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Técnicos preparam encontro para consolidação da Indicação Geográfica da Farinha de CZS

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De 25 a 29 de março técnicos do projeto de consolidação da Indicação Geográfica da farinha de Cruzeiro do Sul estarão no Vale do Juruá para realizar novas atividades. O produto recebeu o selo IG, um atestado de origem e procedência do Governo Federal. Os técnicos destacam que entre as principais atividades para fortalecer a Indicação Geográfica da farinha de Cruzeiro do Sul está a criação de um grupo de trabalho formado por profissionais da Embrapa, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac) para assessoramento técnico e industrial no planejamento e controle interno da produção, adoção de estratégias de autocontrole da qualidade da farinha produzida, atualização das normas previstas no regulamento de Uso do selo e outras ações voltadas para a melhoria dos processos gerenciais e produtivo envolvendo a IG.

Em nota, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lembra que a farinha de Cruzeiro do Sul é o primeiro derivado da mandioca com Indicação Geográfica (IG) no Brasil. O selo, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), contempla produtores dos municípios de Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Valter, Rodrigues Alves e Cruzeiro do Sul, cidade que emprestou nome ao produto, por ser o principal centro distribuidor. Juntos com os agricultores, a Central de Cooperativas do Juruá (Central Juruá) buscou o apoio de diferentes instituições, para composição do dossiê documental. Por mais de uma década, pesquisas conjuntas geraram informações sobre aspectos da produção artesanal de farinha e contextos históricos do território, para subsidiar o processo.

(Com informações da Embrapa)

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Nenhuma cidade do Acre aderiu ao programa de escola cívico-militar, diz relatório do MEC

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Nenhuma prefeitura do Acre manifestou-se pela adesão ao programa de escolas cívico-militar anunciado no início de setembro pelo Ministério da Educação. As prefeituras perderam o prazo estipulado pelo MEC.

O Governo do Estado, porém, fez a adesão e irá implantar duas novas unidades em Sena Madureira e Brasiléia através do programa federal. O meta do governador Gladson Cameli, no entanto, é levar esse modelo de ensino para todas a maioria das cidades acreanas ao longo do mandato.

O resultado preliminar da adesão divulgado no começo da semana pelo MEC. No total, 643 prefeituras se inscreveram no programa, o que representa 11,5% dos municípios brasileiros. Dentre os inscritos, 290 são de cidades da Região Nordeste.

De acordo com o ministro Abraham Weintraub, a adesão pode crescer nos próximos dias. “Muitos municípios aderiram usando o serviço dos Correios. Acreditamos que mais cartas de adesão de municípios [mais distantes] devem chegar ao MEC”, disse. De acordo com o relatório divulgado pelo MEC, Acre e Amapá ainda não tiveram nenhum pedido de adesão confirmado.

O ac24horas consultou a Secretaria de Estado da Educação sobre a não adesão das prefeituras. “Não temos controle sobre a decisão das prefeituras. Por isso, não nos cabe comentar”, informou a SEE por intermédio da assessoria de imprensa.

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DPVAT indenizou 45 crianças e adolescentes por acidentes de trânsito no Acre em 2019

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Segundo a ONG Criança Segura, o deslocamento de automotores é a principal causa de ocorrências fatais entre crianças de 0 a 14 anos. No Acre, 45 crianças e adolescentes receberam o seguro DPVAT de janeiro a setembro deste ano.

Os números do Seguro DPVAT refletem esta realidade. No total, 9.865 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos foram indenizados em função de ocorrências durante o tráfego de veículos em todo o país, ou seja, uma média de 36 vítimas por dia. Os dados ainda mostram que a maioria ficou com algum tipo de sequela permanente após o acidente: cerca de 70% (ou 6.933) das indenizações foram pagas por invalidez.

Além do elevado número de crianças e adolescentes que ficam com alguma invalidez permanente, os dados nacionais chamam atenção para um alto índice de atropelamentos, já que a maioria dos acidentados estava na condição de pedestre no momento do sinistro, concentrando 58% dos pagamentos. Ainda assim, as estatísticas envolvendo passageiros são elevadas. As crianças que estavam dentro do veículo durante a ocorrência concentraram cerca de 42% das indenizações pagas. O percentual indica um quantitativo de 4.125 pagamentos para a faixa etária.

As estatísticas por tipo de veículo mostram que as motocicletas são as principais responsáveis pelos acidentes. De janeiro a setembro, foram pagas mais de 5 mil indenizações por ocorrências envolvendo o veículo de duas rodas. Os automóveis ocupam a segunda posição, concentrando 3.461 sinistros. Os caminhões e pick-ups aparecem na sequência, com 572 pagamentos. Já os ônibus, micro-ônibus e vans, e os ciclomotores apresentam 345 e 49 seguros, respectivamente.

Entre os estados com mais sinistros pagos, Minas Gerais se destaca, com mais de mil indenizações pagas a crianças envolvidas em acidentes de trânsito. Na sequência, estão São Paulo (985), Ceará (717), Paraná (626) e Maranhão (588). Distrito Federal (47).

O Acre e Amapá, com 23 indenizações pagas registraram as estatísticas mais baixas.

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