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Rio Branco registra 4º maior alta no preço do feijão entre as capitais

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O feijão carioca é mais uma vez o vilão no bolso dos acreanos -e dos brasileiros, já que, na média das regiões, o preço do produto subiu 81,5% só nos dois primeiros meses deste ano, de acordo com dados da inflação divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É em Rio Branco que o feijão registrou o 4º maior aumento de preço entre as capitais: 97,24% no primeiro bimestre de 2019, quase dobrando de preço em período muito curto.

Todas as capitais sofrem. Em fevereiro, o preço do produto aumentou 51,58% no país. Campo Grande (82%) e Aracaju (78%) foram as capitais que registraram as maiores altas no último mês. De acordo com especialistas, os preços devem continuar em alta até meados de abril, quando começarão a cair.

Em meados de 2016, o feijão já havia sido um dos vilões da inflação e chegou até a inspirar memes nas redes sociais de todo o País. Em 2019, o aumento foi generalizado, mas pior em algumas regiões do país. Por exemplo, o preço do feijão carioca mais que dobrou para moradores de Campo Grande (123%), Aracaju (115%) e Belém (104%).

Veja a variação do preço do feijão carioca nas regiões pesquisadas pelo IBGE neste ano:

Campo Grande: +123,78%

Aracaju: +115,62%

Belém: +104,96%

Rio Branco: +97,24%

Recife: +91,12%

Fortaleza: +88,20%

Belo Horizonte: +88,05%

Brasília: +87,95%

Goiânia: +83,23%

São Luís: +79,26%

São Paulo: +75,21%

Vitória: +70,92%

Curitiba: +67,91%

Salvador: +56,35%

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Acre

De 5 entrevistados, apenas 2 conhecem as pautas do manifestação

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A maior parte dos apoiadores do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) se concentram na praça do Palácio Rio Branco, na tarde deste domingo, 26, vestidos de verde e amarelo e munidos de cartazes com palavras de ordem a favor das medidas do atual governo.

Entretanto, nem todos os presentes conhecem as pautas que são discutidas e defendidas pelos próprios manifestantes. De cinco pessoas que a reportagem do ac24Horas entrevistou, apenas duas souberam dizer do que se trata o movimento.

Elaine Lima, de 20 anos, não soube dizer quais as principais pautas apoiadas pelos manifestantes. Da mesma forma, Ana Paula Alves, também de 19 anos. Esta disse que foi apenas para verificar pessoalmente o movimento na capital, mas que mesmo assim apoia o ato.

Ricardo Pereira, de 29 anos, trabalha como vendedor e ficou em dúvida sobre as questões debatidas no protesto de apoio ao governo Bolsonaro.

Já Luiz Neto e Maria Helena Teixeira, tinham na ponta da língua todos os assuntos colocados em pauta pelo manifesto que ocorre em todo o país. Ambos destacaram o pacote anticrime, do Ministro Sérgio Moro, reforma da previdência e a votação da medida provisória 870.

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Acre

Ato pró-Bolsonaro em Cruzeiro contou com menos de 30 pessoas

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Populares do município de Cruzeiro do Sul se reuniram na manhã deste domingo, 26, para manifestar apoio à presidência de Jair Bolsonaro. Lá, cerca de 30 pessoas participaram do ato, que ocorreu na Praça Orleir Cameli, centro da cidade.

A concentração começou por volta das 8 da manhã. O grupo reafirma o apoio às medidas do governo federal com relação à reforma da Previdência e pacote anticrime.

Segurando bandeiras do Brasil e camisetas, e fotografia do presidente, eles também levaram carros que tocavam o Hino Nacional e frases de apoio a Bolsonaro.

Devido a pouca quantidade de pessoas, a Polícia Militar local não presenciou o ato, que aconteceu de maneira pacífica.

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