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Diretor do Iapen afirma que protesto em frente a Casa Civil é comandando por facção

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FOTO: INTERNET

Questionado sobre a manifestação que esposas e familiares de detentos realizaram na manhã desta quinta-feira, 14, em frente à Casa Civil, o diretor do Instituto de Administração Penitenciária do Acre garantiu que ação foi ordenada para atender uma convocação assinada por uma organização criminosa.

Sobre as reivindicações dos detentos, ele diz: “Esclarecemos que essa estrutura é nova, de acordo com os padrões do Departamento Penitenciário Nacional, das quais a própria estrutura da cela já possui uma iluminação embutida, só que ela é protegida por um material em acrílico”, garante Lucas Gomes.

Segundo o diretor, nenhuma das celas possui tomadas, o que impede a aquisição de equipamentos elétricos para o local. “Com isso, não há possibilidade de entrar nenhum equipamento elétrico, como ventilador, televisão ou radio”, destaca.

Sobre a questão da falta de ventilação, o Iapen afirma que a própria estrutura do presídio Francisco de Oliveira Conde já garante a ventilação e uma temperatura adequada. “Na parte de fora de cada uma das celas há um ventilador disponível, mas no interior não possui”, diz Gomes.

Conforme os critérios adotados pelo presídio, a ausência de tomadas nas celas é para inibir o uso de celulares, por meio do não carregamento de baterias.

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Cotidiano

Conselho Regional de Farmácia divulga locais de provas de concurso no Acre

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Desde esta última quarta-feira, 20, que o Conselho Regional de Farmácia do Acre (CRF-AC) já disponibilizou as consulta aos locais de provas do concurso público destinado ao preenchimento de três vagas imediatas mais formação de cadastro de reservas, para profissionais de nível médio e superior.

Os cargos ofertados no certame são: Auxiliar Administrativo, Advogado, Contador e Farmacêutico-Fiscal. Os salários variam de R$ 1.405,50 (nível médio) e R$ 2.342,50 (nível superior).

As provas escritas serão realizadas na cidade de Rio Branco, no próximo dia 14 de abril de 2019. A seleção será realizada mediante aplicação de prova objetiva, prova discursiva (redação), ambas de caráter eliminatório e classificatório.

Para mais informações, os candidatos devem consultar os locais de realização de prova no próprio site da banca organizadora do concurso, Inaz do Pará.

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Cotidiano

Dois integrantes de facção são presos e um menor apreendido pela Polícia Civil

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A Polícia Civil do Acre, através da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE) de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, deflagrou nesta quarta-feira, 20, uma operação para combater ações de facções criminosas na região do Juruá.

Ao todo, a polícia cumpriu oito mandados de prisão, sendo dois homens presos em flagrante e um menor apreendido. Também foram apreendidos dinheiro, droga, aparelho de celular, uma arma e munição.

“Fizemos um trabalho de inteligência para atingir bairros específicos de Cruzeiro do Sul, dominados por uma organização criminosa. São ações de repressão ao tráfico e também de repressão a essa organização criminosa”, explicou o delegado Pedro Resende.

O delegado destaca que ano passado a polícia apreendeu mais de uma tonelada de drogas em todo o estado. “Fechamos 2018 com a maior apreensão de drogas dos últimos cinco anos. É muita droga. E esse trabalho tende a se intensificar cada vez mais”.

Na oportunidade, Resende reafirma que as fronteiras com a Bolívia e o Peru não possuem fiscalização, o que facilita a entrada de drogas pelo país. Na região do Juruá, o Rio Juruá-Mirim é porta de entrada de criminosas e drogas vindos do Peru.

“O trabalho de fiscalização e proteção de fronteira não é trabalho da Polícia Civil, é um trabalho da União através da Polícia Federal, Exército e Forças Armadas. Isso é o grande problema da polícia estadual, nós temos uma fronteira aberta, isso não é segredo pra ninguém”.

Apesar das dificuldades e falta de efetivo, o delegado diz que a Polícia Civil permanece no combate à criminalidade. “Aqui em Cruzeiro do Sul temos poucos policiais e delegados para atender toda a demanda de furtos, roubos domésticos, tráfico, organização criminosa, mas fazemos o que a gente consegue. Temos várias dificuldades, mas não podemos deixar de fazer o mínimo para tentar diminuir essa violência que toma conta do estado”.

Com informações do site Juruá em Tempo.

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