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Galvez vence Atlético Acreano nos pênaltis e é campeão do primeiro turno

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Em um jogo extremamente disputado como são quase todas as decisões, Atlético Acreano e Galvez entraram em campo na noite desta quinta-feira, 21, em busca do título do primeiro turno do Campeonato Acreano 2019.

Logo aos 9 minutos de jogo, Jô aproveitou a sobra da bola dentro do área e abriu o placar para o Galvez. E assim foi a primeira etapa, com muita disposição e pouca inspiração dos ataques.

Na volta dos vestiários parecia que o Imperador iria ter vida fácil, já que Marquinhos foi expulso aos 28 minutos. Só que mesmo com um jogador a menos, dois minutos depois, o Atlético mostrou a força de seu elenco e de sua camisa ao buscar o empate com um belo gol de Careca.

Final de jogo em 1 a 1 e decisão na cobrança de pênaltis.

No momento decisivo apareceu a experiência do goleiro Máximo, que defendeu o pênalti cobrado dor Careca que tinha feito o gol de empate, e a precisão dos jogadores do Galvez que acertaram todas as penalidades.

Festa do time comandado pelo treinador Zé Marco e da torcida do Imperador.

Com o título do primeiro turno, o Galvez se garante na decisão do Acreano 2019.

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Cidades

Casa é totalmente destruída por incêndio em Feijó

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Uma casa de madeira foi completamente destruída pelo fogo no bairro Zenaide Paiva, em Feijó, cidade localizada a 364 quilômetros da capital Rio Branco. Não houve feridos. O fogo consumiu a residência na madrugada deste sábado (14). Segundo informou o Corpo de Bombeiros, ainda não há resposta concreta do que deve ter acontecido para o fogo atingir o imóvel.

O prejuízo material foi total, mas ninguém ficou ferido. Segundo informações dos bombeiros, na hora do incidente, não havia pessoas na casa. Foram realizados trabalhos de resfriamento nas paredes das casas vizinhas para evitar que as chamas se alastrassem. Nada se salvou do fogo na residência.

O Corpo de Bombeiros trabalha com a hipótese de que o incêndio tenha sido provocado por um curto circuito na rede elétrica.

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Cidades

Vai para a parada gay no Acre? Saiba o que você pode ou não fazer

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Você é daqueles que passa o ano todo esperando a Parada do Orgulho LGBT? Então se prepare que neste domingo, 15, é dia de espalhar alegria e cores pela cidade de Rio Branco.

O evento que é parte da 14ª Semana da Diversidade e Parada do Orgulho LGBT do Acre, cujo tema em 2019 é “Direitos humanos para todas as pessoas”, e todos os anos reúne milhares de pessoas, acontece neste domingo com concentração a partir das 15 horas em frente ao Colégio de Aplicação da UFAC, no centro de Rio Branco.

Mas para que o evento seja só de festa, plumas e paetês, a organização divulgou um manual do que é e não é legal. O ac24horas apresenta as dicas para que você caia na folia sem passar dos limites.

Saiba o que é NÃO É LEGAL

– Atentado ao pudor (andar nu ou seminu): a manifestação é colorida e o adereço mais confortável é uma fantasia babadeira, afinal, criatividade é a moda do momento;

-Atos obscenos prejudicam, principalmente, a participação das crianças. Sexo é melhor no reservado – e com segurança;

-Brigas ou agressões estão fora de moda. O evento é festivo, cultural. Conte até 10 e faça de sua participação uma luta pela paz;

-Levar bebida alcoólica em garrafas de vidro: garrafas de cerveja e destilados podem servir de arma. Se cair e quebrar, machucarão outros participantes;

-Drogas ilícitas não são legais para ninguém, não fazem bem à saúde e são alvos de lei de proibição, sendo que o cidadão poderá responder criminalmente por exageros ou comercialização;

– Bebida e Direção: Existem outros meios de transporte para ir e voltar do evento. Se beber, não dirija. Sua vida é mais importante!

O que É LEGAL na Parada?

– Toda manifestação de paz;

– Toda e qualquer manifestação de carinho;

– O seu cartaz, sua faixa, seu abadá, sua fantasia, sua forma de reivindicar seus direitos;

– A participação de seus familiares, pois ajuda na manifestação da luta no enfrentamento à discriminação;

– O respeito aos outros participantes;

– A sua participação, que vem ajudar com que possamos cobrar e reivindicar políticas afirmativas no enfrentamento à discriminação e LGBTfobia.

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