegrem no mercado de trabalho, à sociedade e às famílias.

“É uma alegria muito grande participar desse projeto. É um projeto que vemos resultado, pois a reincidência é muito baixa”, completou.

O padre Massimo Lombardi, coordenador da comunidade, apresentou as ações sociais feitas pelo centro e se dispôs a apresentar projetos, para avaliação por parte do Poder Judiciário Acreano, para a comunidade ser beneficiada pelo fundo das penas pecuniárias.

“Toda quarta-feira fazemos um almoço comunitário. Muitas famílias carentes participam. Hoje foram cem pessoas. Temos ainda dois grupos de aula de violão. Toda essa atividade é feita por meio de parcerias com instituições privadas, o Mercale doa alguns alimentos, e públicas. O TJAC só vem somar esse trabalho social que fazemos em prol das famílias”, enfatizou.

Caso o projeto seja aprovado para receber benefício do fundo das penas pecuniárias, a Comunidade São Marcos pode ter as atividades ampliadas para oferecer cursos profissionalizantes aos frequentadores. (GECOM-TJAC)

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Acre só tem uma aposta vencedora na Mega-Sena em 24 anos

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Uma única aposta desde que a Mega-Sena foi criada em 1996 ganhou o prêmio principal no Acre. O desempenho acreano corresponde a 0,16% das apostas vencedoras no País ao longo da história,, somando R$6.796.888,03. O sortudo fez a aposta na Lotérica Vitória, no bairro Cidade Nova, no concurso da Virada 2018/2019. Ele acertou junto com vários outros.

O Estado de São Paulo, com 184 apostas ganhadoras, foi o que mais levou o prêmio (total de R$2,98 bilhões), segundo o portal megasena.org.

Em todas as loterias, existem os números que mais saem. Eles são chamados de números quentes e podem ajudar a você montar jogos com mais chances de acerto. Isso não quer dizer que usando esses números você vai acertar todas as dezenas da Mega Sena. Na verdade, significa que você terá, estatisticamente, mais chances de acertar comparado ao fazer jogos aleatórios. Convenhamos que já é um passo a frente da maioria das pessoas que jogam pela sorte.

E assim como existem os números quentes, também existem os números frios, que saem menos.

O sorteio deste sábado (18) não teve ganhador e o prêmio acumulou em R$12 milhões para a próxima quarta-feira.

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Destaque 6

Mais de 4,9 mil assentados esperam pela titulação no Acre

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No Acre, 4.921 produtores rurais e extrativistas aguardam a titulação de seus imóveis. O grupo se enquadra em uma situação especial já que na maior parte se encontra em assentamentos ambientalmente diferenciados (nos quais estão inseridas as reservas extrativistas, florestas e áreas de uso coletivo por comunidades tradicionais). A organização A Pública usa dados de uma pesquisa sobre o avanço da titulação nesse modelo de assentamento produzida por Juliana Malerba, assessora da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), e Girolamo Treccani, professor da Universidade Federal do Pará (UFPa) e especialista em direito agrário.

“Nos 12 anos alcançados pela pesquisa em 126 assentamentos diferenciados, 35.094 contratos de titulação individual foram assinados, 98% deles, ou 34.695, na Amazônia, em áreas em que as populações lutam para manter os direitos coletivos e pela criação de assentamentos especiais. Amazonas, com 19.598 títulos outorgados, e Acre, com 4.921, lideram a corrida pela emissão de títulos individuais”, diz a ONG, que teme pela redução a níveis muito baixos do programa de reforma agrária no Brasil.

Saiba mais em:  https://apublica.org/2019/05/mais-terras-publicas-para-o-mercado-menos-areas-coletivas/

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