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Terceirizados da prefeitura denunciam salários atrasados

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Servidores terceirizados e cooperados que prestam serviços à Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos da prefeitura de Rio Branco procuraram o ac24horas para denunciar o atraso no pagamento dos salários.

Segundo a denúncia, estão com o atraso na remuneração, técnicos, motoristas, entre outras funções. “Na antiga gestão da secretária Dora Araújo recebíamos em dia e quando havia uma eventualidade, éramos informados do que acontecia. Nessa nova gestão com a Núbia Musis as informações não chegam até os funcionários que há dois meses estamos recebendo os salários atrasados. A secretaria não repassa nenhuma informação pra gente e quando ligamos na empresa só dizem que estão aguardando o repasse da prefeitura”, diz uma servidora, que prefere não ter seu nome divulgado, com medo de represálias.

Ainda segundo a denúncia, no mês passado, alguns técnicos receberam apenas metade de seus vencimentos. “O pior é que eles ainda foram coagidos a não falar pra ninguém, com a promessa de normalizar agora nesse mês de março. Nós só queremos receber os nossos salários. Tem pessoas passando necessidade e com a luz cortada por falta de pagamento”, explica a servidora.

O outro lado

Por meio de uma nota, a prefeitura de Rio Branco se posicionou. Segundo o município, a justificativa é o atraso no repasse dos recursos do Fundo Nacional de Assistência Social ao Fundo Municipal, a título de co-financiamento da política de Assistência Social.

Segundo a prefeitura, o Governo Federal não efetuou nenhuma transferência em 2019 dos recursos referentes aos serviços e programas aos quais os colaboradores estão vinculados.

A boa notícia é que a prefeita Socorro Neri, , segundo a nota, informa que autorizou aporte emergencial de recursos próprios para sanar o compromisso com os colaboradores, o que será efetivado até a próxima sexta-feira, dia 15.

A nota encerra com a prefeitura lamentando os transtornos causados aos colaboradores e reafirmando que vem trabalhando para possibilitar melhores condições de trabalho e valorizando o esforço e a dedicação de cada um.

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Falta de neurologista no Huerb causa revolta em pacientes e familiares

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Mais uma vez o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) é motivo de reclamação por parte de pacientes e familiares de quem busca atendimento na unidade de saúde.Nesta sexta-feira, 24, a revolta é pela falta de médico neurologista.

Segundo a denúncia, há mais de 50 pacientes aguardando por atendimento. Além da falta de profissionais, não há acomodação para todos e alguns pacientes estão alojados em cadeiras.

Elda da Silva Castro conta que levou a irmã, Maria da Silva Castro, com suspeita de AVC na quarta-feira, 22, e até hoje não conseguiu atendimento por um neurologista. “Minha irmã chegou aqui com todos os sintomas de um AVC. Fizemos uma ressonância no INTO que confirmou. Ela tá só piorando da dormência, puxando da perna e com a língua pesada. Até agora, nenhum neurologista passou para atender minha irmã. Isso é um absurdo”.

Fotografias enviadas ao ac24horas mostram os corredores do Huerb lotado de pacientes que aguardam atendimento. A reportagem tentou falar com o médico Welber Lima, diretor do hospital, mas não obteve retorno.

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Destaque 7

Juíza ordena que Iapen libere entrada de salgados e refrigerante em visitas íntimas

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Numa decisão a pedido do Ministério Público Estadual, a juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, exige que o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) autorize a entrada de salgados e refrigerante durante visitas íntimas. A nova ordem contraria parte do artigo 10 da portaria 513/2019 do Iapen, que proibia a entrada de alimentos durante as visitas íntimas.

O argumento utilizado pela juíza dá conta de que falta variedades na alimentação nos presídios do estado, por isso tal decisão. A portaria permite que o visitante possa entrar com até três salgados e um refrigerante de até dois litros nos dias de visita. “… a alimentação fornecida pela unidade penitenciária não tem variedade”, alega.

Ao ac24horas, o diretor-presidente do Iapen, Lucas Gomes, disse que, a princípio, por se tratar de uma decisão, o órgão irá acatar a portaria, no entanto “o Iapen vai entrar com pedido de recurso e reconsideração na decisão da juíza e, caso ela negue, o órgão seguirá com o pedido aos órgãos superiores”.

De acordo com o documento, “o Iapen não observa as regras do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária”. O Iapen tem prazo de 10 dias para cumprir a ordem judicial.

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