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Jéssica Sales participa da 63ª Sessão na ONU, em Nova York

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A deputada Jéssica Sales(MDB) participa, em Nova York, da 63ª Sessão da Comissão das Nações Unidas sobre o Estatuto da Mulher (CSW), que acontece na sede da ONU, no período de 11 a 22 de março. Essa Comissão é o principal órgão intergovernamental global dedicado exclusivamente à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres, fundamental para promover os direitos, documentando a realidade da vida delas em todo o mundo e moldando padrões globais sobre igualdade de gênero e a capacitação.

A parlamentar acreana foi convidada a compor a delegação brasileira, representando a bancada feminina da Câmara dos Deputados.

Durante a sessão anual da Comissão, os representantes de países membros da ONU, discutem os progressos e as lacunas na implementação da Declaração e da Plataforma de Ação de Pequim de 1995, o principal documento de política global sobre igualdade de gênero.

A delegação brasileira é composta por parlamentares membros da União Interparlamentar (UIP). Além da deputada acreana, Jéssica Sales, estão outras deputadas e senadoras representantes da Câmara e do Senado Federal. Também participa do evento, a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

Para Jéssica Sales, num evento de tamanha grandiosidade, todas as sessões trazem temas importantíssimos, mas escolheu participar das sessões que abordaram os mais relevantes como, Sexismo, Assédio e Violência contra Mulheres; Políticas de Proteção Social na Questão de Gênero; Serviços Públicos e Infraestrutura Acessíveis às Mulheres; O papel do Parlamento para garantir que os recursos destinados à proteção social, serviços públicos e infraestrutura avancem para a igualdade de gênero; e Mulheres na tomada de decisão fazem a diferença.

“A representatividade feminina é extremamente necessária quando pensamos nas lutas pelos direitos das mulheres, ainda há muito preconceito, exclusão e violência e isto, precisa ser combatido. É uma honra e grande realização estar representando o parlamento brasileiro, a bancada feminina, as mulheres acreanas e brasileiras nesse importante evento com representação mundial. São Nações que se encontram para discutir, nossos direitos, a igualdade e o empoderamento da mulher”, enfatiza Jéssica Sales.

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Hansenianos pedem socorro aos deputados contra fechamento da Colônia Souza Araújo

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Um grupo de hansenianos foi à Assembleia Legislativa do Acre nesta terça-feira, dia 19, para pedir ajuda aos deputados estaduais. O grupo tenta impedir que a Colônia Souza Araújo feche as portas por falta de recursos para manter os serviços em pleno funcionamento.

Os internos da colônia, que fica às margens da BR-364, bloquearam na última segunda-feira, dia 18, o trecho da rodovia. O bloqueio foi um protesto aos atrasos nos repasses do convênio financeiro celebrado entre Governo do Acre e Diocese de Rio Branco, para manutenção dos serviços.

Bio Souza, secretário de Comunicação do Movimento dos Hansenianos no Acre (MOHAM), destaca que a reivindicação do grupo é pela “garantia da manutenção dos trabalhos da [Colônia] Souza Araújo. Agora, a gente tem a informação de que o repasse será repartido para outras instituições geridas pela Diocese. Estamos reivindicando que eles têm uma vida digna ali dentro”, destaca.

Em nota, na última segunda, a Secretaria de Saúde do Acre informou que já havia protocolado o junto ao banco um pagamento no valor de R$ 220 mil referentes ao convênio com a Diocese de Rio Branco. O recurso é destinado para as comunidades Souza Araújo, Estrela do Amanhã e Arco Íris, mas não especificou quanto será destinado a cada uma.

O pagamento do restante do atrasado está sendo avaliado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) e o governo estuda a continuidade do convênio com o hospital. Segundo informações de funcionários da Souza Araújo, os débitos somam mais de 1 milhão de reais.

