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Após ser exonerado, Rogério Wenceslau diz que foi enganado e que governo de Gladson “é fraco, confuso e sem rumo”; saiba mais

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O jornalista Rogério Wenceslau, que neste final de semana deixou de ser o Porta-Voz do governo de Gladson Cameli, usou as suas redes sociais para justificar sua saída do primeiro escalão do Estado. O comunicador afirmou que entrou no governo por mérito próprio e sem indicação de partido político. “Eu entrei nesse governo por mérito próprio, não por indicação de partido nem de político algum, (eu nem estou filiado a partido). O que me levou para o governo foi o meu sucesso profissional como jornalista, não devo nada a ninguém, a não ser satisfações ao contribuinte”, disse.

Ainda em seu texto, Wenceslau revelou que nunca foi “porta-voz” do governo. “Esse cargo não existe na estrutura do governo. Me prometeram esse cargo, me enganaram. Depois me prometeram uma assessoria especial, me enganaram de novo. Depois me ofereceram uma diretoria, aí eu aceitei porque senão eu ia terminar sem nada”, lamentou o jornalista, afirmando ainda que se submeteu a “humilhação” porque já tinha pedido demissão do emprego na Tv Gazeta. “Tenho família para sustentar, e também porque o governador me garantiu que ia corrigir isso, o que não fez, é claro”, disse.

Rogério afirmou que trabalhou quase um mês sem receber nada, e no mês que já estava nomeado, o salário que recebido foi como “diretor”, metade do valor que prometeram quando foi convidado para compor o governo como “porta-voz”. “Da parte do governo para comigo foi uma fraude em todos os sentidos. Mesmo assim, de minha parte, cumpri com minha obrigação, e o fiz com zelo e dedicação, como tudo que faço. Quem quiser confirmar pergunte aos repórteres com quem eu conversava todos os dias”, revelou.

“Apesar de estar no alto escalão do governo, não concordava com os erros e trapalhadas que a sociedade está assistindo, atônita, desde o início. Bati de frente com aqueles de dentro do governo que tem interesses particulares e tentam manobrar as coisas em benefício próprio. Também bati de frente com os de fora, que também tem interesses escusos, e tentam barganhar através de chantagem. Isso fez de mim uma ameaça ambulante para muitos, e desagradou o governador, por isso ele me exonerou”, disse o jornalista.

Demonstrando mágoa, Wenceslau acusou o governo de Gladson Cameli de ser “fraco, confuso e sem rumo que ainda não mostrou a que veio, e se continuar assim vai ser um fracasso completo”.

“Este governo está cheio de incoerência, deslealdade entre os que o compõe, e principalmente, está cheio de gente despreparada para os cargos que ocupam. O resultado é que as coisas no Acre, no que depende do governo, atualmente estão piorando ao invés de melhorar, alguém duvida?”, questionou o jornalista.

“Tudo que diz respeito ao governo é do interesse público, e qualquer um de seus servidores tem a obrigação legal e o dever moral de defender as práticas republicanas. Falando em nome do governo jamais iria compactuar com qualquer coisa que minha consciência desaprovasse. Sempre agi pensando no interesse coletivo, paguei o preço. Saio limpo e de cabeça erguida, como em todos os desafios que enfrentei até hoje. Lamento que este governo tenha começado no rastro do que o antecedeu, fingindo, enganando e maltratando a população. Eu sou prova viva disso! Não falo só por mim, observem tudo o que está acontecendo e vão me dar razão. Uma coisa que começa errada não tem como terminar certa, e isso nada tem a ver com “ainda está no começo”, só um tolo não enxerga!”, explanou.

O ex-apresentador da TV Gazeta diz ainda que “vão dizer que eu só falo isso agora porque fui exonerado. Mais é o contrário, eu só fui exonerado porque essa sempre foi minha opinião, e não vai mudar por causa de salário, cargo, ou para agradar o governador ou quem quer que seja”.

“Por último, antes de decidirem por me exonerar, me ofereceram uma SEC 7, para eu deixar de ser o “porta-voz” e ficar quieto, parar de incomoda-los, ou constrange- los. Eu fiquei com vergonha alheia nessa ocasião. Eles realmente não me conhecem… Graças a Deus fui exonerado, para mim a benção, nesse caso, foi ter saído, ao invés te ter ficado. Se tiver mais algum destemido como eu, que zela pelo nome e a reputação que tem, vai pedir para sair ou dar um jeito de ser exonerado, porque o ambiente é caótico e moralmente insalubre. Eu não preciso disso para viver! Enquanto lá estive fui muito boicotado, e ajudado também por alguns, poucos, a quem sou grato. No governo incomodei muita gente sem escrúpulos, aqui fora, como jornalista, vou incomodar muito mais”, finalizou.

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Destaque 3

Estudantes que tiveram pedido de isenção da taxa do Enem negado já podem recorrer

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Os candidatos que tiveram o pedido de isenção da taxa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) negado podem recorrer até sexta-feira, 26. O processo pode ser feito exclusivamente pelo site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – enem.inep.gov.br/participante.

Para recorrer é preciso enviar os documentos exigidos no ato da inscrição. O Inep disponibiliza uma série de documentos para cada caso. A lista pode ser consultada no edital do exame e também na página do órgão.

Tem direito a isenção, estudantes que estejam cursando o último ano do ensino médio na rede pública de qualquer parte do país. Além de candidatos que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas ou como bolsista integral na rede privada.

Podem conseguir o benefício ainda, candidatos com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio, por pessoa. Cidadãos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal, também têm direito a isenção.

O Enem é a porta de entrada para as universidades públicas brasileiras. Com a nota do exame ao estudantes podem ainda conseguir bolsas para cursar faculdades em instituições particulares, conveniadas em programas federais.

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Destaque 2

Prefeitura de Rio Branco será investigada pelo MPE devido às condições de ramais

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A denúncia de um morador fez com que o Ministério Público do Estado (MPE/AC) instaurasse um inquérito civil público para investigar a suposta omissão da prefeitura do município de Rio Branco para com a manutenção e conservação de dois ramais situados na Estrada do Quixadá.

Trata-se dos ramais do Limoeiro e Colibri. O morador Raimundo Vieira da Silva foi quem formalizou a denúncia através da Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo e Defesa do Patrimônio Histórico cultural.

Ao órgão, o denunciante relatou as péssimas condições de trafegabilidade e falta de conservação por parte do poder público nos ramais e também na Estrada principal.

Além desta denúncia, a promotoria de Justiça, na pessoa de Alekine Lopes dos Santos, ainda se baseou em outras cláusulas para instaurar o inquérito, tendo como base o Estatuto da Cidade, já que a situação destes ramais interfere diretamente em questões como: moradia, trabalho e lazer, quando faz alusão à infraestrutura, transporte, equipamentos urbanos e comunitários.

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