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O governo de Gladson e a Nova Florestania: um estudo de caso? Será isso? Como solucionar?

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Desde o belíssimo Crôa – Dona Chaguinha, moradora, e as feras aquáticas que povoam as profundezas daquele misterioso rio – o Acre parece translúcido com os mandatários chefiando pelas redes sociais. Nada de novo, pois está virando costume global.

Das feras não virtuais que o governo tem enfrentado o meio ambiente esturra como onça em pé de serra, às vezes, mas na maior parte do tempo mia como gato de rua ante as piadas produzidas até mesmo por quem poderia ser aliado. O advogado Lauro Fontes, por exemplo, cunhou a expressão “New Florestania” “Neo Florestania” ou Nova Florestania para definir as pretensões de Gladson Cameli na área ambiental: será que o governador maquiou a velha Florestania do PT e a vende como se fosse matéria-prima para o seu agrobusiness?

Lauro pega no pé do Rafael Bastos, secretário de Planejamento. “Ele é responsável por pensar o governo, sinalizar como será a vida dos acreanos. Ele vem a público e diz que vai trazer de volta a Florestania”, diz Lauro em seu programa no Facebook, o Papo Reto. “O futuro que nos acena é o mesmo do passado”, completou o advogado.

Será isso mesmo? E como solucionar?

A semana começa como sempre iniciam todas as semanas da gestão: muita indagação pouca resposta. Mas a comunicação está sendo reforçada…

Bom restabelecimento, governador.

Boa semana, colegas.

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Nenhuma cidade do Acre aderiu ao programa de escola cívico-militar, diz relatório do MEC

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Nenhuma prefeitura do Acre manifestou-se pela adesão ao programa de escolas cívico-militar anunciado no início de setembro pelo Ministério da Educação. As prefeituras perderam o prazo estipulado pelo MEC.

O Governo do Estado, porém, fez a adesão e irá implantar duas novas unidades em Sena Madureira e Brasiléia através do programa federal. O meta do governador Gladson Cameli, no entanto, é levar esse modelo de ensino para todas a maioria das cidades acreanas ao longo do mandato.

O resultado preliminar da adesão divulgado no começo da semana pelo MEC. No total, 643 prefeituras se inscreveram no programa, o que representa 11,5% dos municípios brasileiros. Dentre os inscritos, 290 são de cidades da Região Nordeste.

De acordo com o ministro Abraham Weintraub, a adesão pode crescer nos próximos dias. “Muitos municípios aderiram usando o serviço dos Correios. Acreditamos que mais cartas de adesão de municípios [mais distantes] devem chegar ao MEC”, disse. De acordo com o relatório divulgado pelo MEC, Acre e Amapá ainda não tiveram nenhum pedido de adesão confirmado.

O ac24horas consultou a Secretaria de Estado da Educação sobre a não adesão das prefeituras. “Não temos controle sobre a decisão das prefeituras. Por isso, não nos cabe comentar”, informou a SEE por intermédio da assessoria de imprensa.

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Destaque 3

DPVAT indenizou 45 crianças e adolescentes por acidentes de trânsito no Acre em 2019

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Segundo a ONG Criança Segura, o deslocamento de automotores é a principal causa de ocorrências fatais entre crianças de 0 a 14 anos. No Acre, 45 crianças e adolescentes receberam o seguro DPVAT de janeiro a setembro deste ano.

Os números do Seguro DPVAT refletem esta realidade. No total, 9.865 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos foram indenizados em função de ocorrências durante o tráfego de veículos em todo o país, ou seja, uma média de 36 vítimas por dia. Os dados ainda mostram que a maioria ficou com algum tipo de sequela permanente após o acidente: cerca de 70% (ou 6.933) das indenizações foram pagas por invalidez.

Além do elevado número de crianças e adolescentes que ficam com alguma invalidez permanente, os dados nacionais chamam atenção para um alto índice de atropelamentos, já que a maioria dos acidentados estava na condição de pedestre no momento do sinistro, concentrando 58% dos pagamentos. Ainda assim, as estatísticas envolvendo passageiros são elevadas. As crianças que estavam dentro do veículo durante a ocorrência concentraram cerca de 42% das indenizações pagas. O percentual indica um quantitativo de 4.125 pagamentos para a faixa etária.

As estatísticas por tipo de veículo mostram que as motocicletas são as principais responsáveis pelos acidentes. De janeiro a setembro, foram pagas mais de 5 mil indenizações por ocorrências envolvendo o veículo de duas rodas. Os automóveis ocupam a segunda posição, concentrando 3.461 sinistros. Os caminhões e pick-ups aparecem na sequência, com 572 pagamentos. Já os ônibus, micro-ônibus e vans, e os ciclomotores apresentam 345 e 49 seguros, respectivamente.

Entre os estados com mais sinistros pagos, Minas Gerais se destaca, com mais de mil indenizações pagas a crianças envolvidas em acidentes de trânsito. Na sequência, estão São Paulo (985), Ceará (717), Paraná (626) e Maranhão (588). Distrito Federal (47).

O Acre e Amapá, com 23 indenizações pagas registraram as estatísticas mais baixas.

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