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Curiosidade: Arara-Vermelha é a ave-símbolo do Acre, mas poderia ser o Uirapuru ou Choca-do-Acre

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Poucos sabem, mas a Arara-Vermelha é tida como a ave-símbolo do Acre. Alguns ativistas, como o ornitólogo Dalgas Frish, chegaram  a propor que o status fosse dado ao Uirapuru Verdadeiro, cujo canto  foi gravado nas florestas do  Acre -outros falam da Choca-do-Acre, só encontrada, no Brasil, no extremo-oeste do Acre. A Arara-Vermelha tem registro de ocorrência em cinco pontos do Acre e pode ser vista em quase  todo o País.

A “escolha” não foi exatamente um processo tranquilo tampouco transparente  mas teve algum  debate que envolveu gente de fora do Acre. Em entrevista ao Blog do Altino, o jornalista Silvestre Gorgulho chegou a considerar a opção pela Arara-Vermelha “um erro histórico-geográfico-cultural”. No País, o Sabiá-Laranjeira é  há muitos anos  o símbolo do Brasil.

Vários Estados também tem sua ave-símbolo, definidas por decreto governamental, entre eles o  Paraná (Gralha-Azul – Cyanocorax caerulens); Rio Grande do Sul (Quero-Quero – Vanellus chilensis); São Paulo (Sabiá – Turdus rufiventris).

Com Dalgas, chegaram a propor lobby para tornar o Uirapuru Verdadeiro (Cyphorhinus modulator) a ave símbolo do Acre e com decreto oficial. Algo que tudo indica não prosperou.

Esse movimento foi registrado  em  2006. Treze anos depois, em  2019, o pesquisador Edson Guilherme, da Universidade Federal do Acre (Ufac)  diz que há outras aves com características bem mais acreanas já com a arara-vermelha.  É o caso da Choca-do-Acre (Thamnophilus divisorius), que Guilherme descreveu, na WikiAves, como “espécie endêmica e restrita as regiões da Serra do Divisor (Brasil/Peru)”. O pesquisador produziu o livro “Aves do Acre”, o grande acervo sobre o tema no Estado.

Guilherme é um dos maiores especialistas do Brasil em  pássaros e autor de artigos públicos nas mais relevantes publicações do mundo sobre o assunto.

Conheça a ave símbolo de cada Estado do Brasil em mapa produzido pela Ornithos: 

Sul:

Rio Grande do Sul – Quero-quero (Vanellus chilensis)

Santa Catarina – Araponga (Procnias nudicollis)

Paraná – Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus)

Sudeste

São Paulo – Sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris)

Rio de Janeiro – Tucano-de-papo-amarelo ou de-bico-preto (Ramphastos vitellinus)

Espírito Santo – Beija-flor (Colibri serrirostris)

Minas Gerais – Seriema (Cariama cristata)

Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul – Tuiuiú (Jabiru mycteria)

Mato Grosso – Tachã (Chauna torquata)

Goiás – Anhuma (Anhima cornuta)

Distrito Federal – Gavião-real (Harpia harpyja)

Norte

Tocantins – Cigana (Opisthocomus hoazin)

Pará – Pavãozinho-do-Pará (Eurypyga helias)

Amapá – Flamingo (Phoenicopterus sp.)

Rondônia – Jacamim-de-costas-verdes (Psophia viridis)

Acre – Arara-vermelha (Ara chloropterus)

Amazonas – Uirapuru (Cyphorhinus arada)

Roraima – Galo-da-serra (Rupicola rupicola)

Nordeste

Maranhão – Sabiá-da-praia (Mimus gilvus)

Piauí – Surucuá-de-barriga-vermelha (Trogon curucui)

Bahia – curió (Sporophila angolensis)

Sergipe – Corrupião (Icterus jamacaii)

Alagoas – Mutum-do-nordeste (Pauxi mitu)

Pernambuco – Tesourão (Fregata magnificens)

Paraíba – Pomba-de-bando (Zenaida auriculata)

Rio Grande do Norte – Ema (Rhea americana)

Ceará – Jandaia (Aratinga jandaya)

Fonte: Ornithos

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