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TJAC inicia tratativas para contratação de jovens com Down para área administrativa

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Às vésperas de ser comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down, em 21 de março, o presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, iniciou tratativas para contratação de jovens com down para a área administrativa do Poder Judiciário Acreano.

O desembargador-presidente se reuniu com a representante do Centro Dom Bosco, Débora Santos, nesta terça-feira, 19, para avaliar a possibilidade e ficou acordado que, já nesta semana, será iniciado o processo de contratação. A medida faz parte das ações de inclusão social do TJAC.

“Nesse primeiro momento, a conversa foi para debater o perfil deles com as atividades a serem exercidas. O TJAC apoia a inclusão e queremos mostrar para a sociedade de que todos têm direitos iguais e podem crescer num ambiente que beneficie a todos”, disse o desembargador-presidente.

Na reunião, participaram ainda a juíza-auxiliar da Presidência, Andrea Brito, o diretor de Gestão Estratégica, Euclides Bastos, e a diretora de Gestão de Pessoas, Ana Poersch.

Ficará a cargo do Centro Dom Bosco selecionar os jovens com o perfil que se enquadre nas atividades que eles executarão.

Síndrome de Down

A síndrome de down não é doença, mas uma alteração genética causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. Apesar de limitar algumas atividades, as pessoas com essa condição podem e devem seguir trajetórias acadêmica e profissional. (GECOM-TJAC)

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Secretária de gestão nega suspensão de pagamentos para empresas terceirizadas

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Após a repercussão negativa da reportagem publicada por ac24horas tratando da decisão unilateral da Secretaria de Gestão Administrativa poderia gerar fechamento de empresas e gerar milhares de desempregados, a titular da pasta, Maria Alice, afirmou por meio de nota que é inverídica a informação.

A secretária informou que o Ofício Nº 021/2019, encaminhado pela Seplag a todas as secretarias do estado, refere-se estritamente ao reajustamento financeiro de contratos de prestação de serviços, obras e ações financiadas com recursos de operações de crédito/convênios, sendo necessário, portanto, a suspensão temporária de pagamentos e procedimentos administrativos.

“Dessa forma, a medida não se estende a todas as empresas. Também não trata-se de uma ameaça ao empresariado acreano e, consequentemente, a geração de emprego e renda para a população. Reafirmamos, ainda, o compromisso do Governo do Estado do Acre com o desenvolvimento social e econômico da região através dos incentivos necessários a classe empresarial e ao setor produtivo, atuando no sentido de melhorar o fluxo de tramitação dos processos de pagamentos do setor”, disse Maria Alice.

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Após SGA suspender pagamento, mais de 2 mil pessoas podem ficar sem emprego

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O deputado Fagner Calegário (sem partido) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre para se manifestar contrário a decisão unilateral da secretária de gestão administrativa, Maria Alice, que determinou a suspensão de qualquer pagamento e o andamento de processos administrativos das empresas terceirizadas.

“Me falta palavras para vir aqui dizer que acaba de ser noticiado. Na terça falávamos de responsabilidade, que precisamos votar com responsabilidade o impacto da criação de novas CECs poderia criar o impacto financeiro. Criamos 450 vagas de trabalho para o chefe da Casa Civil e estamos aqui a beira de gerar mais de 2 mil vagas de desemprego. Hoje somos o Estado onde o desemprego mais cresceu. Como não bastasse a herança da gestão passada, a nova gestão fala em alinhar, precisa verificar, diz que tá sem dinheiro, mas cria centenas de cargos”, desabafou o deputado que é empresário da área de terceirização.

Calegário diz que mais uma vez está vendo a iniciativa privada bancar o governo do Estado. “Ai essa balança vai ter que pender para o outro lado. O estado vai inchando. Eu gero desemprego, mas preciso apadrinhar alguns. Agora tem que ser técnico, não pode fazer mais terrorismo na rede social. Mais uma vez a classe empresarial é deixada de lado pelo Estado. Mais vez fechamos empresas e o desemprego vai disparar”, pontuou.

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