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Governo já articula terceirização do Pronto Socorro de Rio Branco

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O Governo do Acre pode alterar a forma de gestão do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), o Pronto Socorro, para uma modalidade público-privada em tempo recorde. O governador Gladson Cameli está pessoalmente envolvido nas conversas com um instituto do Distrito Federal, que administra o Hospital de Base.

O exemplo de gestão, exemplificado pelo governador passou agora à boca dos gestores da Saúde do Acre, incluindo o secretário Alysson Bestene, que viajou a Brasília esta semana para visitar e conhecer a equipe que cuida do hospital público. O desejo de Cameli pode sair do papel em breve, tão logo seja apresentado e aprovado pela Assembleia Legislativa.

A ideia de Gladson é repassar a gestão para uma equipe mista, incluindo gestores do governo e gestores da instituição, que podem contratar novos trabalhadores como celetistas, fazer investimentos mais facilmente e, ainda, captar recursos que visem a melhoria e qualidade dos serviços ofertados na unidade de saúde.

A proposta do governador é tão real, que foi colocada como prioridade a reforma das enfermarias cirúrgicas do hospital central. Os serviços, financiados com um empréstimo internacional, devem iniciar já na próxima semana. Enquanto isso, os pacientes internados no setor serão transferidos para o Hospital das Clínicas ou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Oficialmente, o secretário Alysson Bestene nega. Nesta quinta-feira, dia 14, sem gravar entrevista, o gestor estadual afirmou que são falsas as notícias de que a mudança na administração do Huerb, Hospital da Criança ou Maternidade Bárbara Heliodora, começará a ser efetivada na próxima semana. Bestene destacou, contudo, que há estudos e conversas sobre o assunto, mas nada ainda oficial.

Nos bastidores do setor, trabalhadores já se movimentam junto aos sindicatos da categoria para garantirem os direitos que têm junto à possível nova administração dos hospitais acreanos. O ex-governador Sebastião Viana já tinha interesse em repassar a administração de unidades de saúde a uma instituição externa, privada, e que conseguisse melhorar os serviços ofertados.

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