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Novo pavilhão de presídio é modelo em estrutura física e condições de assistência

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Recentemente inaugurado pelo Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), o pavilhão “O”, com capacidade para abrigar até 200 presos, traz para o Estado do Acre, um novo modelo de estrutura física capaz de agregar qualidade em segurança e oferecer melhores condições para a assistência aos apenados.

A estrutura segue um padrão nacional que atende todas as especificações exigidas pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Para facilitar as contenções e dar mais condições de trabalhos aos servidores, o prédio conta com uma cabine de observação climatizada e é completamente monitorado por câmeras e sensores de movimento.

Desde que o pavilhão foi inaugurado, visitas constantes das equipes do Iapen são realizadas com o intuito de assegurar os direitos fundamentais dos reeducandos. Os 192 presos reclusos no pavilhão já receberam atendimentos da ouvidoria da instituição, atendimentos em saúde e assistência social.

Além dos atendimentos disponibilizados pelo Iapen, a Juíza de Direito da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, realizou uma vistoria acompanhada de um médico legista que confirmou a integridade física dos apenados após a implementação dos procedimentos de segurança.

De acordo com o Ouvidor, Joel Borges, as mudanças trouxeram desconforto aos presos, pois eles estavam acostumados com a rotina do pavilhão anterior, que era menos rigorosa. No entanto, as mudanças são necessárias para o estabelecimento do padrão de segurança e disciplina.

“Durante a visita eu não constatei nada de irregular ou situação grave onde haja necessidade de intervenção. As situações de denúncia serão averiguadas e encaminhadas aos setores competentes”, disse o ouvidor.

Neste sentido, a diretora operacional, Valéria Santos, destacou que garantir os direitos dos apenados é de fundamental importância, principalmente quando aliado a segurança tanto dos reeducandos quanto dos operadores do Sistema Penitenciário.

A Unidade Básica de Saúde do Presídio estabeleceu um dia na semana para o cumprimento das demandas de atendimento médico do pavilhão. Uma triagem prévia é realizada pelos enfermeiros, visando solucionar os casos de menor complexidade dentro do próprio pavilhão e o encaminhamento ao médico apenas quando necessário.

Seguindo o mesmo procedimento, a Unidade inseriu o pavilhão “O” em seu cronograma de atendimentos semanais de nutrição, odontologia, fisioterapia, psicologia e psiquiatria. “A Unidade de Saúde se faz presente, de forma integral, no novo pavilhão evitando ao máximo as saídas para atendimento externo”, ressaltou Iones Moraes, coordenadora da Unidade de Saúde.

ELENILSON FERREIRA – ASCOM

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Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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